Não. Não estou falando da lendária espada mística cedida a Arthur pela Dama do Lago em um poema galês ou, em outra versão (o poema Merlin), em que ele se torna o verdadeiro monarca britânico ao retirar a espada encantada de uma pedra. Também não há relação com As Brumas de Avalon. O Excalibur em questão é a mais nova encarnação do grupo inglês, escrita por Chris Claremot e desenhada por Michael Ryan, formado majoritariamente por mutantes e que estréia em janeiro na revista X-Men Extra. Quem sabe até o rei Arthur pode fazer uma visita?

Mas voltando ao Excalibur, sua primeira versão teve como membros originais os mutantes Noturno, Rachel Summers (que carregava a alcunha de Fênix), Lince Negra (e seu dragão Lockheed), além da metamorfa empata Meggan e do Capitão Britânia, Brian Braddock, irmão da X-Man Psylocke.

Formado provisoriamente para enfrentar criaturas enviadas à nossa realidade por Mojo, o primeiro grupo acabou se tornando permanente em um momento em que os X-Men haviam sido dados como mortos. Suas missões giraram em torno da proteção da realidade da terra 616, o que rendeu histórias ao mesmo tempo bizarras e bem humoradas. Aliás, a própria designação do número da realidade principal do mundo Marvel saiu dessas histórias. Suas fileiras ainda contaram com membros como Feron, Cerise, Kylun, Lupina, Colossus, Pete Wisdom e Douglock. O primeiro volume se encerrou com o casamento de Brian com Meggan.
Houve uma rápida segunda geração em 2001, que constou de uma mini-série de 4 edições. Contando com Capitão Britânia, Meggan, Psylocke e o Cavaleiro Negro, terminou com Brian se tornando o monarca de um reino extra-dimensional.

Falando dessa nova série, conhecida lá fora como New Excalibur, tem início mais uma vez com Brian Braddock como ponto central da reformulada equipe britânica formada logo após o Dia-M.
Após liderar o salvamento da integridade do Universo 616, que custou o sacrifício de Meggan, o Capitão Britânia está de volta à Inglaterra.

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