Juntos, os Novos e os Jovens Vingadores, continuam a combater os dois frontes e estão dispostos a criar uma terceira solução para esse embate - Hulking deve ficar na Terra. São duas gerações numa das melhores seqüências de ação que eu já vi nos últimos anos. Semelhanças e diferenças entre os grupos deixam a história ainda mais gostosa de ler, mas para esse conflito chegar a um fim só há uma coisa a fazer – Hulking deve usar sua autoridade e se entregar.
O tratado é feito! Por metade de um ano, o rapaz deve ficar com os Krees e na outra metade com os Skrulls. No final disso, deve decidir onde residirá sua lealdade. Os alienígenas partem, mas mal percebe o engodo gerado. Entre eles, parte um falso Hulking cuja identidade é na verdade o Superskrull. Ele e o jovem vingador trocaram de identidade graças aos seus dons metamorfos naturais.
No hospital, os heróis tomam ciência de que Eli está bem graças à doação de sangue de seu avô – Isaiah Bradley, o primeiro Capitão América e acaba tornando sua falsa história sobre a origem dos poderes uma realidade.
Na mansão dos Vingadores, o grupo procura recuperar o jardim com as estátuas dos falecidos heróis e lança as cinzas da mãe de Ted ao vento. O momento solene, no entanto, é interrompido por uma explosão no Rio Leste. Repentinamente, em meio a eles surge Tommy com uniforme e um codinome. Ele agora é... é... bem... okay, ele é o Célere...
O jovem avisa aos demais que a confusão foi causada pelo Zodíaco e – já se sentindo como membro do grupo – convoca todos para impedir o vilão.
E assim concluiu-se a bela saga desses jovens pelas mãos do duas vezes indicado ao Eisner por esse trabalho - Allan Heinberg e do fantástico desenhista Jim Cheung. Como sequer existe continuação da revista mensal deles nos EUA, adianto aos leitores que vai demorar muito para termos o grupo decentemente em ação. É nosso voto que essa série volte com a mesma equipe em breve! Avante, Jovens Vingadores!!!
Coveiro








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