
A missão de Wolverine é resgatar a filha do presidente da fictícia República Livre de Zwartheid, chamado Mayamba. Pouco antes de Logan pegar a menina, seu pai tinha sido assassinado por ordem de seu principal inimigo, o general Lago. Cabe agora ao mutante sair do país com a única herdeira do falecido chefe de Estado, esperança do futuro do país.
Essa história, que tem roteiros de Stuart Moore e (belíssima) arte de CP Smith, é interessante porque toca em um assunto delicado. A situação atual da maioria dos países da África. Com boa parte do território africano conquistado no fim do século XIX e início do XX, no processo que ficou conhecido como imperialismo ou neocolonialismo, o continente sofreu uma profunda exploração do crescente capitalismo industrial europeu e norte-americano sob o pretexto da superioridade cultural destes sobre os povos nativos.

Voltando ao roteiro, cabe a Wolverine resgatar a filha recém-nascida de Mayamba, único que conseguiu iniciar um processo de pacificação e reestruturação do Zwartheid, considerada a nação africana em pior situação, mas que fora interrompido pelo general Lago. Salvando a menina acreditam que no futuro ela possa voltar carregando o nome do pai, sendo capaz de organizar uma liderança para reerguer o país.


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