
Antes mesmo de revelar isso, Rictor desconfia de Layla por causa da forma como ela impediu um assassino de matá-lo. O que faz até Guido dizer para que ele largue do pé da menina ou – com essas palavras – o mataria.
Em um primeiro momento não são possíveis muitas explicações. Enquanto Rahne conversava com Layla, a senhorita Charnoff surge. Ela é responsável pelo orfanato em que a menina ficou desde que seus pais morreram em um acidente de carro, e de onde fugiu. Um local onde teriam havido incidentes pelo fato de Layla ter sido uma mutante de aparência bizarra até o dia-M (alguém caiu nessa?); problemas com os outros órfãos. Rahne não leva muita fé, mas, mesmo assim, as duas partes.

O resultado disso é uma abordagem nada convencional do filho do diretor da Singularidade, Damian Tryp Jr., no meio do Central Park. Uma cena no mínimo inusitada. Após ser distraído por Guido, Damian dá de cara com dezenas de cópias do Madrox (reparando bem, dá para ver alguns traços de suas diferentes personalidades), o que "deixa o recado" de que estão de olho nele. Já no Orfanato, Jammie e Rahne conseguem chegar até Layla através da "diplomacia" da Lupina. Encontram-na cheia de ematomas, feitos pelas outras crianças, que correm da mutante-lobo em uma cena impagável. É, então, que Layla diz que sabia do espancamento de Siryn, mas que não podia impedir. Fazendo uma analogia com a teoria do caos (muita gente também conhece como efeito borboleta), ela diz que se "batesse as asas" as coisas não aconteceriam como "deveriam" acontecer (seria aqui o confronto anunciado entre X-Factor e Singularidade?). Que suas batidas de asa devem ser muito bem calculadas. Mas que não pode revelar como sabe disso tudo, ou seria morta.

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