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quarta-feira, 18 de junho de 2025

Hasbro lançará pack exclusivo da SDCC 2025 com Vampira, Sauron e Shanna da Terra Selvagem

A Hasbro revelou seu exclusivo Marvel Legends San Diego Comic Con com um pacote com 3 unidades. O pacote Gamerverse Savage Land 3 contará com Shanna, a Mulher-Demônio, Vampira com seu icônico visual da Terra Selvagem e vilanesco Sauron, em um conjunto inspirado em suas aparições no Marvel Snap. Espia só:



O preço de varejo é de US$ 89,99 e estará disponível no estande da Hasbro durante a SDCC 2025. Após o evento, cópias limitadas estarão disponíveis em HasbroPulse.com. 

Coveiro


segunda-feira, 21 de outubro de 2024

NYCC 2024: Nova edição de Mulheres da Marvel é anunciada para Fevereiro de 2025

 Neste último Domingo, no Painel das Mulheres da Marvel na New York Comic Con, talentos representando as mulheres de toda a indústria, incluindo a editora Sarah Brunstad e a escritora Stephanie Phillips se reuniram para falar sobre o legado da Marvel e provocar as próximas edições de alguns dos títulos liderados por mulheres da Marvel. Eis que foi revelado o one-shot das Mulheres da Marvel deste ano: WOMEN OF MARVEL: SHE-DEVILS #1!Confira a capa principal de WOMEN OF MARVEL: SHE-DEVILS #1 por Nina Vakueva:



A cada ano, a Marvel Comics oferece um one-shot antológico extraordinário de aventuras fenomenais estrelando os maiores heróis da Marvel! Este ano, WOMEN OF MARVEL: SHE-DEVILS destaca as heroínas de rua da Marvel enquanto elas saem das sombras em uma luta pelos livros de recordes! Junte-se a Stephanie Phillips, Alison Sampson e mais — incluindo criadores superestelares e talentos emergentes — enquanto eles contam uma saga interconectada ambientada no submundo do Universo Marvel.

AS GARRAS ESTÃO DE FORA! Quando Shanna, a Mulher-Demônio, descobre uma conspiração sombria, ela convocará aliados internacionais para unir seus punhos, sai, katanas e manoplas e impedir uma bomba antes que ela exploda. É um quem é quem das lutadoras mais destemidas da Marvel, com Elektra, Echo, Wolverine e mais se unindo para salvar o dia!

Suas mulheres diabólicas favoritas da Marvel e alguns dos criadores mais quentes da indústria em uma antologia de arrebentar – o que você está esperando?! A edição sairá em 26 de Fevereiro de 2025.

Coveiro


quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Março do próximo ano terá nova edição de "Mulheres da Marvel"

 O dia internacional das mulheres será celebrado de novo nos quadrinhos da Marvel. Em março de 2022, WOMEN OF MARVEL # 1 continuará a tradição de destacar as heróinas femininas da Marvel em uma coleção totalmente nova de contos elaborada por uma linha de criadoras incríveis! De veteranas experientes a talentos emergentes, este elenco de escritoras e artistas dá sua própria versão sobre heroínas amadas, mostrando o fogo, o mistério, a graça e a alegria que as tornam mulheres fenomenais.



Aqui estão algumas das aventuras de WOMEN OF MARVEL # 1 que você pode esperar:

· Uma garota esquilo e uma viúva negra se unem contra um vilão maníaco em uma história que explora as complexidades das identidades de super-heróis, da escritora vencedora do prêmio Hugo Charlie Jane Anders

· Um curta-metragem cheio de ação de Shanna , a Mulher-Demônio, e Silver Sable mostra as garotas da selva lutando contra caçadores de animais selvagens pela premiada escritora de roteiros de videogame Rhianna Pratchett

· Um conto sombrio de Jessica Jones de compulsão e redenção da famosa criadora Jordie Bellaire e desenhado pela estrela em ascensão Zoe Thorogood

· Uma página cheia de diversão dos maiores fracassos e últimos triunfos da Gata Negra, da romancista Preeti Chhibber e das artistas superestrelas Jen Bartel, Marguerite Sauvage e muito mais!

· A estreia como redatora da Marvel Comics da artista Mirka Andolfo e muito mais!


Fique ligado para mais anúncios da equipe criativa de WOMEN OF MARVEL # 1, que chega em 9 de março de 2022.

Coveiro 


quarta-feira, 8 de março de 2017

As Mulheres que fizeram a Marvel ao longo do tempo



Comumente, quando se fala em homenagem ao Dia Internacional das Mulheres vinda de um site de quadrinhos, a primeira coisa que vêm a cabeça é fazer um artigo focado nas super-heróinas e a importância que elas tem cada vez mais nos dias de hoje. Desta vez, no entanto, eu quis tentar algo diferente. Motivado pelas minhas últimas leituras envolvendo os bastidores da Casa das Ideias, eu gostaria de trazer um pouco da história da editora listando 10 mulheres que foram e ainda são marcantes. Prepare suas coisas, a máquina do tempo vai nos levar bem antes do que você pensa:


Flo Steinberg
Quando se mudou para Nova York nos anos 60, o primeiro emprego de Flo Steinberg foi como secretária do então editor Stan Lee na então recém-nascida Marvel Comics. Ela e Lee eram os únicos contratados da empresa na época, sendo todo o resto pago como freelance. Flo era tida como o braço direito do editor-chefe e quem acabava ouvindo todos os lados nos momentos de crise entre os criadores. Considerada como parte integral da formação do famoso "Bullpen" da Marvel (o "time" de campeões, basicamente por Lee, Kirby, Dikto e Heck, que se reuniam para planejar o futuro dos heróis). Flô era também a responsável pela sessão de cartas que inundava a sede da redação da Marvel e organizava junto com Lee o Merry Marvel Marching Society fan club, primeiro fã clube oficial dos heróis da Casa das Ideias. Quando saiu da Marvel, trabalhou na Warren Publishing na divisão de revistas de Terror e foi editora da publicação Big Apple Comix, uma das mais pioneiras publicações a alavancar o que eram os quadrinhos underground para o que hoje viria a ser a linha de trabalhos autorais independentes.



Marie Severin
Assim como Flo, Marie era uma das veteranas dos primórdios da Marvel Comics nos anos 60, mas já trabalhava no ramo na Era de Ouro junto com seu irmão, John Severin, na EC. Tornou-se uma das principais coloristas da empresa e foi convidada a trabalhar como desenhista em Strange Tales assim que Bill Everett saiu das histórias do Doutor Estranho em 1967. Mesmo sem largar sua função como colorista, continuou assumindo os desenhos ou arte-final de outros títulos como Hulk e Príncipe Submarino. Além de capista em diversos outros títulos, Marie foi desenhista de algumas histórias das revistas de humor da Marvel como Crazy e Not Brand Echh. Mesmo não mais colorindo a partir dos anos 80, Severin continuou trabalhando na editora na divisão de projetos especiais até a mesma decretar falência em 1996.


Jean Thomas, Caroule Seuling e Linda Fite 
Quando assumiu como Editor-Chefe da Marvel, uma das primeiras iniciativas de Roy Thomas foi criar uma linha de quadrinhos de super-heróis para Mulheres feita por Mulheres baseado numa antiga ideia do seu antecessor, Stan Lee. Assim, três títulos foram excepcionalmente desenvolvidos pela Casa das Ideias para atender essa demanda. A primeira a receber o convite foi a então sua esposa Jean Thomas, que assumiu o título mensal da Enfermeira Noturna, Linda Carter. Boa parte das histórias aconteciam no General Metro Hospital e levantavam questões de cunhos sociais dos bairros mais desfavorecidos e violentos da cidade de Nova York. Caroule Seuling, a menos conhecida das três, era esposa do promotor de convenções de quadrinhos, Phil Seuling. Ela criou a personagem Shanna, a Mulher-Demônio, com a premissa de ser uma versao mais atualizada da quase homônima Sheena. Por fim, Linda Fite era  assistente editorial da Marvel na época e foi convidada para escrever o roteiro de  Claws of the Cat, protagonizado pela "Felina". A revista foi uma das mais bem sucedidas desta leva e era uma das mais engajadas em questões feministas na época.

Mary Jo Duffy
Renomada editora e escritora da Marvel nas décadas de 70 e 80. Começou como muitos outros grandes nomes da indústria hoje, escrevendo cartas animadas para as revistas da Marvel até finalmente ser convidada para trabalhar na empresa. Como editora, seus trabalhos são inúmeros. Já como roteirista ficou marcada pela longa fase que se manteve em "Poderoso e Punho de Ferro" e boa parte das revistas dos volume clássico dos quadrinhos de Star Wars. Também escreveu a série Fallen Angels, as revistas mensais do Wolverine, Speedball, Conan e até mesmo uma minissérie do Chuck Norris.

Ann Nocentti
A jornalista Ann Nocenti começou cedo seu interesse por quadrinhos, mas não exatamente pela linha de super-heróis. Na infância, lia Archie, Pongo e Dick Tracy. Na faculdade, se apaixonou pelos trabalhos de Robert Crumb. Foi a convite do editor Denis O'Neil que veio a ter mais contato com o mundo de super-heróis e virou editora da série dos Fabulosos X-Men e dos Novos Mutantes. Não demorou muito para seguir o passo como escritora na revista da Mulher-Aranha. Escreveu a curiosa minissérie "A Bela e a Fera" com a Cristal e o mutante peludo vingador. Mas o momento mais marcante de sua carreira viria com a criação do irreverente personagem Longshoot e sua minissérie de 1985 cheio de contexto existencialista e muita influência dos trabalhos independentes que tanto gostava. Em seguida, temos a sua marcante fase no Demolidor, com histórias repletas de questões sociais abordadas e a criação da vilã Mary Tifóide e do demoníaco Coração Negro.


Louise Simonson
Mary Louise Simonson era muito mais que a esposa do renomado desenhista Walter Simonson, é sua grande parceira na promissora carreira dos dois como profissionais de quadrinhos. Ambos se conheceram quando ela era Louise Jones, então editora da revista dos Fabulosos X-Men e Novos Mutantes na época. Em 1983, Louise criou o quadrinho premiado a Eagle do ano, o Quarteto Futuro, e daí passou a ser roteirista de outras tantas séries como  Teia do Homem-Aranha, Red Sonja, Marvel Team-Up, a Marvel Graphic Novel #6 dos Piratas Siderais e uma minissérie de luxo com Wolverine e Destrutor. Mas nada se compara a sua longa passagem pelo grupo X-Factor e, mais tarde, pelos Novos Mutantes. Esteve ao lado de Chris Claremont escrevendo muitas das marcantes sagas dos anos 80 como Massacre de Mutantes, Queda de Mutantes, Inferno, dentre outras. É responsável pela criação da então nova leva de "Novos Mutantes" como Rictor e Skids. Por fim, numa de suas últimas passagens pelo título, criou o personagem Cable junto com Rob Liefeld. Particularmente, uma das minhas escritoras favoritas e que tive o prazer de conhecer pessoalmente.




June Brigman 
June Brigman é uma artista e ilustradora americana de quadrinhos nascida nos anos 60 e conhecida principalmente por criar os personagens de super-heróis pré-adolescentes da Família Power, o Quarteto Futuro, com a escritora Louise Simonson em 1984. Também trabalhou como artista regular dos quadrinhos da tropa Alfa nos anos 80 e fez a revista da Barbie publicada pela Marvel Comics em 1991. Outros trabalhos seus incluem A Espada Selvagem de Conan, a Sensacional Mulher-Hulk. Hercúles e Demolidor.




Brigman desenhou para a DC a minissérie da Supergirl em 1994, além de trabalhar para a Dark Horse Comics na série em quadrinhos de Star Wars River of Chaos. Além disso foi professora na escola Joe Kubert School of Cartoon and Graphic Art em Nova Jersey,  Savannah College of Art and Design e  Kennesaw State University's School of Art and Design. Brigman também foi o artista da tira de jornal Brenda Starr, repórter de 1995 a 2011 e em 2016 tornou-se o artista da tira de jornal Mary Worth. 

Julie Bell
Julie Bell nasceu em Beaumont, Texas e é uma ilustrado de renome com trabalhos para várias marcas como ESPN, Ford Motors, Nike, Sony Online, Coca-Cola e Toyota. Fora do ambiente coorporativo, ela se dedica a ser capista com sua pintura realista impressionante com trabalho para a  revista de fantasia adulta Heavy Metal e capas de vários livros de fantasia da publicação TOR. Para a Marvel Comics, Bell já trabalhou para capas da revista da Vampira, Espada Selvagem de Conan, Skaar: Son of Hulk, dentre outros. Ela ao lado do marido Boris Vallejo trabalhou na série de cards colecionáveis da Marvel publicados nos anos 90.




Gail Simone
Mais conhecida pelos seus trabalhos na Distinta Concorrência, a escritora Gail Simone marcou como nunca a fase de um dos personagens mais populares da atualidade, o Deadpool. Antes mesmo de entrar na indústria, Gail era bem conhecida por seus textos no site Women in refrigerators e uma coluna própria no Comic Book Resources. Foi assim que conheceu editores da Bongo Comics, que a convidaram para escrever os quadrinhos dos Simpsons. Sua narrativa com humor sem igual chamaram a atenção da Marvel e ele foi convocada como roteirista regular de Deadpool (e posteriormente, Agente X, como devem saber). Foi responsável por expandir a galeria de personagens do mercenário criando a Pistoleira, Cisne Negro e estabelecendo uma relação de admiração/ódio entre Wade e o Treinador. Logo depois, Simone foi para DC Comics onde ficou por anos brilhando na editora com trabalhos como Aves de Rapina, Mulher Maravilha, Batgirl, dentre outros.


Devin Grayson

Devin Kalile Grayson é uma escritora americana de histórias em quadrinhos e romances.Sua ambição inicial era ser atriz; ela estudou no Berkeley Shakespeare Festival e frequentou a Escola de Artes de São Francisco, mas enquanto estava na faculdade comunitária decidiu se tornar escritora. Apesar de seus trabalhos mais famosos estarem na DC com série como Mulher-Gato, Asa Noturna, Gotham Knights e os  Titans, ela teve uma passagem marcante na Marvel no começo dos anos 2000. Foi responsável por uma série de título "Marvel Knights" como Viúva Negra e Motoqueiro Fantasma, além da quadrinização de X-Men Evolution na época. Ela é a co-criadora de Yelena Belova, a Viúva Negra (atual Viúva Branca) 




Marjorie Liu
Liu já era uma escritora de renome com livros de sucesso como Tiger Eye e Taste of Crimson
antes de entrar em contato com a Marvel para o primeiro romance dos X-Men em 2005, Dark Mirror. Foi nessa época que começou a entrar em contato com os editores para arriscar seu primeiro trabalho como roteirista de quadrinhos e assim nasceu a minissérie NYX . Em seguida, foi chamada para roteirizar uma minissérie da Viúva Negra em cinco partes. Daí, foi convidada a dar vida a X-23 em sua própria série mensal que durou mais de 20 edições e co-escreveu Daken: Wolverine Sombrio ao lado de Daniel Way. Marjorie em seguida chegou a fazer 21 edições de Astonishing X-Men para depois seguir em trabalho autoral com Monstress. Recentemente, retornou para a Marvel escrevendo a minissérie em 5 partes do Han Solo.


Sarah Pichelli 
A desenhista italiana começou logo de cara no ramo de animação e story boards, mas decidiu seguir outro rumo na sua carreira ao conhecer o desenhista David Messina numa convenção. Foi quando se interessou por histórias em quadrinhos e passou a trabalhar com ele até finalmente conseguir trabalhos próprios em quadrinhos de Star Trek pela IDW. Entrou na Marvel em 2008, desenhando a segunda minissérie de NYX, com o subtítulo Sem Volta, escrita por Marjorie Liu. Depois, fez algumas edições de Fugitivos, na fase escrita por Kathryn Immonen, e uma série da X-Woman Fada. O salto na sua carreira veio no entanto quando juntamente com Brian Michael Bendis, ela deu vida ao Ultimate Homem-Aranha Miles Morales. Depois de uma breve passagem pelos Guardiões da Galáxia, a artista voltou a trabalhar nas páginas da nova revista mensal de Miles onde está até hoje.


Kelly Sue DeConnick
Certamente uma das mais revolucionárias e atuantes escritoras de hoje, Kelly Sue foi a responsável por transformar a outrora Miss Marvel Carol Danvers na Capitã Marvel. Seu primeiro trabalho na Casa das Ideias foi na minissérie Osborn, com a artista Emma Rios. Em seguida, escreveu duas edições de volume únicos em 2010, uma protagonizada pela Lady Sif e outra com a Pepper Potts como Resgate. Depois de algumas outras histórias em diferentes títulos, DeConnick foi convidada a revolucionar a heróina Carol Danvers para a editora, tornando-a agora uma gigante entre antigos medalhões e inclusive inspirando um futuro filme da Marvel. Sua passagem pela personagem durou mais de três anos, em dois volumes diferentes, quando também roteirizava paralelamente o título "Avante, Vingadores"


Sana Amanat e G. Willow Wilson
A editora da Marvel Sana Amanat esteve na linha de frente das principais mudanças da Marvel para a linha de uma nova geração que surge nos quadrinhos hoje. Incluem-se aqui a revista Ultimate Comics: Spider-man que introduziu Miles Morales como um novo Homem-Aranha na realidade alternativa 1610 (e que em breve faria parte da regular) e também a mudança de Carol Danvers para assumir de vez o manto de Capitã Marvel. Mas o seu maior mérito nisso tudo foi ter convidado a roteirista G. Willow Wilson para criar uma nova Miss Marvel e assim dar ao mundo a mais marcante heroína muçulmana de todos os tempos - Khamala Khan. Gwendolyn Willow Wilson já tinha fama por Air, lançada pela Vertigo em 2008 e indicada ao Eisner como "Melhor nova série", além de uma carreira firme na DC comics quando foi convidada pela primeira vez a trabalhar na Marvel. Primeiro, na minissérie em quatro partes Mystic. Depois, na personagem que viria a levar seu nome ao mundo, a Ms. Marvel, uma garota heroína muçulmana que refletia todas as dificuldades do que a própria Willow teve na sua infância em Nova Jersey. Como bem disse a escritora em uma de suas palestras, é uma personagem escrita com foco principalmente na geração Milenials e assim agitou o mercado nessa direção nos últimos dois anos pra cá.


Roxane Gay e Yona Harvey
Aqui no Brasil, os leitores de quadrinhos ainda não viram o trabalho delas, mas esses nomes em breve vão aparecer bastante nas páginas dos gibis brazucas. Com o filme do Pantera Negra vindo aí, a Marvel contratou ano passado um romancista Ta-Nehisi Coates para uma nova série lançada protagonizada por T'Challa e foi de cara um sucesso, um dos títulos mais vendidos de 2016. Porém, como se não fosse suficiente, o editorial veio ainda no segundo semestre do ano passado com World of Wakanda, mensal que tem como mérito trazer mais personagens daquele misterioso mundo africano ao leitor. E duas mulheres negras é que são responsáveis pelas histórias - a escritora Roxane Gay e Yona Harvey. Nesse título, vamos ver as Dora Milaje como protagonistas assim como uma série de novas personagens femininas como é o caso da Zenzi. E esse ano a Marvel ainda irá lançar um outro título, Black Panther and The Crew, com parceria de Coates e Harvey. Nessa história, teremos além de T'Challa, Luke Cage, Dobra, Misty Knight e Tempestade formando uma só equipe. Yonda Harvey comentou em recentes entrevistas que pretende como nunca antes dar as nuances das mulheres negras poetisas para ser a "voz" da Tempestade.


Também devemos lembrar aqui dos nomes de Barbara Hall, Glynis Oliver Wein, Wendy Pini, Kathryn Immonen, Laura Allred, Robin Furth,  Cristina Strain, Adriana Melo, Emma Rios, Laura Martin, Sonia Oback, Tamora Pierce, e muitas outras. Num meio onde ainda é predominante o universo masculino, todas elas tiveram que brilhar muito mais para conquistar seu espaço e merecem certamente muito mais as homenagens para esse dia. Elas são as nossas verdadeiras super-heroínas!

Coveiro

domingo, 8 de março de 2015

Em Foco: Uma história sobre os quadrinhos de Mulheres na Marvel

Mulheres da Marvel

Quando você acaba de sair de uma maratona tão boa quanto a do seriado da Agente Carter, é bem fácil por  a mão na massa e fazer com que esse artigo saia espontaneamente.  Voltar décadas atrás e ver algumas dificuldades das mulheres meio século atrás em várias instâncias, e isso inclui ser uma leitora de quadrinhos do mundo dos super-heróis. Algum embasamento eu já tinha quando li o livro de Sean Howe sobre os bastidores da Marvel, então atiçado pelo dia 8 de março, resolvi correr atrás de alguns títulos que apesar do pouco sucesso, foram potenciais divisores de águas dentro da Marvel ao decorrer das décadas de sua existência.

Antes da Marvel, quando a editora apenas nascia no ramo dos quadrinhos de super-heróis e ainda se chamava Timely Comics, todo tipo de gibi que era direcionado ao público feminino se resumia aos título da super-modelo Millie, a datilografa Tessie e a enfermeira Nellie. As primeiras tentativas mais fortes de se criar uma super-heroína forte entre os campeões da época veio mais por pressão da rival DC Comics e sua mulher-maravilha do que qualquer outra razão mais justa para atrair um possível público feminino na época. Assim, surgiram os nomes da primeira Miss America, Golden Girl, Namora e Venus.

Madeline Joyce teria sua primeira aparição nas revistas em 1943, em Marvel Mystery Comics #49 (Novembro de 1943) já como Miss America. Criada por Otto Binder e Al Gabrielle, a moça ganhou seus poderes na fórmula de praxe, através de um acidente ao usar uma máquina de um laboratório durante uma tempestade de raios. Seus poderes tinham o padrão comum - super-força e vôo - e chegou a fazer parte do grupo All Winners Squad (uma clara afronta a Sociedade da Justiça em sua época). Chegou a ter um título próprio, mas que já na segunda edição não sobreviveu a uma prática comum da época de ser superlotado com outras histórias reeditas antigas. Apesar de não ter sobrevido a nova era dos heróis da Marvel, Madeline chegou a ser mencionada como a esposa do Tufão e mãe - por um tempo - dos gêmeos Maximoff, Pietro e Wanda.

Mulheres da Marvel

Seguindo a linha, a Timely resolveu aproveitar uma personagem coadjuvante que surgiu na primeira Captain America Comics e transformou-a na Golden Girl. Elizabeth Ross assumiu o papel de parceira do Capitão (que na época, seria supostamente o alterego de Jeff Mace) na edição 66, em 1947. Foram aventuras esparsadas, sem grande destaque. Mais tarde a Marvel aproveitaria o sobrenome de Elizabeth para transformá-la na tia do General Ross das histórias do Hulk. Já o alterego da Golden Girl voltaria a ser usado em um famoso retcon por Roy Thomas. Desta vez com o nome de Gwenny Lou Sabuki, Golden Girl surgiu na revista dos Invasores como uma das sidekicks de heróis da Era de Ouro e assim garantiu mais um personagem da antiga editora na nova casa. Essa sua versão era capaz de produzir luz e energia pelas mãos.

Mulheres da Marvel

Uma outra coadjuvante que foi aproveitada para alçar um papel de destaque foi a secretaria do Tocha Humana original, Jim Hammond, chamada Mary Mitchell. Em 1948, chegou a ter título próprio chamado Sun Girl desenhado por Ken Bald, mas não durou três edições. Acabou como sidekick do Tocha por um tempo, e também seu interesse amoroso. Uma nova versão da personagem viria a surgiu justamente agora, nas histórias do Homem-Aranha Superior e chegou até a fazer parte dos Novos Novos Guerreiros.

Mulheres da Marvel

Com menos destaque que as demais, a personagem Louise Grant Mason se tornou a Blonde Phantom. Apareceu pela primeira vez na edição 11 de All Selected Comics, que na edição seguinte virou Blonde Phantom Comics. Sem superpoderes, a moça era praticamente uma superespiã da época e chegou a ser membro tanto do All Winners Squad como do retcon dos Invasores. Uma descendente dela chegou a assumir o manto anos mais tarde numa história da Mulher Hulk.

Mulheres da Marvel

Tanto a Namora como a Venus se tornaram bem conhecidas do público mais pra frente, quando ambas participaram inclusive da atual superequipe liderada por Jimmy Woo, os Agentes da Atlas. Namora surgiu em Marvel Mystery Comics #82 como prima do Príncipe Submarino no ano de 1947, seguindo a mesma origem de hibrido de pais atlante e humana. Criada por Ken Bald e Syd Shores, a personagem chegou a ter três edições de uma revista própria em 1948. Já a Venus foi criada em sua própria revista, com a pretensão de ser de fato a própria deusa grega que desceu a Terra e assumiu a identidade de Victoria "Vicki" Nutley Starr. A revista durou 19 edições e a personagem voltou a Era Marvel em 1973 numa revista do Namor.

Mulheres da Marvel

Todas essas personagens foram de fato importantes passos na tentativa de alçar o público feminino, principalmente numa época pós-guerra, que via os quadrinhos sofrendo uma leve baixa de mercado e precisava tentar expandir seu público. Ainda assim, falharam em muitos aspectos, principalmente por não conseguir emplacar nenhuma delas como uma grande representação da mulher no mundo super-heróico da Marvel através do tempo.

Muitos anos mais tarde, já com a Marvel estabelecida e seguindo a vibe da Era de Bronze, Stan Lee baixou uma ordem editorial para que novos títulos femininos fossem criados, mas dessa vez do jeito certo. A grande inovação seria que as revistas de mulheres fortes seria escrita por mulheres também. Foi assim que em 1972 foram lançados os títulos da Enfermeira Noturna, As Garras da Gata e Shanna, a Mulher-Demônio.

Linda Carter foi a única delas que já existia nos quadrinhos, criada na revista Linda Carter, Student Nurse por Al Hartley e Stan Lee. Em busca desesperadamente por uma escritora para o título, o editor da época, Roy Thomas, conversou com sua mulher Jean Thomas para esta função. O título durou quatro números na época e seguiu uma linha bem interessante e diferente de qualquer contato direto com os heróis da Marvel. Ao lado de outras duas personagens – Christina Palmer e Georgia Jenkins – Carter vivia o drama do dia a dia de um hospital que inclusive recebia pessoas acidentadas pelo combate entre superpoderosos. Há também um ar de detetive nas histórias ao colocar a enfermeira tomando a iniciativa de investigar coisas estranhas no local de trabalho. O título não chegou a decolar, e acompanhado dos problemas no casamento entre Roy e Jean, foi descontinuado. A personagem no entanto seguiu um caminho marginal nas histórias de muitos heróis que acabaram tendo suas feridas tratadas muitas vezes por Carter.

Mulheres da Marvel

As Garras da Gata (do original, Claws of Cat) foi a revista que trouxe ao mundo Greer Grant Nelson. Desta vez, Roy Thomas conseguiu fazer uma dobradinha na equipe criativa e tivemos Marie Severin como desenhista e a novata Linda Fite, que já tinha sido assistente de algumas histórias dos X-Men e tomou a frente poucas vezes como roteirista. Fite pegou realmente a ideia do projeto e tentou inserir bastante o discurso de direitos da Mulher no titulo. Viúva de um policial morto em serviço, Greer teve que rapidamente aprender a viver por conta própria. Conseguiu trabalho na clinica da Doutora Joanne Tumulo, que acidentalmente havia criado outrora uma vilã, também chamada a “Gata”, no passado. A Doutora Tumulo que vinha sendo ameaçada na época, foi convencida a usar o mesmo experimento em Greer, que acabou ganhando alguns poderes extra-humanos e tomou para si uma carreira de combate ao crime. O título também durou quatro edições e somente mais tarde Greer viria a sofrer novas mudanças na sua vida e se tornar a Tigresa. Já o seu antigo alterego heróico foi assumido por Patsy Walker, outra personagem feminina antiga da Marvel que começou a assinar como Felina.

Mulheres da Marvel

Por fim, temos Shanna, a Mulher-Demônio, que ficou nas mãos da amiga de Roy Thomas, Carole Seuling. Sendo ex-esposa do escritor Phil Seuling, Roy achava que podia ter um bom apelo ali e estava certo. O título durou cinco edições e foi o que conseguiu estabelecer melhor a personagem, que se tornou depois figura constante nas histórias do Ka-Zar e Demolidor. A premissa era realmente bem copiada das histórias da Sheena, mas tentava dar um apelo mais forte a personagem ao mundo civilizado. Shanna era filha de um minerador de diamantes do Zaire, mas formou-se zoóloga, tornou-se uma grande atleta e com um vínculo extraordinário com a natureza. Sempre acompanhada de um casal de leopardos, ela combateu diretamente o vilão Mandrill para salvar seu pai e seguiu uma carreira mais proeminente como heroína depois disso.

Mulheres da Marvel

Apesar desse novo projeto se mostrar um fiasco, a Marvel não desistiu ainda de alcançar o publico feminino ali. Ela só bastava olhar mais atentamente para o outro lado. Em 1977, pegando uma premissa aberta nas histórias do Capitão Marvel, a personagem Carol Danvers ganhou título próprio e poderes equiparáveis ao do Mar-Vell. Carol já era bem conhecida do público na época, principalmente por não fazer um mero papel de par romântico do personagem, mas sim uma bela antagonista na função de chefe de segurança que punha a identidade secreta do Kree em risco na base militar. O escritor Gerry Cornway ficou nas duas primeiras edições, mas a Marvel foi bastante esperta em convocar o proeminente roteirista dos X-Men, Chris Claremont , para tomar seu lugar. O britânico mostrou ser alguém que compreendia bem a ideia de escrever uma protagonista feminina forte em seus primeiros anos nos X-Men e repetiu o mesmo nessa mensal. As histórias tinham a sensibilidade necessária ao mesmo tempo que batia forte na questão do feminismo. Uma das maiores lutas da identidade civil de Danvers na revista era quanto a questão de pagamentos por salários iguais entre homens e mulheres na mesma função. A revista acabou sendo cancelada antes mesmo de ter um final digno, mas a Marvel anos mais tarde lançou o que seria uma conclusão para as histórias nas edições 10 e 11 de Marvel Super-Heroes, que originalmente deveria sair como Ms Marvel 24 e 25.

Mulheres da Marvel

Apesar de passar um bom tempo sem título mensal nos anos 80, a personagem Ms Marvel conseguiu de fato um bom apelo ao se estabelecer rapidamente como uma Defensora e Vingadora. Infelizmente, alguns roteiristas a levaram para um caminho nada digno da personagem e o próprio Claremont tentou “salvá-la” disso ao colocar o já tão famoso ataque da personagem Vampira que a deixou gravemente ferida e sem memórias. Neste mesmo intento, Chris ainda a colocou longe da Terra juntamente com os piratas siderais e somente no final dos anos 90 a moça voltou para o devido lugar entre os Vingadores na fase escrita por Kurt Busiek e desenhada por George Perez. Em tentativas contínuas, a editora sempre voltava com a sua mensal até que finalmente nos últimos anos conseguiu que a personagem se estabelecesse sob o comando da roteirista Kelly Sue Deconnick com a nova alcunha de Capitã Marvel.

Mulheres da Marvel

Nesse vácuo deixado por Carol nos anos 80, foi a vez de uma outra personagem feminina de caráter forte se estabelecer. A Mulher-Hulk foi criada em Savage She-Hulk em 1980 mais para proteger os direitos de uso da personagem do que qualquer outra coisa (Na época, se pensava em produzir uma série de TV seguindo o sucesso do seriado do Hulk e da Mulher-Bionica). A primeira revista não durou mais que um ano, mas após o sucesso das Guerras Secretas, John Byrne resolveu tutelar a personagem em 1989 e criar a revista Sensational She-Hulk. Cuidando do roteiro e desenho, a fama de Byrne fez com que o título fosse um sucesso imediato, mas ela teve méritos além disso. Com personalidade forte e independente, Jennifer Walters era tudo o que a nova mulher podia ser. As histórias mostravam seu lado como uma advogada pro-ativa balanceado por um leve teor agradavelmente cômico às histórias. Outra coisa que fascinava bastante na época era como Byrne conseguia que a personagem quebrasse a quarta parede e interagisse com o leitor (isso, muito antes de se pensar em existir um Deadpool). É tão notório o sucesso do título que mesmo com a saída de Byrne no número 50, a revista continuou sendo publicada por mais 10 edições. Foi até hoje o “run” mais longo da personagem desde então.


Mulheres da Marvel

Apesar de um tempo morno com iniciativas como essa, podemos dizer que algo já havia sido impactado na Marvel. Tanto a franquia dos X-Men como os Vingadores passaram a ter líderes femininas em diversos momentos. Nas demais mídias fora dos quadrinhos, personagens como Tempestade e Vampira ganhavam um peso como nunca antes tido pelo público feminino. O mesmo vale mais recentemente para a Viúva Negra nos filmes dos Vingadores. E em 2018, já sabemos que a Capitã Marvel ganhará finalmente seu próprio filme pela Marvel Studios.

E em sua mais recente tentativa de emplacar uma volta das mulheres dominando os gibis, a Marvel lançou a aproximadamente um ano cerca de 10 solos mensais protagonizadas por mulheres. Entram aqui a Capitã Marvel, Mulher-Hulk, Elektra, Tempestade, Gamora, Viúva Negra , Mulher-Aranha, a nova Ms Marvel, além das novatas Silk e a Spider-Gwen. Nem todos esses títulos, é verdade, se mostraram fortes para alcançar mais de 12 edições, mas é ainda surpreendente ver como a nova força feminina chega com folga e de modo natural nos planos do editorial de hoje. E se nos basearmos em alguns anúncios, muito ainda esta por vir.

Coveiro

PS: Anos atrás, listei algumas das mais destacáveis heróinas que passaram pelas casas das ideias desde sua criação! Quem quiser conferir, ta na mão!

segunda-feira, 3 de março de 2014

Wolverine Selvagem: Perdidos!


Com a vinda da Nova Marvel, Wolverine foi agraciado com não apenas um, mas dois títulos nos EUA. Um deles você já conferiu com o relançamento da revista mensal.  O outro, que praticamente pode se enquadrar como uma revista para convidados especiais, Wolverine Selvagem, vai começar a sair aqui através de uma série de encadernados. E o primeiro deles é coisa fina! Nada menos que Frank Cho assume roteiros e desenhos, fazendo o que sabe de melhor – Mulheres, Dinossauros e um show de narrativa sequencial.

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Tudo começa com uma expedição cartográfica da SHIELD na Terra Selvagem. Shanna, a Mulher-Demônio está acompanhando a equipe e ao se aproximar da Baía do Terror, tudo dá errado. A equipe cai na Ilha Proibida e depois disso parece impossível escapar de lá. Oito meses passados, como que do nada, Wolverine aparece lá, praticamente caído dos céus. Sem entender muito, ele caminha pelo lugar, lutando contra velociraptores e aborígenes, até que finalmente encontra um rosto familiar – A exuberante Shanna.

Após explicar como caíram ali e nunca mais conseguiram escapar, Shanna e Wolverine se aliam para finalmente ter forças o suficiente para escapar da maldita ilha perdida. E pra isso vão ter que enfrentar as coisas mais estranhas da Terra Selvagem. Algo como Pteronodontes-humanóides. Mas eles não serão os únicos. Num outro ponto do lugar, como que do nada, surge o jovem Amadeus Cho. Certamente, aquele lugar está atraindo todo tipo de estranhezas para lá.

Amadeus Cho está aqui um pouco mais crescido do que estamos acostumados. Mais experiente, vestido com um terno, detentor da Tecnologia Bannertec e até mesmo com uma inteligência artificial chamada “Calvin”, o garoto não é nem de longe alguém indefeso ali. Não é a toa que consegue intimidar fácil os selvagens locais. Conversando com o mestre da aldeira de aborígenes, Cho finalmente conhece um pouco da história daquele lugar maldito. Ao que parece, houve tempos atrás uma luta entre um celestial e uma criatura alienígena do mal. Lá, o mal foi aprisionado e guardiões (como os homens daquela tribo) protegem o santuário. Todavia, sempre constantemente o lugar parece ‘chamar’ por estrangeiros para libertar o monstro preso. O velho mestre da Aldeia também mostrou ter capacidades mágicas inexplicáveis, como uma poção capaz de ressuscitar mortos.

Enquanto isso, Wolverine e Shanna continua combantendo os locais sem saber que estão servindo um propósito maior. Isso resulta em Logan despencando de um grande desfiladeiro e Shanna aparentemente morta. Foi graças a Cho, que a reconheceu, que o Mestre da Aldeia resolveu ressuscitá-la. Foi assim que Cho descobriu um outro Homem-Coisa aprisionado no lugar e que era fonte da poção que ressuscitava pessoas. E assim Shanna reviveu.

Agora sabendo do plano maior em jogo, Shanna e Cho se juntam para deter Wolverine a não soltar o monstro antigo aprisionado na ilha. Para isso, Logan atacou mais uma leva de aborígenes e até Gorilas gigantes. E após o massacre dos símios, Shanna chega bem a tempo de deter Wolverine de abrir o portal. Porém, chega na ilha um quarto convocado – Hulk.

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A briga gerada entre Wolverine, Hulk e os Gorilas foi demais para a estrutura do templo. O mesmo ruiu, libertando Aquele que Caminha nas Sombras, Morrigon. Hulk ate tentou detê-lo, mas sem sucesso. O alienígena fugiu dali e numa espécie de epílogo foi até seu mestre. Visher-Rakk é uma espécie de Galactus ainda mais maquiavélico. E ele acaba de saber que há outros lugares em nossa galáxia para poder se alimentar.

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A história se encerra por aqui, uma outra equipe criativa assumirá a seguir, mas esses cinco números em encadernado já valeu e muito para os fãs de Cho. Quem viu o trabalho do desenhista na antiga história da Shanna na revista Max sabe como é de cair o queixo o trabalho do artista. E não, não estou falando só de mulheres semi-nuas. Não negando que Cho seja bom nisso, mas há algo mais no trabalho de Frank que qualquer um com pouco conhecimento de arte sequencial vai saber apreciar. É um daqueles trabalhos que pode ser composto de páginas e mais páginas sem diálogos e mesmo assim ter uma fluidez de história.

Cho também não é nenhum leigo dentro do tema. Depois de sua Shanna na Marvel, Frank foi criador e roteirista da série Jungle Girl que mistura bem esse tema de mundo perdido com ficção de realidades temporais bagunçadas. Podemos até considerar essa história uma espécie de “revival” de sua personagem que acabou não tendo continuidade após o segundo volume. Particularmente, como fã do artista, fiquei muito satisfeito com esse encadernado em separado lançado pela Panini.

Coveiro

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Novo título do Wolverine na Marvel Now confirmado!

*Atenção! Informações inéditas no Brasil e EUA!


Semana passada, uma nova leva de teaser de futuros títulos do Marvel Now saíram e um deles apontava com certeza para ser a nova revista do baixinho mutante canadense mais conhecido do mundo, Wolverine. Hoje, uma imagem confirma isso e a equipe criativa. Confira!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Skaar se torna ainda mais selvagem...

* Atenção! Informações inéditas no Brasil e EUA!

Skaar

Foi anunciado esses dias que Skaar, o filho do Hulk, vai ganhar sua própria minissérie nos EUA este ano. Escrita por Rob Williams e desenhada por Brian Ching, Skaar: The King of the Savage Land terá 5 edições e capas por Michael Komarck e Ed McGuinness. Veja as duas, respectivamente, a seguir: