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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Guerras Secretas #5: Como o Destino prevaleceu



O jogo parece ter virado completamente para o Deus Destino desde a descoberta de seres vindos além da criação de Latvérion. Mas de todos os presentes, nenhum perturbou mais Von Doom do que seu eterno inimigo, Reed Richards. O breve encontro entre os dois resultou no final na morte do Estranho, vítima do próprio Deus que se desagradou da desobediência de Stephen. Agora, o corpo do Xerife de Agamotto é velado.

De todos da família real, nenhum parece ter sentido mais a morte de Stephen do que o jovem Franklin. Sob o monumento erguido em homenagem ao Xerife, ele jura vingança sem saber que o autor daquela morte foi seu próprio "pai" e "deus". Depois da cerimônia, Doom encontra-se com sua "filha" Valéria, que sente-se terrivelmente culpada pela morte de Stephen. Ela acredita que se sua curiosidade quanto a arca não tivesse a feito seguir mais longe, ele estaria vivo agora. Destino, no entanto, pede da filha apenas a obstinação para encontrar aqueles que estavam foragidos e que supostamente causaram a morte do Xerife de Agamotto.



Sozinho, Destino segue para a estátua de um outro amigo considerado agora morto. Adentrando um portal desconhecido, ele depara-se com Owen Reece, o Homem-Molecular. Reece reclama do tempo que se mantem ali sozinho sem visitas e quando a mesma acontece, Destino não lhe traz nem mesmo algo para comer. Ainda com resquícios da sua insanidade, Reece relembra de como ele, Destino e Estranho derrotaram os Beyonders. A história finalmente é revelada nas páginas seguintes ao leitor, uma estratégia que consistia de recriar versões diferentes do Homem-Molecular e usá-los contra os próprios Beyonders.



No confronto final que vimos em Vingadores, os Beyonders foram atraídos para fora do planos deles para o nosso. Enfraquecidos aqui, foram atacados pelas versões explosivas de Homens-Moleculares e mataram os "criadores de tudo". Daí, havia um poder criador esperando para ser tomado. Stephen Strange o negou, Destino não hesitou. Agora, Strange, maior conselheiro de Von Doom até ali estava morto e havia ameaças na nova criação. Quem seria o próximo dentre eles a tombar?

No Departamento de Ciência de Latvérion, a Fundação Futuro se reúne para planejar a caça aqueles intrusos. Além de Valéria, descobrimos que fazem partte dela o Homem-Dragão, Alex Power, Franklin, Bentley 23, Nostradamus, Máquina da Noite (até então inédito no Brasil pois a Panini não publicou a série SHIELD) e o Homem-Psíquico. Valeria percebeu que a assinatura energética que fez os estranhos desaparecem é igual a do falecido Xerife, o que só aumenta o mistério em torno deles. E então, descobrimos o atual destino de alguns deles nas páginas a seguir:


A Thor está em Destinogard, como se fosse apenas mais uma deles. Namor encontra-se em Egíptia. Capitã Marvel é prisioneira no Baronato Sinistro. Cisne Negra está às portas de Doomstadt. Já Thanos encontra-se à frente da grande muralha do Escudo.

Finalmente, nós descobrimos como Destino usou a própria arma dos Beyonders contra eles próprios. E ainda assim, mesmo no novo mundo, a criação ainda aparentemente parece muito dependente dos poderes de Reece, um ser que se mantém enclausurado e desconhecido por Latvérion. Nessa mesma edição, temos mais uma outra história publicada em Secret Wars Journal onde o Dr. Leonard Samson é um terapeuta que tentar por na linha uma cidade onde todos são Hulks em potencial.

Coveiro

domingo, 26 de junho de 2016

Inominata 616 # 112 - O Mundo Fantástico de Hickman


Faltando apenas um pouco mais de um mês para as novas Guerras Secretas chegarem ao Brasil, a equipe do Inominata 616 resolveu que estava mais que na hora de falar de onde provavelmente tudo isso começou. Era mais ou menos meados do Reinado Sombrio quando Jonanthan Hickman entrou na Marvel e logo logo assumiu a revista do Quarteto Fantástico. Dali, as sementes foram colocadas para eventos de proporções épicas acontecerem. E é esse o tema do Inominata 616 da vez.

De viagens interdimensionais, passando por cidades recém descobertas que mais parecem histórias de filmes Pulp dos anos 50 até chegar a confrontos inimagináveis com gigantes cósmicos, é isso que vamos encarar nestes quase 3 anos da Fase de Jonanthan Hickman na batuta do Quarteto Fantástico. E o   Coveiro, Paulo Artur, Rafael Felga e Henrique Bracarense, do Mutação em Debate, serão os quatro viajantes escalados para revisitar esse marco da fase moderna da Marvel e explicar tudo o que aconteceu naquela época para vocês.

Divirta-se com as birras de um dos nossos 616s com o Richards e a predileção do mesmo por um certo vilão. Saiba porque ter uma filha superdotada nem sempre é uma vantagem. Entenda como uma sobrinha pode manipular o ego de um tio latveriano e assim salvar o dia. Discuta conosco sobre a polêmica idade de Franklin Richards. Por fim, veja a correlação que o Hickman montou nesta fase tanto com Terra X como com a vindoura Guerras Secretas.


Duração: 125 min




*Desativamos o player do 4Shared por estar dando problemas na página inicial do site!

Links da leitura de Emails:
Inominata sobre Massacre

Links do programa:

A Teoria de Manipulação Temporal de Franklin Richards por Coveiro
A Ponte
Confrontando Norman Osborn
Conselho de Reeds
O Fim do Conselho
O neo-mundo destruido
O aniversário de Franklin
A primeira cidade
A segunda cidade

A terceira e quarta cidade
A Fundação Futuro
A Pseudo-Cura de Ben Grimm
O Passado e Futuro com Nathaniel Richards
Tio Destino
A noitada de Ben Grimm
A morte de Johnny Storm
Surge a FF
A volta de Johnny Storm

Como Johnny Storm sobreviveu
Fundação Futuro se prepara pra batalha final
Franklin Richards e seu arauto, Galactus 
Quarteto Fantástico contra o Cancer 
Parker e Johnny dividem um apê
Eleições na Zona-N
Sobre Reed e Ben
Sobre Reed e T'Challa
Últimas histórias do Hickman no Quarteto

Outros Podcasts Relacionados:

Inominata 616 #15 - A Era das Trevas
Inominata 616 #30 - Quarteto Fantástico de Stan Lee e Jack Kirby
Inominata 616 #74 - Infinito e Além
Inominata 616 #76 - Bem-vindo a Terra X
Inominata 616 #78 - Guerreiros Secretos de Jonanthan Hickman
Inominata 616 #88 - Um Quarteto NADA Fantástico


Para baixar em mp3, clique aqui!

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Coveiro

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Com o fim de Secret Wars, o (re)começo do Universo Marvel

Atenção! Informações de publicações inéditas no Brasil!
GUERRAS SECRETAS 9 CONCLUSAO SECRET WARS CONCLUSION REED RICHARDS SUSAN RICHARDS DOOM HICKMAN FANTASTIC FOUR QUARTETO FANTÁSTICO

Guerras Secretas (Secret Wars) chegou ao fim hoje, 13 de janeiro de 2016, trazendo em sua última edição a resposta a inúmeras questões levantadas desde a estreia do universo Marvel de “8 meses depois” do fim do evento, em especial o paradeiro de membros-chave do Quarteto Fantástico. Nem tudo ficou claro, nem tudo respondido, mas o caminho para o “All-New, All-Different” universo está lá. O texto a seguir está cheio de SPOILERS!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

FF: O dia em que a Formiga derrubou o Destino



Há uma constante universal neste ponto da história.  Destino, Aniquilador e Kang – notórios inimigos do Quarteto Fantastico – irão se reunir num só para dominar o mundo.  Para impedir isso na realidade 340, o nosso Quarteto Fantastico se reuniu com a versão daquele mundo e impediu uma catástrofe mundial. Contudo, isso deixou nossa Terra 616 desguarnecida e coube a equipe reserva, Scott Lang, Medusa, Mulher-Hulk, Miss Coisa e a molecada da Fundação Futuro impedir um mal maior.

Na última edição, vocês viram uma verdadeira operação de guerra maluca articulada para impedir os planos dos vilões. A família Power que estava como refém foi resgatada. Os destinobôs e sentinelas do castelo foram derrotados. A magia do bom e velho latveriano foi corrompida. Sua tecnologia também foi sabotada. Tudo isso foi feito para que quando Destino roubasse os poderes supremos de seus comparsas para virar o Conquistador Aniquilador, as Mulheres da Fundação Futuro tivessem sua chance de tirar esse omnipoder do seu corpo e Von Doom tivesse que encarar Scott Lang sozinho de igual para igual no mano a mano.



Obviamente, mesmo privado do super poder, Destino não aceitaria uma luta limpa. Assim, ativou a energia reserva de sua armadura para atacar o Homem-Formiga. Mas para surpresa do Doutor, Lang sobreviveu. E, então, lhe deu uma surra como nunca. Em nota narrada pelo Vigia, é revelado que Lang descobriu uma maneira incomum de usar a partícula Pym, não só para manipular seu tamanho, mas sim sua força e resistência – algo que seguiria a logica dos poderes de densidade do visão e iônicos do Magnum (algo extremamente forçado, já que nunca o Hank narrou isto desta forma, mas vamos engolir pro bem da história). Até as crianças surtam com essa reintrepertação dos poderes da partícula Pym e começam a elocubrar outras variações da mesma ideia.



Lang está decidido ali a ter sua vingança. Ele ignora a oferta de Destino de que pode salvar Cassie, destrói a maquina que roubou os omnipoderes dos vilões e expõe o combate entre os dois para além dos tuneis da Latveria. O evento é tão superlativado que até mesmo o Tribunal Vivo vem em pessoa para a Terra para “amaldiçoar” o Destino – cada mal que ele fizer será marcado em seu rosto com mais uma cicatriz. Por fim, Lang não perdoa e como prometido surra o Doutor destino até sobrar um “só fio de vida” como prometido. Mas o castigo pra o Doutor não para por ali.


Numa ligação direta com as histórias do Quarteto Fantastico, vemos que a viagem de volta ao 616 de Franklin, Valeria e Dentinho foi interrompida pela presença de Ravona (sim, a jovem Ravona, amor do Jovem Kang que se unira aos planos de Destino). A moça do futuro explica seu mirabolante plano até ali de forçar a união entre os três vilões enquanto Kang era jogem e inexperiente para que assim houvesse uma chance de vitória. Sem engolir muito da história, a moça do futuro ainda revela que ela é uma versão que ainda esta por vir da sua irmã, Val.


E quando é chegado o momento de Ravona libertar os dois do limbo espaço-temporal, ocorre justamente uma ultima reposta de Destino contra o Homem-Formiga. O latveriano disparo um raio contra Scott, mas ao invés de acertar nele é justamente a sua afilhada, Valeria, recém chegada da viagem temporal, que leva o raio. Destino sente toda dor do mundo, porque acha que ela morreu. Mas a verdade é que usando seus dons quase divinos, Franklin salvou a irmã a tempo, mas deixou com que o vilão tivesse a falsa impressão do assassinato só para castiga-lo.


E assim, temos o fim. Voltamos para uma cena similar as duas revistas. Na área próxima a morada do Vigia, o recém-chegado Quarteto Fantastico e a Fundação Futuro fazem um churrasco. Vemos alguns casais se formando – Lang e Darla -, outros continuam só amigos – Coisa e Mulher-Hulk, para alegria dos Touperóides. Alguns recebem as boas novas de um filho – Vigia e sua Mulher-Vigia. Mas sejam namorados ou so amigos, pais e filhos ou sem qualquer vinculo de parentesco, o que as histórias do Quarteto Fantástico sempre nos ensinaram é que o contexto de família é bem mais amplo que isso.



Foi pouco mais que um ano esse run do Fraction, na verdade. Principalmente se levarmos em conta que ele sequer conseguiu termina-lo sozinho até o fim. Como falei na finalização da sua fase no Quarteto, ele se perdeu mais uma vez. Como rotineiramente acontece em parte dos títulos que pega. Há quem meça que Fundação Futuro conseguiu ser mais bem sucedida, mas eu mesmo meço pouca diferença. Na verdade, se compararmos tudo o que o Matt fez até aqui em relação com o trabalho do criador da FF, percebe-se que ele entendeu muito mal o conceito por trás de tudo. Alguns personagens definitivos – como Bettley e os Touperóides – meio que perderam seus propósitos e viraram caricaturas. Já as adições de Ahura, fogem um pouco a proposta de pequenos crânios prematuros. O roteiro fugiu para um non-sense pastelão bem complicado de se acompanhar. De longe, não foi minha fase preferida. Mas é certo que tempos melhores – e roteiristas – virão.


Coveiro

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Infinito: Mundos de Vingadores



A história mudou quando um construtor caiu sob o poder do Mjolnir de Thor. Vários outros martelos, desta vez de acusadores Krees, se ergueram ao seu lado e assim os soldados azulados foram contra os Alephs e libertaram o seu povo. E assim foi também em Dockrum IV, em Kymer, em Centauri Primrdial e em muito mundos. Todos que sob a orientação dos Mais Poderosos Heróis da Terra lutaram contra a invasão dos Construtores e ergueram a bandeira do "V", não da Vitória, mas sim dos "Vingadores".

Mas após breve momento de comemoração, Thor e o Capitão America tiveram uma péssima notícia. Gladiador veio até eles informar que a terra caíra sob a tutela de Thanos. Então, finalmente o leitor volta a ter notícias sobre Thane, o filho perdido do Titã Louco que acabou despertando seus poderes da morte acabando com a sua cidade natal inumana Orollan e sendo capturado por Fauce Ébano. O arauto de Thanos lhe proveu uma armadura capaz de anular seus poders mortíferos, ao mesmo tempo que o prendia até a chegada do pai.

Já Thanos estava na Necrópole de Wakanda, investigando mais sobre as armas mortíferas criadas para destruir mundos. Lá, também mantinha capturado o rei derrotado Raio Negro e através dele conseguiu as senhas para ativar as bombas mortais. Nesse meio tempo, Fauce finalmente se revelou a Thanos e ofereceu o presente - seu tão procurado filho escondido na Terra.


Paralelamente a isso, os Illuminati após impedirem mais uma nova catastrofe se encontram com Maximus e Dentinho. Juntos, eles tomam conhecimento da invasão de Thanos a Necrópole e montam um plano cirúrgico para invadir o lugar. Aproveitando-se do momento em que o Titã foi encontrar seu filho em Orollan, eles atacam e desarticulam as defesas de Thanos.

Já no espaço, os Vingadores recebem o apoio de Gladiador, Super-skrull e Ronan para salvar a Terra. E tudo começa com um plano do Capitão América para dominar Titã, a Lua de Saturno e terra Natal do Louco.

As principais repercussões dessa guerra a gente acompanha na revista dos Vingadores deste mês (que em breve será também resumida aqui), mas ainda falta um capítulo nisso tudo. Infinito ocupa o lugar de melhor maxissérie de primeira classe dos últimos cinco anos no meu ponto de vista, algo que nunca teve essa qualidade desde Guerra Civil em 2008. Apesar do esperneio de alguns leitores, o trabalho de Hickman aqui é impar e parece que crescerá ainda mais no pós-saga. E a arte de Jerome Opena já tem quadros que nasceram clássicos. Depois de tanto tempo só focados na Terra e quase que restrito a disputas urbanas, os Vingadores voltam hoje ao papel pelo que sempre foram conhecidos em suas sagas maiss clássicas - se tornam os Maiores Heróis do Espaço.


Paralelamente a saga principal aqui no Brasil, o leitor acompanhou também nas edições 2 a 5 de Infinito, uma minissérie chamada "A caçada" (Infinity: The Hunt, no original), que coloca os heróis mais adolescentes de diversas escolas de heróis do mundo contra os Invasores de Thanos na Terra. Um torneio que aconteceria na Academia dos Vingadores entre os estudantes foi palco de uma violenta batalha. E após sobreviver a essa briga, quase serem capturados nas ruínas de Atlantida, eles foram os heróis do dia na guerra que houve em Wakanda e as forças de Thanos. Com roteiros de Matt Kindt e arte de Steven Sanders, Paco Diaz e Derc Donovan, eu considero a história em quatro partes dispensável até. Todavia, ela introduz uma boa leva de novos personagens e alguns ali tem um bom potencial no futuro.

Coveiro

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

FF: A equipe reserva



As coisas não andam fáceis para a Fundação Futuro. Dr. Destino, Kid Kang e Aniquilador pretendem se fundir em uma única entidade. Alex Power os traiu. E o Quarteto Fantástico aparentemente arranjou muitas encrencas em sua viagem pelo tempo. A missão agora é resolver um problema por vez.

Devo dizer que o roteirista Matt Fraction mostrou um grande potencial na Marvel quando resolveu escrever histórias ousadas, diferentes. Teve passagens consideravelmente ruins em X-Men e atualmente na revista do Quarteto Fantástico. Mas é na Fundação Futuro e no Gavião Arqueiro, onde se dá ao trabalho de inovar, que ele mostra todo o seu talento.

Na 9° edição da FF, temos toda uma edição mostrando Bentley 23 tentando montar o seu próprio filme. Junto disso temos o desenvolvimento da trama, que nos mostra Julio Cesar encontrando o super-grupo, contando as suas aventuras com o Quarteto no passado e oferecendo uma oportunidade de resgate. Tudo isso com a maravilhosa arte de Joe Quinones.


A 10° edição novamente traz diversos elementos interessante. O Homem Formiga, Medusa, Mulher-Hulk e Miss Coisa se encontram com editores de quadrinhos para produzir suas histórias na mídia impressa. A curiosidade é que tanto o editor Tom Breevort, quanto o escritor e desenhista, Matt Fraction e Michael Allred, são retratados na história. Quebra-se assim totalmente a barreira das HQs.


A história mostra os professores viajando com os editores e algumas crianças para o Microverso. Enquanto isso o restante dos jovens contatavam Maximus, o louco, e questionam o inumano sobre como é matar alguém.

Posso parecer repetitivo, mas a 11° edição novamente traz uma inovação. Julio Cesar ficou, no Edifício Baxter, ensinando as crianças a como conquistar. Enquanto isso os professores usaram a máquina do tempo para voltar no tempo e impedir que o Quarteto Fantástico viajasse para o passado. Porém algo dá errado.

Os quatro heróis agora estão no mundo do Homem Impossível. E o irritante homem verde com cuecas roxas interrompeu a viagem do pessoal para fazer um pedido especial. O seu filho está com problemas e ele gostaria de matricula-lo na Fundação Futuro. O jovem garoto, cujo nome é Adolf, nasceu com o maior defeito que um filho do Homem Impossível poderia ter: é uma criança normal. Não é nem um pouco impossível.


A 12° edição já não contou mais com roteiros de Matt Fraction. O escritor se afastou da revista, mas deixou Lee Allred a par dos seus planos. A edição então apenas serviu para o desenvolvimento dos personagens. Um exemplo desse desenvolvimento é o desejo do Homem Formiga de vingar a morte da sua filha e matar o Dr. Destino. Porém, o ponto alto é quando Adolf Impossível questiona se seu pai é um vilão. E a resposta é que sim, ele é. O argumento é o seguinte: heróis usam uniformes com cores primárias (vermelho, amarelo e azul), já vilões optam pelas secundárias (verde, roxo e laranja).

Siga essa regra das cores e observe como: Kang, Hulk, Dr. Destino, Toupeira, Skrulls, Dr. Octopus, Mysterio, Duende Verde e muitos outros transbordavam as cores verde e roxa em seus visuais e concepções originais.

A 13° edição por sua vez começou a finalizar a trama. Todos os professores e alunos estavam reunidos para colocar em prática, finalmente, a máquina do tempo e resgatar o Quarteto Fantástico. Porém eles somem assim que ela é ativada. Destino e Kid Kang que assistiam tudo ficam assustados com o ocorrido, já que o equipamento não deveria funcionar. Porém tudo não passou de um grande plano do Scott Lang. O herói diminui todo mundo com as partículas Pym e os colocou nas vestes do Homem Impossível, que levou a galera até a Área Azul da Lua, na casa do Vigia.

Estando nessa base secreta momentaneamente, Lang poderia colocar em prática o seu plano de vingança a Victor von Doom, sem correr o risco de ser observado. Mas antes disso, ele resolve tirar satisfação com Alex e questionar ele sobre  sua traição. Ele conta que seus pais estão sendo mantidos em cativeiro e ele vem sendo chantageado. O grupo então promete resgatar os seus pais.

A 14° edição é dedicada para colocar o plano de Lang em ação. O Homem Dragão fica responsável por montar um pequeno exército de robôs do Coisa para serem controlados por video game pelas crianças. Um mago é sequestrado do passado para bloquear a magia de Doom e andróides com a aparência dos heróis são furtados da base do Pensador Louco.


Por fim a 15° edição é a investida dos heróis. As crianças controlando tudo por controle remoto. Alex Power e Ahura resgatam os pais que estavam em cativeiro. Doom absorve os poderes de Kid Kang e o bastão de energia do Aniquilador. Estava onipotente, mas teve seus poderes absorvidos por equipamentos da Fundação Futuro. E em seu momento de fraqueza, ficou cara a cara com Scott Lang.

E então caro leitor, quem sairá vivo dessa? O que estão achando desse run do Matt Fraction na revista? Mesmo saindo dos roteiros, os planos do escritor ainda estão sendo usados. A próxima edição será a última deste super-grupo. Preciso destacar também a arte de Michael Allred, que trouxe um tom que combina perfeitamente com o roteiro.

As edições aqui resenhadas foram publicadas originalmente em FF 9 à 15 e saíram aqui no Brasil em Universo Marvel 9 à 15.

Marcos Heck

quinta-feira, 15 de maio de 2014

FF: Quase uma família


Enquanto o Quarteto Fantástico resolveu viajar pelo espaço/tempo em busca de uma cura para a perda de seus poderes, Medusa, Homem Formiga, Mulher-Hulk e a Miss-Coisa assumiram o manto da família fantástica. E claro, muita coisa louca aconteceu a partir dai.

A edição passada acabou quando um portal se abriu e dele emergiu um Johnny Storm mais velho e bastante ferido. Descansado e confortável, dentro do Edifício Baxter, ele contou tudo o que rolou: durante a viagem no tempo, Victor von Doom, Kang e um Aniquildor extraído do tempo, se fundiram em "Destino, o conquistador aniquilador" e mataram todos os demais membros da família. De início ninguém acreditou nessa história, mas quando foi confirmado que de fato ele era o Tocha Humana, todos acreditaram.


Mas claro que esse não seria o único problema. A Gangue da Rua Yanci não gostou nada de ver a Darla substituindo o Coisa, e tem feito tudo para atazanar a vida da coitado. As contantes provocações, na real, só tem aproximado ela mais e mais de Scott Lang. Nem os touperóides deixaram de aprontar, estão roubando material da Fundação Futuro para o Toupeira.

Mas Darla não tem sido o único foco de Lang, o cientista também deseja vingar a morte de sua filha e reúne a Fundação Futuro para pensar em como assassinar o Destino. Alex Power, corretamente, surta e joga todas as verdades possíveis na cara do atual diretor da FF, que lhe expulsa da sala. Em paralelo, Bentley e os touperóides dedicam seu tempo a "pentelhar" a vida amorosa da Mulher-Hulk, mas falham miseravelmente nessa missão.

Medusa, que estava quieta no grupo até então, traz seu filho Ahura para se juntar aos jovens cientistas. Ela também é manipulada pelo Mago e os dois junto de Bentley e Blastaar, formaram o novo Quarteto Terrível. Foi explorado a fraqueza psíquica de Medusa, a de ser uma mãe (ela nunca conseguiu se firmar como uma boa mãe para Ahura) e Bentley enxerga em Mago a sua figura paterna, assim ambos foram controlados. O grupo malvado então mais uma vez transfere o Edifício Baxter para a Zona Negativa, mas após um quebra pau generalizado, tudo volta ao normal.


Já Alex Power, que estava sumido desde a briga com Scott, vai até a Latvéria contar a Destino os planos do Homem Formiga. O que ele não contava é que o projeto para fundir Kang, Kid Immortus e o Aniquilador já estivesse em andamento.

O trabalho de Matt Fraction nessa revista é muito bom. Tem conseguido desenvolver satisfatoriamente todos os jovens e professores. Existem muitas tramas menores envolvendo o relacionamento dos personagens e até a Gangue da Rua Yanci que não caberiam nesse review, mas fica a dica para conferir essas histórias. A arte de Michael Allred e Joe Quinones (na edição 6) é muito competente e passa toda a ideia da HQ, algo bastante "viajado", mas de qualidade.

Esta resenha abrange as histórias publicadas originalmente em FF 3 à 8, e que foram publicadas aqui no Brasil em Universo Marvel 3 à 8.


Kinhu Heck

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

FF: O Quarteto Fantástico reserva


Antes do Quarteto Fantástico original partir para a sua viagem no tempo em busca de uma cura para Reed Richards, cada membro deixou um amigo em seu lugar. Menos o Tocha Humana que esqueceu dessa tarefa.

Como destacado no review de Quarteto Fantástico, Reed deixou Scott Lang no seu lugar, Sue escolheu a Medusa, o Coisa chamou a Mulher-Hulk e Johnny esqueceu de convidar alguém. Desesperado, acabou colocando nessa enrascada sua atual ficante, Darla Deering, uma cantora pop que não tem um pingo de heroísmo e muito menos super-poderes. Mas como a ideia era ficar apenas 4 minutos como membro do grupo, afinal, se tudo desse certo seria apenas este tempo que o Quarteto ficaria fora, estava tudo "sussa".


Mas claro não deu tudo certo. Reed e sua trupe não voltaram e o novo Quarteto Fantástico foi oficializado. A mídia caiu matando em cima, criticando e expondo a vida dos seus membros. O Toupeira, primeiro vilão do grupo, indignado com a mudança na equipe, surgiu para enfrentá-los. A luta foi facilmente vencida e no desespero, Darla acabou vestindo a armadura do Coisa, aquela que Ben Grimm usou quando estava sem os seus poderes. Agora ela possui poderes para participar do grupo.

Uma vida de tensão, com muita violência e sempre esperando ser atacada, não é algo que anima Darla. Ela estava decidida a abandonar o grupo, mesmo com Scott, Jeniffer e Medusa falando o contrário, foi quando um estrondo do lado de fora do Edifício Baxter chamou a atenção de todos. Um Tocha Humana envelhecido saiu por ele, lacrou a máquina do tempo e disse que uma grande merda havia rolado no passado.


Pois é caros leitores, parece que essa viagem do Quarteto que tinha tudo para ser calma, terá suas turbulências. Mas o que acharam deste novo Quarteto Fantástico/FF? Mike Allred está mandando muito bem na arte assim como Matt Fraction nos roteiros. Será que em breve veremos mais inumanos ou a família Hulk nas histórias? É aguardar para ver.

Essa resenha contém as histórias publicadas originalmente em FF 1 e 2, que saíram no Brasil em Universo Marvel 1 e 2.

PS: No especial Ponto de Partida, foi trabalhado a relação do Homem Formiga com o grande arqui inimigo do Quarteto e assassino de sua filha, Dr. Destino. Provavelmente teremos o Victor dando as caras nessa HQ.


Kinhu Heck

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Mudanças para o Quarteto Fantástico

Atenção! Informações inéditas no brasil e EUA!


Aproveitando a saída do roteirista Matt Fraction das mensais do Quarteto Fantástico e FF, a Marvel relançará a HQ da família mais amada da editora, agora sob a tutela de James Robinson e Leonard Kirk.
Robinson revelou alguns plots da sua nova publicação, que será lançada em fevereiro, junto do selo All New Marvel Now!.

Eles serão despejados do Edifício Baxter e terão de enfrentar os Vingadores. O Coisa será preso por assassinato misterioso. O Homem Dragão será condenado a morte. A imaginação de Franklin começará a se tornar real demais, o que lhe transformará em uma ameaça. E Valéria estará em seu próprio país. 

O roteirista também definiu que seu arco será a queda e ascensão do Quarteto e principalmente de Johnny Storm. Já que, pelo menos momentaneamente, FF não será re-lançada, o Homem Formiga, Darle Deering e alguns estudantes estarão participando das histórias. Quanto aos vilões, de início veremos Dr. Destino e o Quarteto Terrível.


A revista mais uma vez mostrará essa família tendo de ficar unida para enfrentar as dificuldades. Particularmente fico feliz do escritor não ignorar o Franklin e Val e já demonstrar interesse e um plot para o Coisa, mesmo que seja algo dramático.


Mas o que vocês acharam dessas revelações? Estão ansiosos pelo novo Quarteto Fantástico?


Kinhu Heck

sábado, 12 de outubro de 2013

NYCC 2013: Quarteto Fantástico e FF são cancelados


A principal novidade do painel do Joe Quesada na New York Comic-Con foi que o Quarteto Fantástico e sua derivada FF seriam descontinuados. Mas, calma lá. Eu apenas polemizei no título. Leia mais e entenda que nem tudo é tristeza.

Já faz algumas semanas que foi divulgada a saída de Matt Fraction das histórias da família mais fantástica da Marvel, tudo devido ao seu trabalho em Inumanos. Roteiristas provisórios vão terminar seus plots, mas após o final da trama, tudo acaba, na HQ de número 16 das duas revistas.


Mas o Quarteto volta. James Robinson, aclamado roteirista da DC Comics e recém contratado da Marvel, toma conta da mensal e se junta a Leonard Kirk (X-Factor, Novos Mutantes) para contar a sua história. A HQ assim como Vingadores Secretos entrará novamente no relaunch, será zerada e chega nas bancas em fevereiro.


Já a FF, infelizmente, deve dar adeus realmente. Vale lembrar que Robinson também estará escrevendo os Invasores na All New Marvel Now.

Fique ligado que amanhã teremos mais notícias sobre as mulheres da Marvel e o nicho do Homem-Aranha.


Kinhu Heck

terça-feira, 10 de setembro de 2013

E finalmente Jonanthan Hickman fecha suas portas em Quarteto Fantástico e FF

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Cerca de quatro anos atrás, após a saída de uma fase bem polêmica dirigida por Mark Millar, o estreante Jonanthan Hickman assumia a batuta da família Fantástica da Marvel e a levaria para horizontes até então impensados. Da suposta morte de Johnny Storm a formação da Fundação Futuro, do surgimento dos Inumanos Universais até a redenção de Destino, praticamente tudo aconteceu durante sua passagem pelo título, e conseguindo respeitar fielmente a cronologia ao emendar vários pontas deixadas em abertas por antecessores. Agora, é a vez do escritor dá adeus a sua fase no Quarteto Fantástico.

Sua despedida aqui no Brasil acontece na edição 40 de Universo Marvel, que por sinal, será a última antes das mudanças para a nova fase do Marvel Now no Brasil. E esse desfecho em grande estilo acontece com nada menos que as três últimas edições de Fantastic Four e as três ultimas de FF. Tudo isso pra dar pontos finais a alguns de seus plots, sempre bem amarrados e originais.

Comecemos com a primeira história da edição, que foi desenhada por Ryan Stegman e se foca no destino dos Defensores do Neomundo. Para quem não lembra, são nada menos que versões de heróis de um futuro alternativo de nosso planeta que vieram aqui tomar nosso presente (que segundo eles condenou o futuro deles). Na época, tudo foi resolvido quando Reed sugeriu a mudança dos mesmos para o mundo artificial criado por Alyssa. Todavia, contratempos ocorreram desde então. Houveram confrontos, separações, o tempo passou mais rápido pra eles do que pra nós e veio, então, um vingativo Galactus. Agora, sem lar, os Defensores do Amanhã buscam uma nova solução pra seus problemas.

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A ideia era um usar o corpo moribundo do Galactus do Futuro (que os Defensores mataram para viajar para nosso tempo) modificado para ser o novo lar deles, uma bela espaçonave feito do arcabouço de um dos seres mais fantástico do universo. Reed apoia o projeto de Alyssa e seus companheiros e tudo é feito. Até mesmo o Banner Jr, que havia se afastado do grupo, volta para se juntar a seus ex-companheiros e voltar pra casa. E assim eles voltam pra casa, ou melhor, avançam mil anos no futuro para seu novo lar.

Então, passamos para a história que segue da Fundação Futuro desenhada por Nick Dragotta. Nela, durante uma aula com a molecada, vemos a chegada da Attilan de volta a superfície da Lua. Há um acordo finalmente entre Inumanos e Kree, realizado num flashback que acompanhamos nessa história. Semanas antes, Raio Negro e Supremor (ambos recentemente voltaram do mundo dos “mortos”) tem uma espécie de conferência psíquica. Nela, após um momento de breve confronto entre os líderes de seus povos, há o fechamento de um acordo de paz. O custo disso é a separação oficial de Ronan e Crystalis. O casamento que começou como uma obrigatoriedade em Guerra dos Reis (já ouviu nosso podcast?), mas que transformou-se em genuíno amor, agora é encerrado mais uma vez por pura política. Reed e Sue são convocados para serem os portadores da infeliz notícia ao casal e a partida é feita com muito sofrimento.

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Voltamos agora pra uma história do Quarteto Fantástico de novo, com mais uma arte do estupendo Ryan Stegman. Desta vez, o grupo terá que por um ponto final nas ações do Mago, que já está pra lá de ensandecido e foi contratado como um espécie de consultor da IMA (que agora tem seu próprio pais na ilha Barbuda). Após uma reunião com o próprio presidente Obama, o Quarteto Fantástico mostra-se o grupo mais indicado para intervir. Logo de cara, os quatro (mais o Homem-Aranha) são recebidos com bombas e balas quando mal aportaram na ilha. No entanto, o confronto não se estende por muito tempo. Wittman é alvejado por dardos e alguns superiores da IMA aparecem dizendo que não estavam de acordo com o Mago e que pretendem uma solução pacífica.

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O Doutor Forson, que parece ser um superior entre os demais “apicultores”, se prontifica para uma reunião com Reed e garante que a intenção da criação da ilha-nação é inteiramente pacífica. Obviamente, que isso lá não é inteiramente verdade e um ataque traiçoeiro que ia acontecer dentro do refeitório do local foi completamente desmantelado pelo Coisa, Tocha e Aranha. Contudo, no fim, para garantir que as papeladas que forneçam a soberania da ilha para a IMA saiam, o Doutor Forson negocia a entrega do Bentley Wittman como prisioneiro dos EUA.

Antes de levar o Mago, que como sabemos encontra-se completamente louco e com um baita tumor inoperável no cérebro, Reed arruma um jeito de fazê-lo ter uma conversinha com alguém. Então, entra pela porta a versão jovem de Bentley, seu clone que agora é aluno da Fundação Futuro. Enfurecido, o Mago grita para que o garoto assuma a sua posição, que ele deve ser quem ele está destinado a ser. E que coloque o seu capacete. E isso nos leva a próxima história da FF.

Agora com arte de Andre Araujo, vemos uma perspectiva da mesma história anterior sobre os olhos da criançada. Mais uma vez desobedecendo o seu pai, Valeria apronta mais uma de suas travessuras e viaja escondida junto com Bentley pra Ilha-IMA. Aqui, observamos que sutilmente alguns acontecimentos que falamos anteriormente tiveram um dedo ou outro da pequena Val. E então, após revelado a presença dos dois no lugar, Reed conversa com o jovem Bentley e diz que ele não precisa fazer nada que não queira, mas que deixará ele encontrar-se com sua versão adulta. E então, temos a pesada conversa que vimos na história anterior se desenrolando. O final, no entanto, é inusitado. O jovem Bentley renega seu destino e chuta os ovos do seu “pai”. Richards termina tudo com uma frase inspirada para a velha versão do Mago ao dizer que ninguém é escravo da sua natureza e que todos podem ser aquilo que desejam ser.

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Então, temos a história seguinte, a última do Quarteto Fantástico antes da Era Marvel Now. O grandioso Ryan Stegman mais uma vez é escalado para relatar os acontecimentos que seguiram na vida do Doutor Destino após seu sacrifício com os Celestiais. Num novo universo e de posse de sua Manopla do Infinito, Von Doom criou um mundo a sua imagem e semelhança, com seres de ciência e seres de magia, separados pela luz, e que estavam destinados a um dia realizar uma insurreição para com seu criador.

Então, no nosso universo, vemos a amadurecida Val do futuro acordando o seu pai para que especificamente naquela noite eles pudessem montar um grupo para finalmente salvar o Destino. Junto com o avô, Reed e Valeria atravessam o portal que leva até o universo novo criado por Von Doom e o resgatam das garras de sua própria criação. Orgulhoso, Destino acaba forçado a agradecer ao trio e diz que seu papel como Deus daquele mundo mostrou-se bastante indigno para alguém como ele. Por fim, chegou o momento de despedidas de alguns. Dali, Nathaniel e Valeria partiriam para um outro lugar, deixando o presente do Quarteto livre para suas próximas aventuras.

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E temos também um momento da despedida da versão do futuro de Franklin na última história da Fundação Futuro, desenhada por Nick Dragotta. Desta vez, e pela última vez, ele segue o jovem Franklin junto com Sanguessuga numa de suas aventuras mirabolantes dentro do armário. E todos os sonhos e desejos do menino são vividos praticamente em um dia só. Após longas brincadeiras, o velho Franklin retorna ao quarto e coloca sua versão mais jovem pra dormir. Rapidamente, ele passa para se despedir de todos os demais – Sanguessuga, a jovem Valeria, Ben e Johnny, e, por fim, seus pais.

A última conversa é tocante. Reed pergunta se no fim ele criou bem seu filho e Franklin responde que foi “perfeito”, partindo logo em seguida. No presente, resta apenas sua versão jovem, que tem sempre aquela porta a frente que pode levá-lo a qualquer lugar onde ele possa ser o que deseja ser.

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Chegamos ao fim dessa bela e digna passagem do escritor, que conseguiu marcar sua presença no grupo como muitos não faziam há bastante tempo. Jonanthan Hickman conseguiu inovar tudo até então, sem precisar polemizar, finalizando o todo de forma elegante e tocante. Eu sinceramente o colocaria já num pódio ao lado de Byrne e Stan Lee. E sua trajetória na Marvel continua quando assume uma posição digna como principal nome nas histórias dos Vingadores agora... ou melhor, na Now! É esperar até o próximo mês pra conferir.

Coveiro

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Fraction sai de Quarteto Fantástico e de FF

ATENÇÃO! INFORMAÇÕES INÉDITAS NO BRASIL E EUA!

Fraction leaves sai de Fantastic Four Quarteto Fantástico FF

Assumindo o lugar de Jonathan Hickman (que foi para os Vingadores) desde o início da "Marvel NOW!", o roteirista Matt Fraction passou a escrever tanto Quarteto Fantástico quanto sua contraparte (cria de Hickman) FF, a Future Foundation. Depois de um ano, porém, Fraction deixa ambas publicações, que passarão a ser escritas por dois roteiristas diferentes. Saiba o porquê.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Quarteto Fantástico e a Fundação Futuro visitam Wakanda

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A nação de Wakanda tem uma fama notória ao redor do mundo. Manteve-se firme e intocável no centro da África por séculos e séculos. Eram isolados, mas nem por isso deixaram de ter um desenvolvimento exorbitante, fora dos padrões dos outros povos ao seu redor. Com o surgimento de super-seres no mundo, e os perigos ainda maiores e mais próximos, ela resolveu se abrir ao mundo. E seu protetor, o Pantera Negra, conheceu assim muitos outros heróis. E o primeiro entre eles foram o Quarteto Fantástico. Desde então, mantém uma ligação bem íntima, que passará a ser ainda mais estreita agora.

Antes de começar a falar dessa história, seria bom situá-la. Ela acontece antes dos eventos de Vingadores vs X-Men, basicamente um pouco depois da minissérie inédita no Brasil chamada DoomWar (falamos nela em um podcast bem legal esse ano). Basicamente, Tchalla cedeu o status de regente e Pantera Negra pra sua irmã, Shuri. Agora, vive apenas com um próximo protetor do país apesar de não ter conseguido abandonar o velho uniforme. Wakanda também sofreu ao perder todas suas reservas de Vibranium no ataque contra Destino. E essa foi a principal razão pra Reed estar ali, recuperar o metal que se tornou inerte, obsoleto. Ou assim ele acreditava.

Para a surpresa do Sr. Fantastico, Tchalla afirma que mesmo sem as reservas do minério, ele outrora investiu pesadamente em economias de países emergentes e isso hoje lhe concendeu lucros absurdos. Ele está até comprando dívidas do EUA. A vinda de Reed ali tem outro intuito. Tem haver com os sonhos peculiares de Tchalla. E este, por sua, vez está ligado com os recentes ataques de esqueletos mortos-vivos na capital. Um desses ataques inclusive acontece num jantar onde a Família Fantástica e toda criançada encontrava-se presente.

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Assim, para ajudar a entender algo por trás desse terreno mítico, os Wakadianos recorrem aos maiores exploradores desta e de outras realidades. Susan Storm é convidada por Shuri e Tempestade a viver a jornada para o caminho espiritual. Já Reed e Tchalla vão sozinhas para algo mais profundo, as catacumbas que levam até as muralhas do conhecimento, a Wakanda antiga, a cidade dos mortos. É o lugar onde os Panteras Negras antecessores vão repousar.

Basicamente, a jornada das mulheres é fora do plano físico. Elas se embriagam com a erva especial e confrontam a entidade egípicia Anubis em seus sonhos. E ao derrotá-la, o próprio Deus Pantera vem para devorá-la. Já Reed e Tchalla tem uma audiência com a deusa Bastet. Ela sabe que Tchalla perdeu o título de Pantera Negra, mas deseja-o de volta. Em contrapartida, ele não quer nada de mal com sua irmã. O caminho encontrado pela deusa é tornar Tchalla o Rei dos Mortos, o Pantera Negra com o poder de todos os Panteras Negras antepassados. Sim, algo bem no espírito do clássico Fantasma mesmo. Reed, em contrapartida, está ali como uma espécie de irmão espiritual para acompanhar Tchalla. Um laço ainda maior foi formado entre os dois a partir dali.

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E assim, encerra-se as aventuras dos Fantásticos em Wakanda. Solucionaram o problema do ataque dos Mortos-Vivos e redefeniram o status quo do lugar com o surgimento de dois Panteras Negras. De quebra, ainda vimos uma conexão com a saga Vingadores vs X-Men quando Bastet previu a destruição de Wakanda pelo pássaro de fogo em uma de suas visões. Mas isso não é nada pra o que ainda há por vir. Todavia, isso ficará para Jonathan Hickman contar em outro momento... deixemos pro Marvel Now.

Mas antes de encerrar, vale incluir aqui uma micro-aventura das crianças da Fundação Futuro enquanto que os adultos viviam suas jornadas em outro plano.  Após uma longa travessia montados em zebras, elefantes e rinocerontes, a molecada se viu como o principal obstáculo contra a invasão de uma tribo rival de Wakanda que pretendia roubar as principais fontes de água do local. Só que o Clã da Hiena mal sabia que tipo de crianças estavam enfrentando ali e se viram completamente em apuros. Todavia, a maior consequência dessa história foi a Valéria descobrir que a menina wakadana Onome era também uma superdotada. E é óbvio que com esse dom ela teria lugar certo na “escolinha” do seu pai.

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São histórias rápidas e descontraídas do Hickman que realmente servem de bom refresco após tanta confusões com Celestiais, Inumanos e linhas temporais que vimos recentemente nas aventuras da Fundação Futuro. Na historia do Quarteto, Giuseppe Camuncoli está muito bem, quase me fez confudir com o trabalho do Ron Garney que fez a edição anterior. Já a arte de Gabriel Hernandez Walt na história da molecada foi bem a calhar e teve a sorte de ter a talentosíssima brasileira Chris Peter nas cores.

E nitidamente, a revista Universo Marvel ta chegando ao fim desta sua fase. Na edição de agosto, já teremos o desfecho de muitas histórias e comecem a se preparar pra algo grande que vem por aí.

Coveiro

quarta-feira, 24 de julho de 2013

X-Men: O Império (Skrull) contra-ataca

O sonho de muitos dos jovens mutantes que decidiram ficar em Utopia após o cisma mutante é um dia entrar para o esquadrão "dos adultos" nos X-Men, tornar-se um super-herói. Entre esses jovens, está Megan Gwynn, a prestativa e ingênua Fada, que já chegou a ser levada para missões de campo em mais de uma ocasião. Mas uma coisa é estar acompanhada e protegida por X-Men experientes; outra coisa é estar sozinha frente ao perigo. Será que a adolescente é capaz de, sozinha, salvar o mundo?.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Fundação Futuro: O velho status quo


Depois de voltar dos mortos e ser expulso da casa de Peter Parker, Johnny Storm voltou ao Quarteto, onde substituirá o Reed e o Aranha como professor da Fundação Futuro por um dia. Isso não vai dar certo, né?

Logo de início ele resolve explicar para as crianças de onde vem os bebês. Ele se foca na palavra amor, para explicar todo o processo, o que resulta indagações por parte dos touperóides e do Homem Dragão, que certamente não foram feitos com amor. Até o jovem Bentley se manifesta, afinal ele não é resultado de amor, é um clone do Mago ...


Vendo que estava perdendo o respeito da turma, ele resolve levar a gurizada para um tour pela Zona Negativa. Lá descobrimos que o loiro do Quarteto Fantástico não amadureceu tanto assim quanto era o esperado. Ele deixou alguns generais cuidando do local e seu reinado não vem agradando muito a população dessa zona.


O Reed, Sue e o resto do povo estavam tentando resolver o problema entre os Inumanos e Krees. Mostrando sua força, criando uma caixa onde dentro dela ele conseguia conversar tranquilamente com Raio Negro, o Franklin do futuro explica ao monarca dos Inumanos que a sua raça deve voltar para a Terra, isso é importante para o futuro.

De volta a Zona Negativa, alguns tumultos acontecem e o jovem Storm resolve dar uma aula de política. Implementa uma votação para saber quem deveria comandar aquela dimensão. O resultado foi inesperado. 14 trilhões 980 bilhões 336 milhões 901 mil e 214 pessoas votaram que queriam o Aniquilador no controle novamente. Pois é, tudo que é bom dura pouco ...

Essa história é bem divertida e ligth. Mostra novamente que o Hickman sabe trabalhar os personagens e criar roteiros mais engraçados, fugindo das tramas complexas e sérias. Nessa, por exemplo, o status quo do Tocha foi confirmado, ele não mudou. Continua o mesmo bobalhão de sempre. A arte também casa perfeitamente com a revista.

Essa história foi publicada originalmente em FF 18 e saiu aqui no Brasil em Universo Marvel 38. O roteiro é de Jonathan Hickman e a arte de Nick  Dragotta.


Kinhu Heck

segunda-feira, 10 de junho de 2013

FF: A casa da mãe Joana


E o que acontece após salvar o mundo? Vimos em Quarteto Fantástico que Reed e seu pai foram para o futuro, observar alguns detalhes. Mas o que farão os alunos da FF, o Tocha Humana e o Homem-Aranha?

A primeira coisa a se destacar é a conversa entre o Franklin do futuro e o Galactus. Ambos possuem um futuro em comum, e estarão vivos para verem o início e fim de tudo. Talvez uma das mais interessantes e inusitadas amizades da Marvel. Com isso resolvido, NY teve de ser reconstruída. Richards aproveitou e alterou algumas coisas no Edifício Baxter, criando um ambiente especial para cada espécie de criança da FF. Os visuais também mudaram. Todos os membros do Quarteto Fantástico receberam uma camisa com o número 4. Franklin ficou com a 5 e Val com a 6. As demais foram distribuída, Bentley ficou com a 13, por exemplo.


Mas não foi só isso, uma estação espacial/centro educacional em órbita geossincrônica foi criada e chamada de Fundação, ela fica exatamente acima da base do Quarteto na Terra. Mas após isso tudo, havia ainda um ponto para ser resolvido. O castigo da Valéria. Em frente aos adultos ela explica o que fez junto ao seu avô, e entende a lição de que mentir é errado. Afinal, mesmo ela sendo tão esperta quanto o pai, ainda tem apenas 2 anos ...

E em uma cena final, podemos ver Doom nos escombros do Conselho. Ele sobreviveu e agora está preso naquela dimensão. Mas ele descobre que não está só. Veste as Manoplas do Infinito dos Reeds que lá morreram e torna-se o líder dos Doutores Destino acéfalos, que estavam presos no sub-solo do Conselho. Victor agora lidera o Parlamento de Destino

Em outra edição de FF, desligada da anterior, presenciamos o dia-a-dia de Peter Parker. Peter, que agora recebe um hospede pra lá de especial em sua casa, o Johnny Storm. Sabe quando a sua tia preguiçosa e gigante vem se hospedar na sua casa e começa a mandar em todo mundo, se achando o centro do universo? É mais ou menos assim que o Tocha se porta. Coloca um portal para a Zona Negativa no armário do Parker e nem mesmo o avisa. Faz ligações de emergência pro colega de quarto enquanto ele está no meio de uma reunião importantíssima na Horizonte. Faz ele buscar comida na chuva e ainda realiza uma enorme festa em seu apê.

Porém, no meio da festa, Parker acaba digerindo algo que o deixa totalmente loucão. Fica fora de si e curte a noite ensandecidamente. Até começa a ignorar as mancadas de seu amigo. Só que no outro dia, ao ir para o banheiro, encontra lá algo imperdoável. E sem pensar duas vezes coloca o Johnny para fora de sua casa. Tem um Aniquilador cagando em seu banheiro ...


Convenhamos, até fiquei com vontade de ver Jonathan Hickman escrevendo a mensal do Homem-Aranha (ou talvez uma do Tocha) depois dessa história. Se Dan Slott não estivesse mandando tão bem nas histórias do teioso, certamente seria uma ótima opção. As duas histórias dessa revista são muito divertidas. A primeira lança sementes para o desfecho do run do escritor na Família Fantástica e a segunda é mais leve, engraçada e descompromissada. Dá uma verdadeira pausa na adrenalina que vinha sendo os últimos meses.

As histórias aqui resenhadas foram publicadas originalmente em FF 16 e 17 e saíram aqui no Brasil em Universo Marvel 37. Possuem roteiro de Jonathan Hickman e arte de Nick Dragotta e Steve Epting (a parte do Parlamento de Destino).


Kinhu Heck

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Quarteto Fantástico: Galactus, o primeiro arauto


Na última edição de Fundação Futuro, Dr. Destino e um dos Reeds alternativos haviam se prontificado a se sacrificarem em uma batalha contra 3 Celestiais, com a intenção de salvar as crianças, Nathaniel e Kristoff. Mas, não poderia ser tão simples, né? O portal que ligava a realidade 616 ao Conselho foi preso em seu formato aberto pela mão de um dos Celestiais, tornando assim o sacrifício dos dois algo inválido.

Uma mão Celestial ameaçou complicar os planos de Nathaniel Richards. E quais são os planos dele? Em um flashback com a Valéria, é explicado que tudo o que o vovô Richards fez desde que veio pro presente foi premeditado. Tudo focado para culminar nessa situação com os Celestiais e o portal do Conselho. E o mais importante, era preciso segurar os Celestiais por 27 minutos naquela situação. Mas claro, apenas a Valéria e seu avô sabiam disso. Para assegurar que tudo ocorresse dentro do planejado, o Reed alternativo acabou morrendo e Dr. Doom chamou a responsabilidade para si, mesmo após a caçula do Quarteto Fantástico ter lhe revelado seus verdadeiros planos. Em um gesto de altruísmo (será? Victor sempre tem um plano de onde ele tira proveito da situação) ele ataca os deuses e os atrasa o suficiente para que eles atravessem o portal apenas 28 minutos depois do início da algazarra. Missão cumprida, os seguraram por mais de 27. Victor, em decorrência de seu ato, morreu ou ficou preso na dimensão do Conselho, enquanto que os Celestiais partiram para longe.


No espaço, nem com a ajuda da Onda de Aniquilação da Zona Negativa as tropas Krees foram derrotadas. Restou então partir para a apelação. Reed chamou Galactus, ele derrotou a armada alienigena, mas disse que não garantia vitória contra os Celestiais, que por sinal, acabavam de chegar de surpresa para o confronto.


Na Latvéria, a FF sem ter como ir para NY, acaba recebendo carona do Quarteto Futuro e juntos vão para o Eixo, onde os Reeds alternativos estavam construíndo algo capaz de deter os Celestiais que os perseguiam. Descobrimos que o Franklin conversa com uma espécie de amigo imaginário, que lhe ajuda com conselhos e a usar seus poderes. Após tomarem controle da estação, ligam para o Reed 616 e o avisam que os Celestiais estavam atrás dele, para capturarem-no por ter participado do Conselho.

Enquanto as entidades derrotavam Galactus, a família fantástica partia para o Eixo, para executar o plano de Nathaniel. Com todos reunidos e os inimigos chegando perto, seria uma questão de tempo para que o bem acabasse perecendo. Ben, Sue e nem Johnny foram capazes de ferirem significamente os Celestiais. E foi quando tudo já estava perdido, que surgem da luz Franklin e Valéria, ambos vindos direto do futuro.


O envelhecido casal de filhos de Reed e Sue, os mesmos que já haviam aparecido tempos atrás elaborando seus planos com Nathaniel, lá no futuro. Sem tempo para apresentações, o velho Franklin se revela o "amigo imaginário" de sua contraparte do presente. Lembram daquele embrião de universo que o jovem mutante da família criou assim que recuperou os poderes? Pois bem, aquilo era uma energia que foi guardada dentro do garoto e que finalmente seria usada, para derrotar os deuses espaciais. Mas nem isso foi suficiente, uma grande batalha, com direito a Galactus, o primeiro arauto de Franklin, foi travada. Motivado com a possibilidade de não perder seu pai, de poder crescer com o carinho paterno, o menino mais jovem da família Richards (em sua versão já adulta) consegue surpreendentemente vencer o mau e sair vivo para contar a história.


O que vem a seguir? É uma incógnita. Nessas últimas histórias, que vem dando uma dor de cabeça para resenhar, o escritor Jonathan Hickman vem culminando todos os seus plots. As cidades perdidas, o pessoal do futuro, tudo pareceu caminhar para este alucinante desfecho. A partir de agora, o que vier no Quarteto, será um mistério.

As histórias aqui resenhadas foram publicadas em FF 14 e 15 e Fantastic Four 602 à 604. Aqui no Brasil, saíram em Universo Marvel 35 e 36. O roteiro é de Jonathan Hickman e a arte de Juan Bobilo, Steve Epting, Barry Kitson e Nick Dragotta.


Kinhu Heck