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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

Garth Ennis volta à Marvel com uma minissérie estrelada por Nick Fury e Frank Castle

 O criador favorito dos fãs, Garth Ennis, está retornando à Marvel Comics com uma nova minissérie violenta. Na semana passada, a editora anunciou Get Fury, uma nova minissérie de cinco edições de Ennis (The Boys, Preacher) e do artista Jacen Burrows (Crossed, Moon Knight) que começará a ser publicada em maio de 2024. Isso marcará a mais recente colaboração entre Ennis e Burrows, que inclui a recente série AWA The Ribbon Queen. 



Como o título sugere, Get Fury retratará um grande esforço de Frank Castle/O Justiceiro para resgatar Nick Fury. 'Get Fury' será ambientado no cenário da Guerra do Vietnã, permitindo que os dois personagens voltem na Marvel Comics depois de passarem seus mantos para vários sucessores, incluindo a introdução de um novo Justiceiro, Joe Garrison, no ano passado. Get Fury #1 contará com uma capa principal de Dave Johnson, bem como uma capa variante de Burrows.

“Há uma boa sensação de que as coisas estão fechando o círculo com GET FURY; o editor é meu bom amigo Nick Lowe, que cuidou de BORN no início, há mais de 20 anos, e assim como essa história, esta vê Frank Castle como um marine americano no Vietnã (na verdade, isso explica de alguma forma como ele acabou na 'Firebase Valley Forge')”, disse Ennis em um comunicado à imprensa. "Como os dois homens mais violentos dos quadrinhos convencionais, Fury e Frank trabalham bem juntos - assim como fizeram na sequência do Vietnã de FURY: MY WAR GONE BY. Resumindo, se GET FURY for a última vez que escrevo Frank, acho que será uma despedida digna."



Em Get Fury, estamos em 1971, há uma guerra no Vietnã e Nick Fury foi capturado pelos vietcongues. Neste momento, eles não compreendem muito bem que têm em seu poder um homem que conhece segredos suficientes para prejudicar os Estados Unidos para além da compreensão. A CIA, no entanto, percebe isso e não pode arriscar que seu inimigo obtenha esses segredos, então despacha o homem mais mortal do Exército dos EUA: o tenente Frank Castle.

“Nunca me divirto mais em um projeto do que com Garth, e seu trabalho com esses dois personagens é de classe mundial”, acrescentou Burrows em comunicado. “Dar vida a este capítulo de sua saga foi extremamente emocionante para mim, como um grande fã dos quadrinhos anteriores. E acho que sou a minoria de artistas que realmente gosta do aspecto de pesquisa de fazer um quadrinho de época, então conseguindo desenhar uma história em quadrinhos ambientada no final da Guerra do Vietnã foi um desafio divertido."

Get Fury #1 estará disponível nas lojas dos EUA a partir de quarta-feira, 1º de maio.

Coveiro

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

OS 80 MAIORES MOMENTOS DA MARVEL COMICS NO BRASIL - Parte 7

Chegamos a penúltima parte de nossos 80 Maiores Momentos da Marvel Comics nesses 80 anos publicados no Brasil. Destacamos a queda da editora abril, revistas que foram publicadas em outros lugares neste meio tempo até finalmente a Panini conseguir os direitos dos personagens por aqui. Confira:

61-Cancelamentos e novas revistas. Marvel 97 de março de 1997.

 A Abril cancelou as revistas do Hulk, Capitão América e a xodó, Superaventuras Marvel. Era um novo momento da Marvel, e as revistas canceladas vendendo abaixo comparado a anos atrás, fez com que a Abril realocasse os personagens em um novo mix.


62-A Mythos entra em cena em 1997.

 A Mythos de Hélcio de Carvalho tira uma lasquinha da Abril com algumas  minisséries da Marvel. Um novo rumo editorial se iniciava no Brasil. A Mythos trouxe, além de Gambit, a minissérie da Vampira, Ruinas, Marvel Manifesto e mais algumas edições fechadas. 


  63-Super-Heróis Premium, a última cartada da Abril. Agosto de 2000.

 O último suspiro da Abril. Em sua última tentativa de recuperar os números de vendas do passado, a Abril veio com a sua linha Premium. O início foi promissor, mas os meses seguintes fizeram com que as vendas despencassem. Um valor acima dos formatinhos com edições mais caprichadas resultaram no fim da Marvel com a Abril. 

64-A primeira versão de Terra-X pela Mythos. Novembro de 2001.

 De todas as séries publicadas pela Mythos, a que causaria mais polêmica, sem dúvida, foi a minissérie Terra-X, de Alex Ross e Jim Krueger. A saga apresenta um futuro distópico do Universo Marvel, mais ou menos na mesma linha da série O Reino do Amanhã, do próprio Alex Ross, publicado pela DC Comics. Porém, um grande detalhe diferenciava essa série das outras publicadas: a Mythos publicaria Terra X cortando muitas das páginas da série original. Os cortes nessa publicação causou até uma abertura de processo entre um leitor por conta das 130 páginas cortadas. O processo foi instaurado, mas acabou não dando em muita coisa. De qualquer forma, esse foi o protesto de um leitor que se sentiu lesado e que queria apenas ler sua revista, sem cortes.


65- O teste com a Pandora Books, Capitão Bretanha de dezembro de 2001.

Em 2001, a Mythos já publicava as revistas da Marvel com outra visão editorial. O contrato entre a Abril e a Marvel já chegava ao fim. A Marvel, que já era licenciada através da Panini Itália desde os anos 1990, optou por encontrar outra editora no Brasil. Uma dessas editoras foi a recém-criada Editora Pandora Books. A nova editora, fundada em 2000, tinha como administradores os editores Leandro Luigi Del Manto (que já tinha deixado a Editora Globo), Maurício Muniz e Ricardo Giassetti. O foco da Pandora, a princípio, era com a publicação das revistas inglesas 2000AD.  A Panini acabou cedendo algumas revistas da Marvel para serem publicadas pela Pandora, porém, foram poucas as publicações, destaque para a série do Capitão Bretanha de Alan Moore.


66-A era Panini. Marvel Millennium nº 01 em janeiro de 2002. 

A Panini abre uma filial no Brasil para com os quadrinhos. A nova editora, com a assessoria da Mythos inaugura uma nova fase de revistas. Novas revistas mensais, edições especiais, minisséries chegavam a todo vapor nas bancas. O período foi bem positivo, pois muitas das histórias dessa fase estavam em um bom momento. Destaque para a nova linha “Marvel  Millennium”, velhos personagens em uma nova roupagem. 


67- Marvel Max, um dos melhores mix da Panini. Setembro de 2003.

 Marvel Max foi o mix mais importante da Panini. As nova histórias da Viúva-negra, a série Poder Supremo, Alias, Marvel Zumbi, Justiceiro e muitos outros, fizeram dessa revista uma das mais importantes publicações Marvel pela Panini.


68- O especial Marvel 40 Anos No Brasil de setembro de 2007.

 Para comemorar os 40 anos de lançamento da Ebal com a era Marvel, a Panini publicou essa edição com um texto do jornalista e pesquisador Gonçalo Junior e do editor Fernando Lopes, contando um pouco da história da Marvel no Brasil. A edição apresenta algumas histórias clássicas que ajudaram a elevar o nome da Marvel nesse período de publicações no Brasil.



69- A era das grandes sagas pela Panini. Guerra Civil nº 01 de junho de2007.

 Muitas das principais séries fizeram muito sucesso. Guerra Civil, Invasão Secreta, O Cerco e outros principais histórias ganharam suas versões em minisséries e edições luxuosas em capa dura. A partir daí, muitas edições tornaram-se itens de colecionador em uma nova leva de publicações no Brasil.




70-As coleções em capa dura. Biblioteca Histórica Marvel X-Men de outubro de 2007.

Uma das coleções para apresentar as primeiras histórias de Stan Lee, Jack Kirby e Steve Ditko foi com a coleção “Biblioteca Histórica Marvel”. Todos os principais personagens tiveram suas edições em acabamento de luxo. Essa coleção, sem dúvida é um dos pontos positivos da Panini.


E a próxima parte será a última! Fiquem de olho pra saber quais serão os últimos momentos desses 80 anos de Marvel no Brasil que escolhemos pra nossa lista. Até lá.


Alexandre Morgado

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Alexandre Morgado é cartorário do 15° Tabelionato de São Paulo. É também autor do livro "Marvel Comics - A Trajetória da Casa das Ideias do Brasil", livro que narra a história da Marvel em nosso país, publicado em 2017 pela Editora Laços. O autor possui um acervo gigante de HQs, principalmente com material da Marvel Comics.

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Nota de agradecimento ao site Guia dos Quadrinhos por ajudar na pesquisa e dispor de imagens de capas para ilustrar esse artigo.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Panini lança encadernado Deluxe do Justiceiro

Já está a venda em algumas livrarias e lojas online o primeiro encadernado via Panini do Justiceiro seguindo a formatação do Marvel Deluxe - Justiceiro: No princípio. É uma das histórias mais requeridas dos fãs, remontando os primórdios da fase Marvel Max com Garth Ennis escrevendo o personagem. Confira a capa e resumo liberado:



SANGUE, NAPALM e LÁGRIMAS. A obra definitiva do Justiceiro finalmente recebe o tratamento de luxo que ela merece e chega direto às suas mãos. Muito antes de sua família ser assassinada por mafiosos, já havia um monstro não tão adormecido nas profundezas da alma de Frank Castle, e ele despertou em toda sua fúria na Guerra do Vietnã. Acompanhe a trajetória do mais sanguinário anti-herói da Casa das Ideia em meio aos horrores de um dos conflitos mais violentos da história moderna. Décadas depois, Nova York é seu campo de batalha e os criminosos, seus inimigos. Mas é o retorno de um velho aliado sedento de vingança que transforma a vida de Frank num verdadeiro tormento. E, quando uma bomba explode num pub da Cozinha do Inferno, o Justiceiro embarca em uma missão que o colocará contra duas gangues rivais. O genial roteirista Garth Ennis se une aos talentosos artistas Darick Robertson, Lewis Larosa e Leandro Fernández para trazer a você o material que redefiniu o Justiceiro. Este volume de 388 páginas reúne as edições Born 1-4 e Punisher MAX 1-12.

Coveiro

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

O retorno do Justiceiro MAX pela Panini

Os fãs de Frank Castle não foram esquecidos! Para aqueles que estão colecionando a fase Max que a anos vem saindo pela Panini em capa dura e toda formatação de luxo, o mês de Janeiro traz boas novas! Continuando a fase de Jason Aaron, já esta para sair essa semana Justiceiro MAX: Mercenário!

Justiceiro Max: Mercenário terá capa dura, papel couché, 148 páginas, R$ 23,90, e continua a história que foi deixada em aberto no livro anterior, Justiceiro Max: Rei do Crime, quando vimos a entrada em cena de um novo inimigo mortal que o Justiceiro terá de encarar.Os planos de Wilson Fisk funcionaram e agora ele é de fato o Rei do Crime. Mas isso o mantém na mira de Frank Castle, um risco que o Rei não está disposto a correr por muito tempo. Para se livrar do Justiceiro, Fisk contrata o assassino mais letal que o mundo já conheceu. Embora seus métodos pareçam pouco ortodoxos, até mesmo insanos, dizem que ele jamais falhou em matar seu alvo. Ninguém sabe qual é seu nome, todos o chamam apenas de Mercenário.


Este segundo livro estrelado pelo Justiceiro escrito por Jason Aaron (Escalpo, Thor: O Deus do Trovão, Wolverine) e ilustrado por Steve Dillon (Preacher, Os Supremos) compila histórias originalmente publicadas na revista Punisher MAX 6-11.

Coveiro

domingo, 1 de dezembro de 2013

Wolverine MAX: Reescrevendo Logan

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Imagine a seguinte cena: Uma pessoa à deriva em meio a destroços de um acidente de avião. Assim que consegue recobrar os sentidos, percebe-se que está completamente desmemoriada, sem entender aquela situação ou como chegou naquele ponto. Por fim, tal pessoa começa a reviver flashs de uma outra vida ou de um passado muito distante. É um bom plot para uma história do Wolverine?

Você, leitor marvete, ao ler essa introdução, deve estar se perguntando: Mas que P#$% (palavrões não são permitidos, somos um site de família), já deram um jeito do Logan perder a memória de novo? E como fica aquilo que foi revelado? Marvel, quero a P&%$& do meu dinheiro de volta!!!!

Bom, vamos por partes. Sim, nessa história, Wolverine é um desmemoriado. Mas isso não ocorre na cronologia normal. Trata-se de uma revista voltada para público leitor do selo “adulto” da Marvel, o Max. Mas, se algum dia a presença da marca MAX servia como selo de qualidade, ao que parece, esse tempo já passou.


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Jason Starr (roteirista), Roland Boshci e Felix Ruiz (Desenhos), dentre outros artistas, são responsáveis por revistar e reinterpretar certos conceitos clássicos do personagem, como a ausência de memórias, Dentes de Sabre, Mariko Yashida, Japão medieval, dentre outros pontos que são de conhecimento dos fãs do personagem. A ideia, em si, é bastante promissora. E não nego que a releitura proposta por Jason Starr é bem interessante. Ocorre que a execução não é das melhores.

Há um grande problema, na minha modesta opinião,  em alguns quadrinhos ditos como alternativos. Eles padecem de um problema de afirmação. Muitos autores acabam descambando para violência gratuita e cenas de sexo que, se analisadas detidamente, não servem para nada. Servem simplesmente para dizer que "isso é um quadrinho alternativo e adulto". Tão somente para isso. Parece ser uma questão de honra, para alguns, ter o selo "Parental Advisory" na capa. Não estou reclamando de existir violência ou sexo nos quadrinhos. O problema surge quando a violência ou sexo são usados tão somente para "adultizar" uma história. Não é uma questão moralista. É uma questão de qualidade.

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A série capitaneada por Jason Starr passa essa sensação. Força a barra em certos momentos para mostrar que é uma história alternativa e adulta. Tais fatos, aliados a uma execução modorrenta e tediosa, bem como a ausência de regularidade dos desenhos, matam a excelente ideia que Jason Starr teve para reescrever o personagem. Detalhe interessante é que Millar escrevia histórias violentas do personagem infinitamente melhores. Histórias que são partes da cronologia do personagem.

Outro ponto negativo é a irregularidade de desenhistas. Não sei por qual razão, mas a história foi desenhada por uma grande gama de desenhistas, arte finalizada por mais outros e colorizadas por outros tantos. Isso acaba prejudicando a narrativa de Jason Starr. Seria tão ruim designar uma equipe fixa para cuidar de um personagem tão importante? Apesar da irregularidade dos desenhos, devemos destacar o sempre elogiado de Jock, famoso capista dos quadrinhos alternativos, nas capas da revista.

Com relação a parte que cabe à Panini, não há nenhuma reclamação a ser feita. O material teve um tratamento melhor que merecido, aliás. Mais uma vez, a Panini acerta no forma que optou para o lançamento da revista.

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Wolverine Max: Fúria Permanente é uma história frustrante porque acaba se perdendo em clichês do chamado gênero adulto para "histórias em quadrinhos". O velho carcaju merecia uma revisitação de conceitos melhor. Espero que as próximas histórias mostrem alguma evolução.

Rafael Felga

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Marvel Knights: X-Men e as novidades mutantes para outubro

Informações Inéditas no Brasil e nos EUA!!


As solicitações da Marvel para o mês de outubro foram reveladas ontem e trazem novidades mutantes, como o cancelamento de uma revista e o surgimento de algumas minis. Confira!

Há alguns dias, parte das solicitações, aquelas relacionadas a Battle of the Atom, foram divulgadas por nós aqui. Ontem saíram as restantes, e já noticiamos a mini do Fantomex no selo MAX aqui.

Pois bem, as novidades não param por aí!


A primeira delas não é muito legal para os fãs da franquia. Astonishing X-Men foi cancelada, e a última edição, #68, sairá em outubro. Marjorie Liu prometeu dar um fechamento à série e ao grupo.


Mas as notícias boas prevalecem. A exemplo do que já aconteceu há algum tempo, no cross Escape From The Negative Zone, que envolvia edições anuais de Uncanny X-Men, Namor e Steve Rogers, saem em outubro as três partes de The Arms of The Octopus, escritas por Michael Costa e perpassando números especiais de All-New X-Men, Indestructible Hulk e Superior Spider-Man Team-Up. Haverá um pedido de ajuda de Octupus (sim, ele mesmo!) aos X-Men, a participação de Banner e a aparição do vilão Abominável.



Mudanças foram anunciadas na revista A+X, que nasceu após AvX e traz encontros entre Vingadores e X-Men. Metade da edição #13 traz a primeira de seis partes de uma história escrita por Gerry Duggan e desenhada por David Yardin reunindo Ciclope e Capitão América. As seis partes sairão sempre em metade das edições, deixando o resto para outros encontros.


Em Uncanny Avengers, uma morte foi anunciada! O Sentinela, que voltou recentemente à vida, matará um dos membros da equipe principal da revista. Estou apostando em Magnum.

Por fim, mas bem relevante, foi anunciada uma mini dos X-Men no selo Marvel Knights. A volta do selo acontecerá em outubro, com uma mini do Homem-Aranha, e, em novembro, sai a primeira edição com os X-Men, dentro de uma abordagem "indie".

Brahm Revel será o responsável por escrever e desenhar a mini em cinco edições, em sua estreia na Marvel. Ele terá carta branca para escolher qual personagem poderá usar e o que fará com eles, mas foi avisado de que a história está situada na cronologia da franquia. 


A história começará com os X-Men (Kitty, Wolverine e Vampira) tentando ajudar duas jovens mutantes perseguidas por um assassino, em uma pequena cidade, e criando mais problemas do que soluções. Vilões do passado dos X-Men são esperados. Há uma clara inspiração no trabalho mais famoso de Revel, Guerillas.

O que acharam dessa chuva de novidades?

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Jason Starr comenta última mini de Wolverine Max

Informações Inéditas no Brasil e nos EUA!!


Na onda do filme do Wolverine, que estreia em julho, o roteirista fala sobre sua minissérie, que trabalhou com diversos elementos relacionados ao Japão. Acompanhe!


Starr é conhecido por ser um romancista de títulos noir. Ele comentou que a principal diferença entre um livro e uma revista em quadrinhos é a forma como se deve contar a história. Para dar o mesmo tom de suspense que está acostumado a usar, ele precisou pensar muito no espaço de cena e como queria contar a história por meio de imagens.


Na abordagem de Wolverine, ele preferiu não trabalhar muito com o passado do personagem, como o Arma X. Mesmo assim, algumas coisas ele alterou, como a história das garras ou a causa da perda de memória. O Logan ali representado é totalmente o centro da minissérie - e Starr não quis que ninguém soubesse nada a respeito do personagem que o próprio Logan não soubesse.

O escritor disse que o principal assunto que lhe chama a atenção e, por isso, quis trabalhar na mini é a ideia de imortalidade, semelhante à que será trabalha no filme. Essa característica afeta a maneira como Logan se relaciona com as pessoas e as decisões que ele precisa tomar.


Quanto a usar uma ruiva como interesse romântico, chamada Candy, Starr disse que não foi uma opção liberada para fazer uma ponte com a queda por ruivas de Logan. Ele só foi perceber isso depois de ter criado a personagem, mas pode ter tido alguma ajuda de seu subconsciente.

Sobre as influências, Starr disse que gosta de muitos arcos com os personagens, mas que tentou impor sua própria visão. Entretanto, se é para apontar influências, ele citou Claremont/Miller, Greg Rucka, Gregg Hurwitz, Jason Aaron e Garth Ennis.

Se pudesse trazer mais personagens para essa mini, ele trabalharia com Tony Stark e com a Rocha Lunar, mas eles não se encaixam na história que pretendeu contar. 


Starr confirmou que tem planos para fazer novas minis de personagens Max no futuro. É muito provável que o próprio Wolverine ganhe uma nova mini pelas mãos dele, em que as consequências do que aconteceu no Japão perseguirão Logan.

Ainda dentro do assunto Wolverine, a próxima entrevista do X-Position será com Paul Cornell. Até mais!

terça-feira, 3 de julho de 2012

Mais Um Personagem Ganha Sua Versão Max

Atenção! Informações Inéditas no Brasil e EUA!


O Universo Marvel MAX não tem sido explorado como era antes. Praticamente, apenas o Justiceiro tem sido o personagem mais recorrente desse universo, tanto que acabou se tornando símbolo do selo. No entanto, de tempos em tempos, a Marvel anuncia algumas novidades interessantes.



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sexta-feira, 2 de março de 2012

Justiceiro Max: The end

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Tenho que admitir: A Panini acertou. Esse talvez tenha sido o melhor jeito de acompanhar as histórias de Frank Caslte.

Após o final da finada revista Marvel Max, muitos órfãos se perguntaram em qual lugar sairia o material mais “adulto” da Casa das Ideias. Bom, alguns bons materiais acabaram rumando para a revista Marvel Terror. E o antigo carro-chefe, o Justiceiro, acabou ganhando alguns especiais. Vamos analisar o terceiro, com o nome de "Bem-Vindo ao Bayou" (termo que pode ser traduzido como pântano), que, por sinal, fecha a série Punisher Max iniciada por Garth Ennis.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Justiceiro Max: Hora de Ouro

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E Frank Castle está de volta. Apôs especial “As Meninas de Vestido Branco”, o Justiceiro, em sua versão Max, ganha mais um especial. Dessa vez, cabe a Duane Swierczynski (famoso pela condução de Cable e Esperança nos tortuosos caminhos do futuro) e Michel Lacombe contar uma nova aventura do Justiceiro recheada de sangue e mortos.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Justiceiro Max: A difícil Tarefa de Substituir Um Gênio

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Em meados do ano passado, a revista conhecida como Marvel Max encontrou seu fim, resultado das mudanças da chamada revolução editorial promovida pela Panini. Pela referida revista, passaram grandes títulos, como Alias, Poder Supremo, Thor: Vikings, dentre outros de grande relevo e qualidade. Dentre eles, obviamente, cabe citar o Justiceiro Max, escrito de forma soberba por Garth Ennis. No derradeiro número de Marvel Max (nº 81), estava a conclusão do explosivo arco “Valley Forge, Valley Forge”, que marcava a despedida do pai de Preacher da revista.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Justiceiro Max: A Volta do Carrasco do Submundo

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Lembram-se do período em que todos nós éramos felizes? Em um passado não muito distante, este humilde escriba tinha como incumbência resenhar um dos melhores momentos do maior caçador de criminosos da Marvel. E parece que, depois de um longo e tenebroso inverno, Frank Castle está de volta.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Justiceiro: Series Finale

Justiceiro

Chegou a hora, caros leitores dessas linhas mal escritas. Estamos na reta final da mais recente baixa da revolução, a Marvel Max. E para fecharmos com chave de ouro, vamos apresentar o último voo de Ennis. Com vocês, a parte final do arco “Valley Forge, Valley Forge”

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Zumbis Marvel : Monstros S/A


Zumbis Marvel

E começou. Entramos na reta final com nossa querida revista, a Marvel Max. Como todos sabem, a revista foi uma das baixas sofridas durante a revolução editorial. Para alguns, a revista já vai tarde. Para outros, grupo da qual me incluo, é com tristeza que eu a vejo a partir. Mas sem mais delongas, vamos aos três resumos. Comecemos com a interminável série de desmortos da Marvel.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Zumbi: Epidemia

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Bom, para os leitores da MAX, houve uma época, não tão longínqua, em que as histórias de zumbis abarrotavam a referida revista. Na carona de Zumbis Marvel (que retornam em Marvel Max 75), a Panini lançou uma pequena mini de uma história de terror focada em zumbis. Não era uma coisa assim digna de memória, mas não era ruim. Para aqueles que não conhecem a mini, podem clicar aqui para conferir um resumo que o companheiro 616 Eddie fez. Basicamente, Simon Garth teve um infeliz incidente que mudou sua vida. Ele teve sua vida virada do avesso por ter o banco em que trabalha assaltado, levado como refém, se envolver numa epidemia zumbi e, ao final, ser infectado pelo vírus. E aqui estamos com a continuação dessa história de terror, publicada em Marvel Max 71 a 74.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Zumbis Marvel: Origens Desmortas

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Toda história tem sua origem. Toda história tem um começo. Nós temos acompanhado nos últimos meses uma avalanche de histórias envolvendo os zumbis mais poderosos do universo. No entanto, não foi mostrada como a fome devastadora surgiu. Porém, a verdade está para ser revelada, para alegria de muitos.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Uma Noite Alucinante

Finalmente a origem dos zumbis Marvel começa a ser revelada nesta minissérie que estréia nas páginas de Marvel Max e digamos que, bem, um certo anti-herói cai na Terra alternativa dos zumbis e resolve fazer as coisas do seu jeito.

Marvel Zombies vs Army of Darkness #1

sábado, 29 de março de 2008

Tiros na Noite: Sacrifício


Bullet Points #5

Uma bala. Um tiro. Uma nova seqüência de acontecimentos. E a Terra não tem à sua disposição o que seria necessário para resistir à maior ameaça que qualquer planeta no Universo mais teme: a fome de Galactus. Nunca encarnando o Capitão América, Steve Rogers se tornou o herói de guerra Homem de Ferro, em um constante sacrifício que lhe custou a vida. Dedicado a seu auxílio tecnológico, Reed Richards, fez tardiamente a viagem que daria origem ao Quarteto Fantástico, o que causou a morte da mulher que amava, do irmão dela e de seu melhor amigo, fazendo com que mais tarde ele encabeçasse a SHIELD. Peter Parker, sem seu tio Ben, nunca se tornou o Homem-Aranha, mas, exposto às radiações gama, acabou se tornando o incrível Hulk e se isolando do mundo. Bruce Banner nunca virou o Hulk, mas picado por uma aranha exposta às mesmas radiações que Peter, tornou-se o Homem-Aranha, agente da SHIELD. Muitos heróis não tiveram sua trajetória alterada, mas o mundo em que Galactus chega agora é muito diferente do que ele e seu arauto Surfista Prateado normalmente encontrariam. Tiros na Noite conclui em Marvel MAX 55.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Nova Onda: Serie Finale?

Foi um ótimo ano. Tivemos monstro gigante, policial corrupto robótico, organizações governamentais malucas, o terrível Rorkannu, Novos Soberanos, Homem-Fuleiro e, por fim, a equipe não fez parte de um evento Marvel Comics. Só que tudo na vida chega ao fim, portanto, é hora de conclusão para...Nova Onda, agentes do O.D.I.O.

Nova Onda

quinta-feira, 6 de março de 2008

Uma Nova Teia de Acontecimentos


Bullet Points #4

Um ataque, um disparo, uma bala, um dia antes do que deveria ter acontecido. Foi o suficiente para que uma série de acontecimentos fosse desencadeada em detrimento de histórias antes conhecidas como parte do fundamento do Universo Marvel como o conhecemos. Porém, apesar do que foi iniciado na primeira parte da história, vemos em Marvel MAX 54 que mesmo na releitura promovida por J.M. Traczynski, alguns acontecimentos são inexoráveis. Não digo com isso que acredito em destino ou predestinação, mas dentro da trama desenvolvida em Tiros na Noite, é justamente com essas idéias que o roteirista “brinca” com muita competência.