quinta-feira, 28 de abril de 2016

Sketch de James Gunn mostra a nova Guardiã da Galáxia em ação


Pom Klementieff foi já anunciada oficialmente como Mantis, que será um membro dos Guardiões da Galáxia no segundo volume que estreia em Maio do ano que vem nos cinemas. Apesar de já manter as características orientais da personagem dos quadrinhos, ainda não sabemos inteiramente como se dará a adaptação dela nos cinemas. Mas um desenho feito por James Gunn divulgado nesta quarta já mostra o que esperar da Mantis quando ela entrar em ação. Confira:


Temos aí as anteninhas, uma das características principais da personagem e o quadro aponta para um cena tremendo. Provavelmente, seria os poderes telepáticos da personagem em ação. Resta saber agora se teremos ela com pele verde como está atualmente nas histórias, ou se começará com a pela humana como era no início.


Mantis originalmente era humana, filha de um pai alemão e mãe vietnamita. Todavia, desde cedo foi criada por um culto de padres Krees, um secto chamado Pama, num templo secreto. As alterações físicas e poderes iniciais da Mantis nunca foram bem explicados, definidos apenas como parte das preparações e treinamentos dos sacerdotes para a futura "Madona Celestial". Já sua coloração verde veio com a ligação com os Cotatis, raça vegetal com quem ela se vinculou e teve um filho. Ainda não sabemos como isso vai ser levado aos cinemas, mas certamente espera-se mudanças na confusa história da personagem.

Coveiro

Repercussões e easter eggs da Guerra Civil já permeiam os Agentes da SHIELD


Um dos pontos mais fortes da série Agentes da SHIELD desde sua criação é a repercussão nos episódios com o que se passa nos filmes. Tivemos no seu primeiro ano o fim da agência governamental depois dos eventos de Capitão América: Soldado Invernal; No segundo ano, a equipe agiu secretamente ao lado de Maria Hill para desmantelar as operações de Von Strucker. E agora, os Agentes e seus meta-humanos ligados a SHIELD, os Inumanos, certamente terão que arcar com a Guerra Civil.

Os primeiros sinais já estão aí nos episódios que se encaminham para o final em algumas semanas. Com os Acordos de Sokovia, os Inumanos terão que se registrar também. Mas algo mais acontecerá até o final desta temporada. Numa clara homenagem a uma clássica capa de HQ do Homem-Aranha, nos é mostrado que um dos Agentes irá morrer. Tudo previsto segundo as visões de Daisy Johnson, a Tremor:




Mas não é só isso. No último episódio do seriado da ABC, Phillip Coulson faz juz a sua fanboyzice e usa um aparato bem conhecido dos quadrinhos. Trata-se de um escudo energético com a logo da SHIELD, mas que para os fãs dos gibis fica clara a referência ao escudo energético que Steve Rogers já usou no final dos anos 90.




E pra quem está acompanhando a série e ansioso sobre os desdobramentos dos personagens e a ameaça do Colmeia/Ward, eis um novo comercial de TV do episódio da próxima semana:


O teaser entrega muita coisa! De cara, já temos a volta dos Krees e não sabemos como isso irá repercutir em relação aos Inumanos. Esse episódio será exibido na terça-feira que vem. Daí, teremos mais duas outras semanas até a conclusão desta temporada! Os episódios 21 e 22 serão exibidos em sequência no mesmo dia, 17 de Maio.

Coveiro

E o teaser do "aguardado retorno" era...

* Atenção! Informações inéditas no Brasil e EUA!

Colocamos alguns dias atrás aqui um teaser muito suspeito, que nos levou a acreditar até mesmo numa possível volta de um herói há tempos falecido. Bem, na verdade, a imagem remete a um outro personagem, do qual a Marvel finalmente revelou sendo este seu "Retorno Aguardado". E não, não estamos falando do Capitão Marvel:


Venceu quem falou Quasar. Mas não se trata de Wendell Vaughn. Apesar do antigo herói estar por perto, será a jovem Avril Kincaid quem herdará os poderes de Protetor do Universo. Na edição Avengers: Standoff! – Assault on Pleasant Hill #1 que está recentemente nas lojas, é revelado que Wendell é um dos aprisionados em Pleasant Hill e está tendo problemas em controlar suas pulseiras quânticas. Ao topar com a agente da SHIELD Kincaid, ele passa o manto para a moça e ela tenta controlar a revolta que toma a Cidade-Prisão.


O escritor da série, Nick Spencer, deu uma entrevista coletiva pra Marvel.com. Ele comentou que apesar de não ter tido tempo de mexer muito na personagem até agora, ela dará um novo frescor a este título pro universo Marvel. E prometeu uma perspectiva única da personagem para explorar aqui: "Temos grandes planos pra Avril. Ela será uma personagem importante em futuras histórias. Você certamente deve prestar atenção nela nos livros dos Capitães Américas, mas eu suspeito que ela deve dar as caras em outros lugares também..." afirmou o escritor. E um desses lugares, já sabemos que será na Guerra Civil II.

E para os fãs de Wendel Vaughn, saibam que apesar de não ser mais o Quasar, o personagem estará por perto para treinar Avril em seus novos poderes. Ele será um tipo de mentor dela como Eón foi pra ele.

Coveiro

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Inominata 616 #107 - Capitão América 75 anos - Por Simon e Kirby


Antes de falarmos de qualquer filme, é preciso saber que este é o ano em que o Capitão América faz 75 anos. E o herói mais icônico da editora, que tem uma história que vai além da própria Marvel em si, mais que merece ter sua história contada aqui no nosso inominata 616. Porém, por ser tão icônico e ter uma história tão vasta, comemoraremos os septagésimo quinto aniversário do Bandeiroso com uma série de programas especiais contando principais pontos de sua passagem ao longo das Eras. E tudo começa em 1941, auge da Era de Ouro...

Estamos em tempos obscuros dentro e fora dos quadrinhos. Enquanto que a ameaça nazista crescia na Europa e assustava os que estavam a um continente de distância, nos quadrinhos surgia um herói da Liberdade que de cara conquistou um recorde de 1 milhão de exemplares em suas vendas. Para reviver essa sua história desde o começo, os soldados  Coveiro, Paulo Artur, Rafael Felga e Marcos Dark, do blog Âmago, se alistam para o campo de batalha.

Neste podcast, você vai entender porque é que Ed Brubaker foi muito preciso na transformação do Bucky em Soldado Invernal. Vai conhecer todas estratégias bem peculiares dos adeptos infiltrados do Nazismo nos EUA naquela época. Vai se assustar com quão psicopatas eram alguns vilões daquela década... ou quão excêntricos outros eram. Por fim,saber que Sherlock Holmes e a Turma do Scooby Doo tinham uma baita concorrência nesta época.


Duração: 112 min




*Desativamos o player do 4Shared por estar dando problemas na página inicial do site!

Links da leitura de Emails:
Prova (questionável) contra o Coveiro

Links do programa:
Acompanhe os Diários de Steve Rogers pelo Âmago
Capa de O Guri, com o Capitão América da Era de Ouro
Revista All Selected Comics
Revista All Winners Comics
Republicação em edição Masteworks Golden Age
Republicação pela Editora Abril
Transformação na Era de Ouro
Transformação na Era de Prata
Capitão e Bucky encontram Hitler nos quadrinhos
Um caveira vermelha muito mal
O grande vilão... Borboleta
Capitão América contra o plágio do Cão de Bakersville
Surge a Golden Girl
Golden Girl
Outros Sentinelas da Liberdade

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Inominata 616 #36 - Os Cinquenta Anos do Homem de Ferro
Inominata 616 #56 - Marvel 75 anos: Os Anos Dourados
Inominata 616 #58 - Capitão América: Segundo Ed Brubaker
Inominata 616 #72 - Marvel 75 anos: Era de Prata

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Coveiro

Kevin Feige e Tom Holland falam mais sobre o futuro Homem-Aranha no UCM


A ansiedade para ver finalmente o Homem-Aranha em ação em Capitão América: Guerra Civil é alta, mas só não é maior do que a chegada do seu filme solo no ano que vem. Sendo assim, o que não faltou na coletiva de imprensa por esses dias foi perguntas em torno do Amigão da Vizinhança.

Sobre o controle criativo que detém do filme solo do Homem-Aranha, Kevin Feige disse ao HeyUGuys que eles tem tido toda liberdade para fazer tudo: "Bem, nós nos conhecemos faz um bom tempo. Amy Pascal, Tom Rothman, que dirige a Sony agora, nós os conhecemos há anos e tem sido ótimo, e eles tem nos dado todo o apoio para tomarmos todas as decisões criativas para fazer esse filme, mas eles são também grandes parceiros, e bem, tudo está indo bem no filme" afirmou no video.



Já em outra oportunidade, o mesmo site conversou com Tom Hollad sobre ser o terceiro a herdar o manto do Homem-Aranha. "Foi algo bem assustador da primeira vez, não vou mentir" disse Holland na premiere que está fazendo hoje na Europa."Foi muito difícil, obviamente, não ter que copiar o que Andrew e Tobey tinham feito, porque o que eles fizeram foi tão brilhante. Eu acho que a nossa principal diferença está em que estamos tentando fazer Peter sentir-se ainda como uma criança e no filme você vê uma criança reagindo quando vê aquela reunião de Vingadores pela primeira vez. Acho que isso é uma das coisas que as pessoas gostam sobre estes filmes, de estar vendo como seria na vida real se realmente acontecesse esses filmes loucos e isso é exatamente o que acontece com Peter em sua casa ".



Já num outro vídeo, Tom Hollad confessa que a primeira vez que vestiu o traje foi meio desapontador. "Meu dublê era um pouco maior do que eu sou, e eu tive que vestir esse traje porque ainda não tinham feito um sob medida pra mim. Então, meio que estava bem folgado da primeira vez que usei, não foi tão legal quanto imaginei". Daí, rapidamente complementou "Mas claro, que obviamente, depois eles consertaram isso e daí ficou incrível! Ficou Espetacular".


Homem-Aranha: Retorno (por enquanto é a tradução que faremos aqui do título original) está previsto para chegar aos cinemas em 7 de Julho de 2017. As filmagens já devem estar acontecendo no segundo semestre deste ano.

Coveiro

Nova imagem mostra os X-Men com uniformes similares aos dos quadrinhos


No final de maio teremos a estreia de "X-Men: Apocalipse" nos cinemas e mais algumas peças promocionais foram lançadas pela Fox. Confira o novo comercial de TV, que contem algumas cenas até então inéditas, e uma nova foto com os X-Men unidos e devidamente uniformizados...



Finalmente os uniformes dos X-Men do cinema estão parecidos com os dos quadrinhos! Mais um ponto positivo para a Fox (que já havia ganho muitos outros com o excelente filme do Deadpool)...

Eduardo Spicacci

Thanos, Feiticeira Escarlate e mais sobre a vindoura Guerra Infinita da Marvel


Estamos nas vésperas do lançamento de mais um capítulo da Marvel Studios e apesar dele já ser considerado o maior feito das histórias dos quadrinhos nos cinemas, há quem só tenha olhos pro futuro e encha-se de expectativas com a vindoura Guerra Infinita. Confira os últimos depoimentos dos escritores e diretores envolvidos:

Christopher Markus e Stephen McFeely conversaram com o site The Huffington Post semanas atrás sobre Vingadores: Guerra Infinita e elucidaram algumas dúvidas já de antemão. "Bem, esse número significa literalmente... é um número que veio do fato de que todos os personagens já introduzidos vão estar por lá. Se você listar os personagens que já estão disponíveis para uso pela Marvel Studios, deve chegar a esses sessenta e poucos personagens, tirando ainda aqueles novos que você pode encaixar". disse Markus ao site;

"Nós temos nossa sala cheia de cartões com todo mundo que está vivo e disponível, e os irmãos Russo entraram e soltaram algo do tipo 'Uau, então isso não significa que todos estão lá, não é?' Você sabe, não teremos 67 protagonistas nessa história" disse Stephen McFeely em seguida. "Thanos é certo! Nós realmente estamos dando a ele boas cenas. Você entende, ele nunca foi o vilão de verdade em nenhum outro filme. Ele nunca foi o personagem principal nesse sentido, então estamos dando um monte de tempo de tela para o Thanos, o que vai ser espetacular e muito divertido".

Markus complementou dizendo que "Há um aspecto, você sabe, de que algumas pessoas já sabem o que há por vir, então nosso desafio é fazer disto o melhor que pudermos lidar em termos de quantidade". McFeely continuou "Ele ainda não foi sequer tocado. Ele deve ter até agora uns 20 segundos de tela. Ele não teve nenhuma cena espetacular. E isso é uma grande vantagem, certo? Pois as pessoas estão antecipando a vida desse cara e tendo altas expectativas. Então, eu acho que eles estão ansiosos e nós temos que corresponder. Não precisamos mais convencer as pessoas a ficarem curiosas. Só precisamos executar tudo que está sendo esperado".

Já os irmãos Russo comentaram ao site Clevver Movies sobre a evolução da Feiticeira Escarlate nos filmes e o que podemos esperar dela em "Guerra Infinita". "Ela está num arco crescente e é parte de seu desenvolvimento. É bem arriscado com personagens poderosos, pois a não ser que eles passem por uma luta interna ou falhas que os limitem, eles serão imparáveis, daí a história começa a se desmanchar e deixar de ser interessante" disse Joe Russo. "Vocês sabem que ela poderia parar aquela luta no aeroporto em cinco minutos se ela estivesse no auge do controle de seus poderes, então nós vamos fazer com que ela passe por essa jornada para descobrir qual é o limite de seus poderes. Ela comete um erro bem no começo do filme e isso a retrai. Mas vamos ver até onde ela vai em Guerra Infinita".


Em outra entrevista da coletiva de imprensa, Joe e Anthony reforçaram sobre como Guerra Infinita é a culminação de tudo que foi feito até agora na Marvel e de que como a Guerra Civil serviu de "aperitivo" para o que podemos esperar da Guerra Infinita. E no mesmo vídeo, Joe falou sobre o próximo passo do gênero de super-heróis: "Em primeiro lugar, esse é o mundo em que vivemos, eu acho que estamos caminhando por alguns momentos mais escuros e eu acho que isso leva as pessoas a serem auto reflexivas. Em segundo lugar, há uma incrível quantidade de conteúdo atualmente na área de filmes de super-heróis, e todo mundo está se movendo em direção a desconstrução do gênero, porque esse é o próximo lugar para onde ir. Foi a nossa inclinação natural depois de Soldado Invernal de desconstruir os Vingadores. Foi a inclinação de Tim Miller em Deadpool para desconstruir o gênero. É uma área que ainda não foi explorada até este ponto de uma forma muito dramática, por isso é um movimento natural. "

Joe e Anthony Russo voltarão a dirigir Vingadores: Guerra Infinita muito em breve. O filme está previsto para começar a rodar ano que vem e sairá em duas partes - 4 de Maio de 2018 e 3 de Maio de 2019.

Coveiro

E o Deadpool continua zoando todo mundo

Engana-se quem pensava que a "zueragem" vista na divulgação de Deadpool iria parar após o lançamento do filme nos cinemas. Com as edições em DVD e Blu-ray prestes a saírem no mercado americano, a Fox lançou várias imagens com o Mercenário Tagarela interagindo com pôsteres de diversos filmes clássicos:


A iniciativa visa divulgar o lançamento do filme do Deadpool em plataformas digitais, ocorrida no dia de hoje, duas semanas antes do lançamento em mídias físicas...

Eduardo Spicacci

Marvel lança novos teasers que são literalmente um quebra-cabeças

* Atenção! Informações de séries inéditas no Brasil!

A ideia por trás dos teasers é certamente instigar a curiosidade do público antes de qualquer anúncio oficial. Posto isso, desta vez a Marvel resolveu ser um pouco mais malvada e colocou literalmente um quebra-cabeças como mistério. Confira:






Cada peça vem sendo colocada aos poucos ao longo desta semana e tem arte assinada por Stuart Immonen. No começo, a aposta iria pra uma nova série da Jessica Jones, mas novas peças destacando o Homem-Aranha confundiram os leitores. O que será que está vindo por aí?

Coveiro

Wolverine 3 convocá Richard Grant para papel de cientista louco

O terceiro filme da franquia solo do Wolverine acaba de ganhar mais um nome. Richard E. Grant, de Dig, Girls e Doctor Who, foi escalado para viver um tipo de cientista maluco cujo nome não foi revelado. Curiosamente, o ator já tem experiência no papel ao protagonizar o longa Jekyll e Hyde.




Wolverine 3 tem sido um segredo da Fox até então. James Mangold voltará a direção e apenas dois nomes estão vinculados até agora a produção - Sir Patrick Stewart como Professor X e Boyd Holbrook como vilão principal, além, é claro do próprio Hugh Jackman.

O filme tem data reservada para dia 3 de Março de 2017 nos cinemas!

Coveiro

Deadpool seguindo a filosofia Zenpool



Pra quem acompanhou a minissérie Eixo, já não é novidade que Wade Wilson foi um dos afetados com a inversão. Ou seja, de um maluco assassino sem noção, ele agora é um centrado pacifista... mas ainda "zen noção". Com problemas na sua vida pessoal pra resolver e ainda um mundo mais perigoso, como será que se dará essa faceta mais ponderada do Mercenário Tagarela? Descubra com essa resenha das edições 9 e 10 da mensal brasileira do Deadpool.

Depois de arrumar um lar para sua filha Ellie na casa da Agente Preston (e comprar uma casa ao lado para morar perto dela), Wilson tem que resolver algumas pendências que deixou pra lá com a confusão do Pecado Original. Primeiro, contar pra sua "sogra" que apesar da ex-mulher Carmelita estar morta, Ellie sobreviveu e aos seus cuidados. Já em relação aos problemas de Kim e os X-Men norte-coreanos, Wilson arrumou um lar temporário para eles na Mansão Jean Grey. Será um ótimo lugar para eles também serem estudados pelo Fera.

Já nas ruas, quem está o caçando desta vez é o ex-candidato a noivo de Shkilah, o Conde Drácula. Decidido a acabar com Wade de uma vez por todas, ele aluga um velho caça-aranha e o modifica pra acabar com seu rival. Obviamente, aquilo vira motivo de piada para Deadpool, que deixa Drácula ainda mais irritado e faz com que ele se distraíam para cair em mais um golpe do Mercenário Tagarela.

As más notícias vem a seguir quando o Fera faz uma ligação de emergência para Wade sobre a saúde de seus amigos norte-coreanos. Pelo visto, eles vão precisar de transfusões de orgãos urgentes e só Deadpool pode ser um doador. Por sorte, ele é capaz de regenerar isso tudo em questão de horas. Todavia, a coisa desanda na Mansão X quando há um chamado de emergência. Evan e Quentin Quire foram raptados e todos os heróis estão indo para Genosha deter o Massacre Vermelho. E isso é tudo que você viu acontecer na primeira parte da minissérie Eixo.

Como vimos, o mundo estava enlouquecendo consumido pelo ódio nas ruas, principalmente contra os mutantes. Deadpool acabou salvando uma moça mutante capaz de ver as cores nas falas das pessoas e a levou para o único lugar seguro que lembrava - O reino subterrâneo dos monstros agora governado por sua mulher. Lá, descobrimos que as coisas não andam tão boas para o casal. Shiklah anda com um baita mau humor desde que Wilson esta dividindo as atenções entre ela, sua filha Ellie e o problema com os X-Men coreanos.

Expulso dos subterrâneos. ele volta a sua bela e singela casinha próximo a da sua filha. Todavia, lá uma outra pessoa o aguardava - Magneto. Assim é feito o convite para Deadpool entrar no grupo de vilões que parte para Genosha e tudo acontece como vimos na edição. Vale nota aqui a hilária cena do Deadpool salvando insistentemente o Dentes de Sabres toda vez que ele desacordava. E como vimos no fim, tudo mudou. De volta aos EUA, um invertido Deadpool começa a comer comida oriental ao invés de mexicana e arrumar pacientemente seu jardim para algo mais nipônico. Venceu na briga de personalidade a faceta Zen do mercenário agora.

A versão Zenpool tem um jeito estranho de lidar com os bandidos. Ao invés de usar armas, ele impede assaltos com seu Kung Fu, palavras de sabedoria e um baita peru defumado. Em casa, a situação anda ruim tanto com sua ex-sogra quanto com sua Shiklah. Ele sequer consegue usar uma faca pra desfiar um Peru e esse jeito pacifista anda irritando sua demoníaca esposa. Até mesmo ao topar com ex-desafetos no metrô  - Batroc e Ardiloso -, Zenpool prefere optar pela paz.

Mas o pior acontece na Mansão X. Depois de um chamado do Fera, Zenpool descobre que os X-Men também estão invertidos e dispostos a expulsar os frágeis norte-coreanos que hospedavam. Wade tenta convencer os X-Men malvadinhos a mudar de opinião, mas isso só gera uma treta ainda maior entre eles. Acabam no meio de um baita conflito em vários cenários estranhos da sala de perigo que colocam X-Men ocidentais contra Deadpool e os X-men norte-coreanos.

Livres da Mansão Jean Grey, Zenpool leva Kim e seus amigos pro último lugar que tinha esperança de ajudá-los - a Metrópole subterrânea dos Monstros. A muito contra-gosto sua esposa decide apoiá-lo e Deadpool é levado para a Liga dos Magos afim de estudar o caso dos norte-coreanos. Já no quarto de Shiklah, bem no momento em que os dois poderiam fazer as pazes (e muito amor), Deadpool recebe outro chamado de emergência - Os X-Men e seu afilhado Evan (agora transformado em Apocalipse) estão acabando com a cidade. Pra aumentar a raiva de Shiklah, Deadpool teve que interromper tudo e partir para lá.

Assim, temos os eventos mostrados na conclusão da saga Eixo, quando Deadpool consegue converter Evan a vencer a inversão do Eixo e lutar pelo bem e os demais heróis se unem no combate final da saga. Como vimos, Destino, Feiticeira Escarlate e o Caveira Vermelha revertem a inversão e tudo volta ao que era antes. O jovem e assustado Evan desperta com pavor de tudo que fez. Encontra a cabeça do seu padrinho Wade e ajudá-o a recuperar seu corpo.

Wilson pensa em deixar Evan por um tempo na Metrópole Monstro, mas Shiklah o reconhece como sendo da linhagem do Apocalipse, relembra quando o mutante destruiu seus antepassados e nega ajudar o menino. Em compensação, Wilson descobre que os magos conseguiram uma solução mais permanente na questão dos X-Men coreanos. Com base nos órgãos de Deadpool, eles criaram uma árvore que gera "órgãos" como frutos.

No caso de Evan, Deadpool decidiu que o moleque poderia morar com ele por um tempo até a poeira baixar. Dessa maneira, um poderia olhar o outro mais de perto e se ajudar. E tudo parecia se consertar de novo na vida de Wilson. Mas será que ele sabe o que é ser realmente feliz?

E mais uma vez tempos um Tie in que se sai melhor que a saga. A dupla Brian Posehn e Gerry Dugan se une aos talentos de Mike Hawthorne pra mais uma vez mostrar que a criatividade não tem limites ante a zoeira do Deadpool. Essa versão do mercenário foi uma das trocas mais hilárias de todo o Eixo e certamente deu até vontade de ver mais tempo sendo usada aqui.

Coveiro

terça-feira, 26 de abril de 2016

Resenha 616 - Capitão América: Guerra Civil



Em 2006, a Marvel voltava a escrever história dentro do mundo dos quadrinhos com o lançamento da minissérie em sete partes que viria a ser um verdadeiro marco pros novos tempos. Contagiando sua base de fãs de tal forma que realmente a dividiu em lados mediante a pontos de vistas tão honestos e reflexivos, a Guerra Civil foi um feito único. Dez anos depois, quando a proposta foi lançada para o cinema, a primeira coisa que se passou na cabeça dos leitores foi - conseguiriam eles trazer o mesmo impacto e profundidade da discussão toda para as telonas? É isso que vamos tentar responder em nossa Resenha 616 sobre Capitão América: Guerra Civil. E cuidado: temos alguns spoilers moderados a seguir.

A missão de Joe e Anthony Russo ao retomar o manto do Capitão América em seu terceiro filme solo acabou sendo muito mais complicada do que provavelmente eles imaginavam quando embarcaram nesta. Eles já tinham um plot completamente  pronto para ser continuado com a recuperação de Bucky Barnes, o Soldado Invernal (Sebastian Stan). Com os eventos de Vingadores: Era de Ultron, herdaram um status quo completamente novo pros Vingadores, com novos membros e toda expectativa do público de vê-los em ação. Por fim, o Presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, bateu na sala deles um dia e jogou na mesa a ideia de trabalharem a Guerra Civil na trama do filme. Seria um aperto pra qualquer outro, mas logo nos primeiros minutos é possível ver que Joe e Anthony tiraram de letra.



O tema central nos é trazido depois de mais uma acidente envolvendo os Vingadores na cidade de Lagos, na Nigéria. Com isso, a equipe é levada a reviver todos os problemas que vem sendo criados desde que os Vingadores se reuniram. Fazendo uso das palavras do personagem Visão, o silogismo fica evidente de que o aumento dos "meta-humanos" está ligado a mais conflitos e mais catástrofes. E com isso, surge os Acordos de Sokovia, tratado assinado por mais de 117 países e que pretendem colocar a ação quase sempre inconsequente dos heróis sob o cabresto do mundo. E com isso, todos os integrantes dos Vingadores ficam divididos internamente e sofrem conflitos ao longo das mais de duas horas e meia de filme.

Vemos um Visão (Paul Bettany) plenamente racional seguir sua lógica mais coerente, mas descobrir-se falho e capaz de se distrair em um momento importante; Um Jim Rhodes (Don Cheadle) pragmático, praticamente sobressaindo seu lado mais militar, mas confessando somente para seu amigo Tony que no fim acha tudo isso um saco. Uma Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) ainda se descobrindo, temerária pelos seus atos mais recentes, mas no fim determinada a tomar uma posição; Um Falcão (Anthony Mackie) sempre fiel, mas tentando funcionar sutilmente como a consciência em dúvida de Steve Rogers sobre o quão longe eles devem ir. Até mesmo a Viúva Negra (Scarlett Johansson) pondera suas decisões numa balança e talvez ache tudo isso grande demais pra seguir aquilo que ela mesma foi contra ao final do filme Capitão América: Soldado Invernal. E, claro, temos alguns elementos novos adicionados a trama.



T'Challa, o Pantera Negra, (Chadwick Boseman) tem bem mais do que um só motivo para estar ali naquela trama e querer ter tudo em pratos limpos. Inicialmente impulsionado pela vingança, vemos as coisas se acalmando aos poucos e a personalidade mais analítica e planejadora do Pantera Negra se sobressaindo com o avançar da narrativa. A Marvel vem fazendo um excelente trabalho introduzindo aos poucos esse universo wakadiano no UCM e os fãs do personagem certamente ficarão bem satisfeitos com o que foi feito até aqui. Desenvolveram um sotaque próprio para ele, há aparição bem rápida e ameaçadora de uma Dora Milaje e até mesmo um vislumbre do Reino. Com este filme, certamente as coisas se ampliaram bastante pro que está por vir aí em 2018.

Peter Parker, o Homem-Aranha
(Tom Holland) é certamente desde seu anúncio aquele que os fãs estão mais curiosos para ver em ação. E não haverá decepções aqui. Mesmo que seja o personagem com menor tempo de tela dentre os heróis, quando o pirralho entra com seu novo uniforme na briga, você não tem como se conter. É o personagem que sempre quisemos ver brincando e tagarelando como nos quadrinhos. E como qualquer fanboy deste mundo, ele funciona ali como os olhos do público ao lado de tantos titãs. Se há um ponto fraco aqui, talvez seja a "convocação" muito rápida do personagem para ingressar o Time Stark. Soa corrida e desesperada, mas não por culpa do ator. A cena é até um excelente dueto bem elaborado de piadas entre ele e Tony Stark, com uma inocente Tia May de tabela. Talvez, tenha só faltado um pouco mais de tempo para isso ser mastigado e levado ao público. E, claro, é reservado a Peter uma das melhores cenas da "Grande luta" no aeroporto de Leipzig.



Dois outros só aparecem mais na terceira parte dessa história para se juntar ao Time do Capitão. Clint Barton, o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) surge como principal apoio de Steve Rogers para recrutar reforços para seu lado. Assim, além de recuperar a Wanda nos EUA, ele traz consigo um maroto Scott Lang, o Homem-Formiga (Paul Rudd) a tira colo. À parte das hilárias cenas com Lang que está bastante entusiasmado de estar entre os maiorais, descobrimos que ele andou aprimorando o traje original do Homem-Formiga e revive até mesmo uma cena "gigantesca" que não podia faltar como uma das referências a própria minissérie original dos quadrinhos.



Mas o cerne de tudo aqui está nos dois grandes atores desta trama que realmente separam lados não só entre os times, mas entre seus fãs. Steve Rogers, o Capitão América (Chris Evans) e Tony Stark, o Homem de Ferro (Robert Downey Jr) começam apenas como divergências de ideais e tem um bom debate sobre o tema no começo de tudo. Foi algo que certamente até mesmo faltou nos quadrinhos originais mas os irmãos Russo viram que era necessário colocar essa conversa às claras no filme. Isso segue até tudo desandar com o ressurgimento do Soldado Invernal e as coisas tomarem nuances mais pessoais e emotivas. Primeiramente, para Steve Rogers. Depois, para o próprio Tony Stark. Daí, tudo fica extremamente perigoso e a briga entre os dois ocorre de forma visceral. Mais uma vez, honrando o que foi visto nos quadrinhos, ao final, Tony e Steve esquecem os princípios pelo que lutavam e isso pode levar qualquer um deles a matar o outro.

Uma coisa importante para se deixar clara aqui é que essa rixa entre Tony e Steve é algo que já vinha sendo costurado de forma coesa ao longo dos dois filmes dos Vingadores e dessa maneira entra fácil na cabeça do público. Você conhece os personagens, tem suas preferências por cada um deles, e por estar tão familiar com eles, suas motivações e até erros neste novo filme soam tão reais como se fosse aquele seu amigo do lado. Então, o tão esperado embate entre os dois aqui praticamente se escreve sozinho e ganha tons tão fortes que vai lhe contagiando aos poucos até você não saber por quem está torcendo e temer pelo pior.



Então, temos finalmente o grande arquiteto de tudo, Helmut Zemo (Daniel Brühl). Para o seu bem, esqueça tudo que você sabia antes do vilão. Nada sobre sua história nos quadrinhos é aproveitada aqui. Já de outro modo, seu modus operandis tem tudo a ver com o personagem. É um articulador paciente e que vê várias camadas do seu plano de forma antecipada. Se puder, ele praticamente entra e sai do lugar como um sombra, mas o rastro que deixa quase sempre é catastrófico. Como fã notório do personagem dos quadrinhos, ouso dizer que ele consegue toda complexidade necessária de um Zemo, mas não deixa de ser humano e também motivado pelo desejo da vingança.

O filme oscila portanto entre momentos muito íntimos, profundos e emocionais para logo ser descarregados com pura adrenalina em cenas de combates vibrantes onde mais reina a coreografia do que efeitos especiais (como é o forte dos irmão Russo). E ainda com todo o pesar e tensão envolto no tema, há espaço para as cenas divertidas com piadas pontuais e muito bem colocadas. É uma característica Marvel que não pode e nem deve ser deixada de lado.

Todo o vislumbre que você já teve da perseguição do Pantera Negra entre carros, combate contra os terroristas comandados por Ossos Cruzados e luta entre lados no aeroporto em nada se compara ao que há ainda por ser mostrado no filme. Ou seja, é um filme ainda surpreendente, cheio de referências (pra deleite das piadas do Capitão) e aconselho se preservar de qualquer informação a mais antes de assisti-lo. Portanto, não haverá espaço aqui para saber sobre finais ou cenas pós-creditos. O que posso adiantar é que de forma muito esperta, os Russo trabalharam o terreno para o futuro e mesmo sem ter qualquer aparição de Thanos ou conteúdo cósmico no filme, estavam pensando longe na vindoura Guerra Infinita. E, de certo modo, no filme solo do Pantera Negra também.



Apesar de que muitos podem considerar esse filme uma versão 2.5 dos Vingadores, e tem todo direito para isso, Capitão América: Guerra Civil não fugiu do seu papel de funcionar como a terceira parte de uma eventual trilogia do Capitão América. Há referências e jargões a todo momento referente ao primeiro filme do personagem. Tem um desfecho muito sensível para a personagem de Peggy Carter e a abertura de novas possibilidades amorosas com sua sobrinha Sharon (Emily VanCamp). Complementa de forma monumental a estrada que Bucky Barnes, revivendo seus erros enquanto Soldado Invernal e lutando para não mais cometê-los.

Se você acredita mesmo nessas "maldições" de terceiros filmes, Capitão América: Guerra Civil está aí pra te provar o contrário. É um filme que facilmente ostenta a posição de melhor filme da Marvel até o momento, podendo ser assim como foi nos gibis um marco pra o gênero de super-heróis nos cinemas. E aguarde o nosso podcast já na próxima semana. Aí sim, teremos nenhuma restrição de spoiler e muitos comentários sobre os easter eggs.

Coveiro

Comercial da Guerra Civil mostra cenas inéditas do Homem-Aranha


Nessa semana teremos a aguardada estreia de "Capitão América: Guerra Civil" nos cinemas brasileiros e pra quem não aguenta esperar mais alguns dias, temos aqui um novo comercial de TV mostrando o Homem-Aranha em ação em cenas até então inéditas. Confira...


E aí, quem vai assistir a pré-estreia na meia-noite de quarta-feira?

Eduardo Spicacci

segunda-feira, 25 de abril de 2016

EXTRA! Nathan Fillion será o Magnum no UCM!


Atenção todos os fãs do Magnum! Vocês existem!? Temos uma boa notícia para vocês. Graças a James Gunn, diretor de Guadiões da Galáxia, o herói iônico Magnum poderá ter um futuro espaço no UCM. E ele já tem um ator certo para protagonizá-lo - Nathan Fillion, da série Castle e extinta Firefly! E não, não é brincadeira desta vez!










A notícia veio de fotos tiradas dos sets de filmagem de Guardiões da Galáxia vol.2, onde numa espécie de exposição de cinema focada só em filmes do ator Simon Williams, o Magnum, há cartazes de filmes protagonizados pelo ator e quem empresta sua cara é ninguém menos que Fillion. Em meio a posters que parecem ser de vários filmes antigos do ator, temos aí filmes românticos, aventura estilo Conan e até uma biografia de Tony Stark protagonizada pelo fictício Simon.

É bem óbvio que tudo aí seja meramente um baita easter egg, mas com um futuro filme da Carol Danvers vindo aí, quem não cogitaria ter também o Magnum no elenco? Será sonhar demais?

Coveiro