MUDANÇAS NO BRASIL

Durante a Fest Comix, a Panini explicou mais de como ficarão as publicações Marvel no Brasil com as Guerras Secretas

CAPITÃO AMÉRICA: GUERRA CIVIL

Um podcast sobre o maior filme de super-heróis até o momento!

AS GUERRAS SECRETAS ESTÃO CHEGANDO NO BRASIL

PREPAREM-SE PARA O MAIOR EVENTO DOS ÚLTIMOS TEMPOS DA MARVEL QUE CHEGA EM JUNHO NO BRASIL

APOCALYPSE WARS

Em meio ao lançamento do filme, uma nova saga envolvendo o Apocalipse surge!

ARANHAVERSO

A MAIS FAN-SERVICE SAGA DO HOMEM-ARANHA DE TODOS OS TEMPOS EM NOSSO INOMINATA 616

Grandes Clássicos dos X-Men: Era do Apocalipse

Um clássico moderno é discutido em meio ao lançamento do novo filme!

LUKE CAGE NO NETFLIX

Saiba das ultimas novidades dos seriados do Netflix aqui!

INUMANOS INVADEM A MARVEL

A Terceira temporada de Agentes da SHIELD estabelece os Inumanos no Universo Cinematográfico da Marvel

X-MEN CONTRA APOCALIPSE NOS CINEMAS

O mais novo filme da FOX traz um vilão clássico dos mutantes e discutimos tudo sobre ele no nosso podcast!

QUE VENHA A GUERRA CIVIL II

Mais uma vez os heróis se separam em diferentes lados na Casa das Ideias

domingo, 26 de junho de 2016

Novíssimos X-Men: Aula Particular

Depois de uma conturbada leitura do Testamento do Professor Xavier e de uma viagem inusitada entre realidades paralelas, respectivamente Emma Frost e Jean Grey tem um momento único e peculiar juntas. Chegou a hora das duas outrora rivais tomarem as posições de professora e aluna numa aula de campo.


Muito a contra-gosto, Magia deixa Emma e  Jean na corrupta ilha-nação de Genosha sozinhas. Depois de muitos governos ruins, agora aquele pedaço de terra no mar foi tocado pelo esquema de vendas ilegal de MGH arquitetado por ninguém menos que a versão antiga do Dentes de Sabre e a Mística. Mas as duas não estão ali só para dar um jeito naquele problema, Emma quer que Jean aprenda a se virar sem seu mais novo e tão usado dom da Telepatia.

Vale ressaltar que desde que voltou do passado para o nosso presente, Jean despertou seu dom extra (quando naquela época se restringia a telecinesia apenas) e vem usando indiscrimadamente em várias situações, seja contra vilões seja com colegas de equipe. Frost quer dar um fim nesse "abuso" da garota e mostrando que de algum modo retomou parte de sua claudicante telepatia (remexida desde foi possuída por parte da Força Fênix), ela desliga o dom de Jean. A menina reclama, mas acaba concordando com o "teste". No meio da conversa, Emma sugere que no passado era Xavier quem suprimia o dom da moça por algum motivo.

Sem esse extra, Jean é obrigada a confrontar o ex-mutante e agora viciado em MGH, Blob. Agora, só contando com a telepatia, a jovem Grey tem que apurar sua telecinesia a ponto de parar balas e lidar com o volumoso Blob. Após algumas belas sovas, a garota reage a altura e consegue erguer o grandalhão e arremessá-lo para o alto. Blob cai e acaba desacordado, o que temporariamente deve parar suas atividades de trafico de drogas na ilha.


Já Frost se contenta com a aula e entrega de novo para Jean os dons telepáticos da moça. No entanto, Emma tenta convencer Jean que ela não precisa se conter, não precisa acreditar que é uma vilã em potencial só porque outra versão dela se tornou a Fênix. E assim, as duas saem juntas dali mais próximas do que já foram qualquer outra vez na vida ou naquela realidade.

Essa curta história escrita por Bendis tem arte fabulosa de Mike Del Mundo e Marco O'Alfonso. E que venha agora a continuação desta história também publicada na edição 31 da Mensal da Panini ligada ao Vórtice Negro.

Coveiro

sábado, 25 de junho de 2016

Sony expandindo o universo do Aranha nos cinemas e boatos sobre a Silver Sable



Bom, como todos já sabem há mais de um ano, a Sony fechou um acordo com a Marvel e ambas estão produzindo juntas um filme do Homem-Aranha, personagem que já fez sua estreia em Guerra Civil. O filme do teioso já está sendo gravado, tivemos as primeiras fotos dos sets vazadas, mas parece que a Sony quer muito mais.

Em entrevista com Tom Rothman, um dos chefões da Sony, o Hollywood Reporter ouviu que o estúdio espera criar muito mais filmes frutos dessa parceria. Quando perguntado sobre expandir o universo do Aranha e se há mais planos com a Marvel, Rothman confirmou que há conversas sobre isso e que a relação com a Marvel é fantástica:

"Sony é quem tem a autoridade final, mas o comando criativo foi delegado ao pessoal da Marvel, porque eles sabem o que estão fazendo. Nós começamos já a gravar em Atlanta o novo Homem-Aranha" disse Rothman. "Um filme do Homem-Aranha feito com a Marvel não é sem custo. Temos um grande investimento aí. Sabemos que a Marvel tem uma visão clara e criativa, e com isso eu consigo dormir bem a noite" disse ele quando questionado sobre os riscos e custos do filme.


Mas não para por aí. Ainda ontem, começaram a rolar boatos de que um filme da Silver Sable estaria entre os próximos planos da Sony. Vale lembrar que a mercenária de cabelos prateados funcionaria como uma versão da Viúva Negra para a Sony e sem muita interferência no universo total da Marvel já que ela atuaria no submundo. Segundo o editor do The Wrap, Jeff Sneider, quem estaria escrevendo o roteiro primário é Abi Morgan Shame, The Hour).

Coveiro

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Mais de dez capas de Junho homenageiam a Guerra Civil original

Com um marco nos cinemas e a volta em uma nova minissérie, já se passaram dez anos do lançamento da minissérie original Guerra Civil. Portanto, nada mais que justo do que algumas capas variantes fazendo menção a aclamada saga. Cerca de dez delas fazem uma homenagem pra lá de bacana a momentos emblemáticos da minissérie lançada em 2006. Tente lembrar todos conosco aqui...

Da capa clássica do Michael Turner apresentando um falso Thor... (The Invencible Iron Man #10)


Da fenomenal cena em que o Capitão América escapou da SHIELD surfando num F15... (Deadpool #14)




Da épica capa do Quarteto Fantástico sobre um prelúdio de quem levantaria o Martelo perdido do Thor... (The Totally Awesome Hulk #7)



Do momento congelante em que Steve Rogers espancou o Justiceiro (e ele deixou acontecer)...
em Sam Wilson: Captain America #10.




 Do momento em que o Capitão América foi preso... (Fabulosos Inumanos #11)


Da assombrosa cena em que o Golias e o clone do Thor se encararam... (The Ultimates #8)


Do momento em que o Wolverine, o outro, foi incendiado e voltou quando só sobrou o esqueleto...
(All New Wolverine #9).


Da emblemática capa do Homem de Ferro com a bandeira (que tinha a pegadinha que inspirou o Patriota de Ferro)... em Captain Marvel #6



Do momento trágico após a destruição de Stamford (New Avengers #12)


Da capa irreverente do Homem-Aranha e seu tie in na Guerra Civil original... (Nova #8)


Do épico (e já apagado da continuidade) momento em que o Aranha revelou sua identidade ao público... em Ms. Marvel #8.



Realmente, são belas homenagens! E daria pra ter muitas outras com momentos bem marcantes!

Coveiro

Spider-Gwen é outra vítima do cancelamento do Disney Infinity

Depois de anunciar um Doutor Estranho completamente inspirado nos cinemas, o pessoal que trabalhou arduamente na criação dos personagens do jogo multi-plataforma Disney Infinity revela um outro personagem bastante em voga nos últimos tempos e que também não sairá nunca do papel devido ao cancelamento do produto. Trata-se da Spider-Gwen (ou Gwen-Aranha, se preferirem traduzir). Confira o concept art:





Disney Infinity foi um alto investimento da empresa no ramo dos jogos eletrônicos que infelizmente não atendeu as expectativas dos produtores. Apesar da grande leva de fãs do sistema (e porque não, colecionadores das estátuas), acabou sendo cancelada a criação de novas peças pelo pouco retorno financeiro do projeto.

Infelizmente, tanto o Doutor Estranho quanto a Gwen não chegarão mais até os fãs. E pelo que foi dito no começo do ano, deve haver muito mais personagens não anunciados e cujo concept art pode em breve surgir pela internet.

Coveiro

Teasers do Marvel Now dividem os personagens da Marvel

* Atenção! Informações inéditas no Brasil!!

Uma série de teasers de uma nova versão do Marvel Now vem confundindo a cabeça dos fãs. Começou com um Capitão América em oposição ao novo inumano Mosaico. Depois, tivemos a Capitã Marvel com o Pastelão em um lado oposto. Em seguida, a recente heróina Miss Marvel em oposição a uma nova personagem coadjuvante das histórias do Homem de Ferro, a jovem e excepcional aluna do MIT Riri, que construiu sua própria versão de armadura. Ontem quem deu as caras foi o Pantera Negra, que surge junto com o Gatuno. Já Hoje, Miss America Chavez está oposta a ninguém menos de Victor Von Doom. Confira:








As imagens destes teasers são de autoria de Mike Deodato Jr. Mas o que isso de fato significa? As respostas parece que chegarão em 13 de Julho com o lançamento nas lojas da revista Marvel Now! Preview Magazine.

Coveiro

Artista de One-Punch Man empresta sua arte pro Homem-Aranha

A Marvel está finalmente se infiltrando no mercado oriental com força total. É tanto que, como divulgamos aqui, está abrindo uma filial por lá gerenciada pelo C.B. Cebulski. Entre as iniciativas pra entrar de vez por lá, está o convite a renomados artistas locais para dar o ar da sua graça em várias capas. E aqui está uma bela amostra do que Yusuke Murata, artista de One Punch Man, fez para a saga Aranhaverso:





Apesar de estar sendo pela primeira vez noticiado aqui, Murata já havia feito capas variantes para o Homem-Aranha nas séries spin-offs do Homem-Aranha das Guerras Secretas chamada Renovandos os votos e para a Ilha das Aranhas.

Coveiro

Mais um concept art não usado do Apocalipse para os cinemas

Desde o início com o visual criticado pelos fãs, o vilão Apocalipse, vivido por Oscar Isaac, teve várias outras versões sendo discutidas e trabalhadas até aquela que finalmente foi aceita pela produção. Já vimos aqui a versão de Jose Fernandez, e agora o designer Jerad Marantz disponibilizou online sua ideia do mutante milenar para os cinemas. Confira:




X-Men: Apocalipse continua nos cinemas no mundo todo. Sua bilheteria atual mundial é de 513 milhões. É um desempenho bem inferior ao seu antecessor, X-Men: Dias de um Futuro Esquecido.

Coveiro

Novos Vingadores: Rabum Alal


A edição 33 dos Vingadores da Panini talvez seja uma das mais importantes da fase do Hickman para o leitor tupiniquim. Depois de um longo mistério envolvendo seu nome e que repercute em toda uma nova mitologia criada nas histórias das incursões, a identidade de Rabum Alal é finalmente revelada.

A primeira vez que é citado para nós, Rabum Alal não passa de uma espécie de deus adorado pelas Cisnes Negras, que adotaram  a pequena princesa de um mundo para ser uma igual a elas. Essa princesa era a Cisne Negra de nossa história e ela foi a única a sobreviver a um ataque dos tais Sacerdotes Negros. Recentemente, viemos a saber que o líder destes Sacerdotes, graças a contornos da história que cruzam o espaço e o tempo, é ninguém menos que o Mago Supremo, o Doutor Estranho.

Determinado a finalmente saber mais sobre esse mistério, Estranho e seus Sacerdotes Negros decidem invadir a Terra 1.903.990 onde está a tal Biblioteca de Mundos tão falada pela Cisne. Estranho finalmente descobriria as repostas de tudo que anda acontecendo desde então. E com isso há um ataque, provavelmente o mesmo que a jovem Cisne Negro relatou. Os Sacerdotes dizimam três das Cisnes e uma delas, bastante jovem, foge dali.


Desta vez, no entanto, os Sacerdotes tem posse de uma chave e o Mago Supremo segue o caminho mais trilhado pelas Cisnes para finalmente chegar até Rabum Alal. Eles cruzam por alas distintas e cheias de realidades distorcidas. Passam por seres petrificados, antigos guardiões, e informações de mundos inteiros guardados na forma de repositórios de luz. No fim, topam com uma Cisne. Ou a Cisne Negra que conhecemos, só que bem jovem.


Numa sala que não podem falar, os Sacerdotes Negros são cercados por muitas outras Cisnes. E elas massacram todos, deixando apenas o Mago Supremo vivo no final. Estranho usa seus poderes mais brutais e proibidos para sobreviver. E assim ataca as cisnes uma a uma até se esgotar. No fim, ele tomba e é carregado pelas moças até a ala final onde reside Rabum Alal. Lá, somente Cisnes cegas tem permissão de caminhar e Stephen finalmente terá oportunidade de conhecer um dos principais jogadores do destino do universo.


E ele é Victor Von Doom.

Destino é Rabum Alal. O que não é impossível de imaginar vindo de alguém como ele, capaz muitas vezes de viajar no tempo para conquistar seus objetivos. Aqui, o latveriano foi a fundo desde que teve contato pela primeira vez com as incursões em seu palácio. Desde então, junto com o Homem-Molecular, vem atravessando cada vez mais pra baixo entre as realidades até chegar no cerne do problema.

Assim, criou a alcunha de Rabum Alal. Criou uma religião entre as realidades e as Cisnes como suas adoradoras e destruidoras de mundos. Foi assim que Destino evitou o fim de tudo bem antes dos Novos Vingadores saberem das incursões. E Destino convida Stephen Strange para se aliar a ele. Juntos eles podem salvar tudo. E uma ameaça maior está por surgir, com a chegada dos Beyonders.


Todo o entusiasmo não é suficiente para falar sobre essa grande revelação. Num plot que Jonanthan Hickman trabalha desde sua fase no Quarteto Fantástico colocando o Doutor Destino como uma espécie de Deus-Destruidor de Mundos passando pelo caminho trilhado até agora, temos essa cartada final que delinea aquilo que será o plot principal das vindouras Guerras Secretas. E deste ponto, você pode voltar algumas edições e reler as primeiras histórias dos Novos Vingadores para entender como as coisas se concatenaram bem do começo ao fim. É realmente brilhante!

Coveiro

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Vingadores: Uma aventura de milhões de anos...

Praticamente alheio a toda confusão que gira nas histórias das revistas mensais dos Vingadores e Novos Vingadores com o fim de tudo, uma historinha em quatro partes que originalmente fez parte da iniciativa de quadrinhos online Infinity é entregue aos leitores da edição 30 a 33 da mensal da Panini. São os Vingadores Milênio, que através das eras enfrenta uma ameaça como nunca antes.


Pietro cruza oceanos até chegar a Mansão dos Vingadores e ser recebido pelo Gavião Arqueiro e Homem-Aranha. A urgência de Maximoff é justificada. Enquanto ele e a irmã passavam uma descompromissada férias no Japão, localizaram ali uma misteriosa base da HIDRA na ilha. E sua irmã sentia algo de muito esquisito nela. Foi o suficiente para o Capitão America - ainda jovem nessa história - reunir um grupo disponível e encontrar a Feiticeira Escarlate no outro lado do mundo.

O ataque ao lugar foi muito mais fácil que o time suspeitava e isso só deixou os Mais Poderosos Heróis da Terra preocupados. Chegando até a parte mais profunda do porão, Tony descobriu o que eles guardavam ali - um portal temporal aberto, mas aparentemente as leituras mostraram que nada foi significativamente alterado em nosso passado. Isso leva a conclusão por parte do Capitão América que a HIDRA certamente viu o futuro e sabe que venceram. Daí, eles certamente teriam que intervir e mudar as coisas.

Tony concluiu o pensamento verificando que o portal abre pra dois pontos. Um momento muito distante no nosso passado pré-histórico e outro bem no meio do século 20. Banner acha que alguma coisa foi plantada pela HIDRA pra ser usada a longo prazo e era preciso investigar a fundo o que aconteceu. O Capitão América decide dividir as equipes para irem aos dois diferentes pontos cronológicos e impedir o inimigo. Contudo, algo deu errado na viagem temporal e separou as equipes em três de forma aleatória.

Gavião Arqueiro, Mercúrio e o Capitão América chegaram até a nossa Pré-História quando a maior civilização da época eram neandertais brigando por território. Lá eles encontraram Homens da HIDRA usando tecnologia moderna para controlar as feras daquele tempo. Mamutes e Tigres protegiam o local onde algo acabara de ser enterrado. Após derrotar aquela pequena mílicia de vilões, um dos capangas da HIDRA avisou que eles não tinham mais como voltar e estavam presos ali para sempre no passado.  Todavia, Rogers duvidava disto e tinha um plano.

A segunda equipe era composta por Viúva Negra, Homem de Ferro e Homem-Aranha que pularam direto pro Japão no fim da segunda Guerra Mundial. Para passar desapercebido pelo exército nipônico, eles se fantasiaram de artistas de um Kabuki (reservando um hilário momento em que o Homem-Aranha se veste de gueixa) e chegam até a já montada instalação da HIDRA. Lá confrontam mais uma vez capangas do grupo e topam com um deles que parece dominar poderes de distorção do tempo e espaço. Mas não era nada que a astuciosa Viúva Negra não desse conta. Ao estudar melhor o lugar, Tony descobre que era justamente ali o epicentro de explosão do ataque da Bomba Atômica americana em 45.


A terceira parte dos Vingadores consistia apenas da Feiticeira Escarlate e Bruce Banner, que caíram num Japão destruído pela radiação. A dupla encontrou o abrigo da HIDRA daquele tempo e Bruce começou a trabalhar num traje de contenção de radiação para Wanda. Todavia, mais uma vez, um capanga da HIDRA surge para interferir nos planos dos dois e parece dominar uma tecnologia futurística avançada. O sujeito parece dar conta muito fácil contra o verdão, mas quando a Feiticeira Escarlate entra com seus poderes de probabilidade, o vilão simplesmente é despedaçado.

Wanda e o Hulk decidem investigar a fundo o buraco no interior daquela instalação e lá se deparam com algo inusitado - O Capitão América numa capsula adormecido por todo esse tempo. Ao lado dele, um bilhete pede para Bruce ou Tony despertá-lo. Numa empreitada digna do maior nó científico de todos os tempos, Bruce desperta o Capitão que esteve milênios adormecido enterrado ali e explica que seu plano era o único meio de ir até os dias futuros e com a tecnologia da época trazer todos de volta. E ao mesmo tempo.

Assim, posicionados no ponto certo do espaço e cruzando as linhas temporais das várias eras, Bruce consegue trazer todos de volta para o nosso presente. Todavia, eles não vieram sozinhos. Além dos capangas da HIDRA deixados nas várias épocas, aquele vilão que parecia ser o líder deles surge montado num dragão Kakaranatariano. E é aqui, óbvio que a história desanda bastante.


A explicação para esta louca viagem temporal da HIDRA consistia de gerar um Dragão sob o comando deles. Primeiro, precisavam chocar o monstrão por milênios embaixo da Terra. O estopim para sua geração seria a explosão atômica que mais algumas centenas de anos na frente estimularia o animal a eclodir. E assim os Vingadores teriam que guerrear contra uma monstruosidade grande demais para o grupo que estava ali.

A solução desta empreitada veio da mente criativa do Gavião Arqueiro. Meio que inspirado na proeza que o Capitão América fez, Clint juntou o vilão da HIDRA capaz de distorcer o tempo com os poderes probabilístico da Feiticeira Escarlate para destruir a versão do presente do ovo que viraria um dragão no futuro. Doeu a cabeça? Bom, o que importa é que sem o ovo nos dias de hoje não existia dragão no futuro e nem podia voltar no presente com isso. Como o Barton falou, "Apagou-se o Marty McFly" da existência.

A história é escrita por Mike Costa, um roteirista novato na Marvel mas que muitos já conhecem dos trabalhos que fez no Aranhaverso, e tem desenhos do italiano Carmine Di Giandomenico e Enis Cisic. Completamente descartável, cumpre apenas seus papel de divertir e provavelmente é assim que devem ser todos os gibis que estreiam online antes de ir pro papel. Nada mal, só tirou um pouco da tensão que as demais histórias escritas pelo Hickman nesta mensal vem causando.

Coveiro

Atores de Fargo e Better Call Saul também são escalados para o novo Homem-Aranha


Parece que a lista de atores que estão participando das novas filmagens do Homem-Aranha, fruto de uma parceria da Marvel com a Sony, só cresce. Desta vez, através do Twitter de uma amiga, descobrimos que Brokeem Woodbine (Fargo, Riddick) está em Atlanta gravando cenas para o filme. Segundo o The Hollywood Reporter, ele viverá um vilão no filme (o que somando aos boatos, seriam já três).


O outro nome da lista é Michael Mando, da série Better Call Saul. Ele também já participou da série Orphan Black e  Far Cry 3.Os dois se juntam a um baita elenco, que já conta com Tom Holland, Marisa Tomei, Donald Glover, Abraham Attah, Martin Starr, Zendaya, Michael Keaton, Tony Revolori, dentre outros.

Coveiro

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Primeiro teaser da quarta temporada de Agentes da SHIELD revela o retorno de um personagem das HQs



A primeira imagem promocional da quarta temporada de Agentes da SHIELD vem junto com a San Diego Comic Con. E de bondinho! Postada pelo twitter oficial do seriado, já sabemos que um certo personagem bem conhecido pelos fãs do trabalho de Jonanthan Hickman na Marvel vai sim dar as caras mais uma vez! E pegando fogo!

Será que uma Daisy Johnson foragida vai voltar a se reunir e até mesmo namorar um certo Infernal como foi nas HQs?

Coveiro

Mutação em Debate #53 - Guerra Civil II: O Começo

Atenção!! Informações Inéditas no Brasil!!



A megassaga da Marvel do ano já começou nos Estados Unidos, aproveitando o hype do novo filme do Capitão América, inspirado na minissérie Guerra Civil, que está completando dez anos. Confira um podcast que abre caminho para a Guerra Civil II!


Leonardo Bento, Paulo Artur, Fábio Kabral, o convidado Pedro Arthur e o atrasado Henrique Bracarense debatem sobre a Guerra Civil original, a pequena participação dos mutantes e as consequências da saga que está fazendo dez anos, além de comentar as impressões sobre o mais recente filme do Capitão América. Além disso, discutem o que estão esperando na nova Guerra Civil, com base nos preparativos para o evento e na edição #0.

Faça o download aqui (link alternativo do Mediafire) ou ouça abaixo:


Introdução: (00:01)
Bloco 1: Guerra Civil nos quadrinhos e no cinema (07:20)
Bloco 2: Guerra Civil II (42:25)
Bloco 3: Guerra Civil por Henrique Bracarense (1:25:25)
Conclusão: Despedidas e Comentários Finais (1:47:45)

Confira o bingo do Bendis abaixo:




Em julho, o clássico que será debatido é Massacre, que recentemente saiu em quatro encadernados pela Panini.

Para dúvidas, reclamações ou sugestões, nossos canais de contatos são o email  mutacaoemdebate@marvel616.com, o grupo Mutação em Debate do Facebook, o Twitter @MutacaoEmDebate ou os comentários abaixo.

Duas lendas da Marvel no Brasil em Dezembro

A CCXP já começou desde abril a lançar seus grandes nomes dos quadrinhos para este ano, mas provavelmente o anúncio de hoje foi o que fez muita gente pular da cadeira e ficar numa baita expectativa para o fim do ano. Em parceria com a loja Comix Book Shop, o desenhista Alan Davis e o arte-finalista Mark Farmer virão ao Brasil!


É desnecessário citar aqui o extenso currículo desses dois, não é? Das memoráveis histórias do Capitão Britânia com Alan Moore e Excalibur na fase de Chris Claremont chegando até mesmo as recentes aventuras de Wolverine na Nova Marvel, Davis é uma das maiores lendas vivas dos quadrinhos hoje. E junto com seu eterno e aclamado parceiro Farmer, vencedor da categoria de arte-finalista pelo Eagle Awards, certamente vai lotar de fãs ao redor de suas mesas. Vale lembrar que os dois inclusive são co-criadores do inusitado grupo ClanDestino, cuja minissérie foi publicado aqui pela Metal Pesado.


A 3ª edição da CCXP – Comic Con Experience acontece entre 1 a 4 de dezembro no São Paulo Expo, próximo à estação Jabaquara do Metrô, com conteúdos para fãs de quadrinhos, cinema, programas de TV, desenhos animados e outras áreas da cultura pop. Os dois se juntam a outros nomes de peso dos quadrinhos como Arthur Adams, Julian Totino, Frank Quitely Joyce Chin Yanick Paquette  que vem pra CCXP, além dos atores Karl Urban, Mark Pellegrino e Katee Sackhoff.

Coveiro

X-Force: O Fim (e todas as reflexões que ele traz)

Com esse texto, chegamos ao fim da última série da X-Force. Será que a equipe conseguiu deter Fantomex? Será que Cable (o verdadeiro) conseguiu ser curado? Será que Esperança conseguiu despertar do seu coma? As respostas para essas e outras perguntas são dadas no final, mas são as reflexões que ele traz consigo que se tornam o grande diferencial dessa série sensacional.



Já começarei essa resenha dizendo que a resposta para as três perguntas acima é "sim". Mas, para essa última resenha da série (a propósito, as histórias que a encerram foram publicadas nas edições 024 e 025 de X-Men Extra, são roteirizadas por Simon Spurrier e ilustradas por Rock-He Kim), pensei em fazer algo diferente: dessa vez, não vou comentar em detalhes o que acontece na história. Posso dizer que Esperança novamente fez uso de seus poderes "deus ex machina" – mas, como Fantomex se tornou um "diabolus ex machina", ela precisou usar o cérebro e as pistas deixadas nas edições anteriores (lembram o que Volga explicou sobre seu vírus? E como Fantomex conseguiu controlá-lo? Pois é.) para resolver os três problemas em questão. Posso dizer também que a Panini mostrou seu lado trollador com o Homem-Nulo: não sabe quem é ele? É o mesmo cara que, em menos de um ano, já se chamou Longedosolhos e Esquecível. Considerando que no exterior ele manteve um único codinome ("ForgetMeNot"), só posso deduzir que a equipe de tradutores fez uma pequena brincadeira (ou não), sendo afetada pelos poderes dele a ponto de esquecer quem ele era e por isso mudando constantemente o codinome dele em português. Sendo intencional (ou apenas falta de revisão), acabou sendo uma boa sacada.

De resto, não contarei o que mais a história mostra (claro que as imagens aqui já vão entregar alguns spoilers); deixo aos leitores a opção de ir atrás dessas histórias e lê-las ou não. Em vez disso, gostaria de usar esse espaço para falar sobre essa série como um todo. X-Force infelizmente parece ter passado batida por boa parte dos leitores brasileiros, assim como aconteceu nos Estados Unidos (onde teve vendas baixíssimas). E, sinceramente, não posso culpá-los por isso: o combo falta de divulgação (por parte da própria Marvel) + personagens pouco populares (Psylocke e Cable sendo os únicos realmente conhecidos, e mesmo eles estando longe do apelo de um Wolverine, Tempestade, Vampira ou Ciclope) + arte irregular + primeira edição confusa certamente contribuiu para afastar muita gente.

O que é uma pena, porque X-Force talvez tenha sido uma das melhores leituras que eu tive nos últimos anos. A seguir, explicarei o que achei de tão fascinante nela:



Condução da trama: como eu disse antes, a primeira edição possivelmente espantou muita gente, mostrando personagens totalmente descaracterizados. Mas quem deu uma chance à série e continuou lendo acabou descobrindo que as descaracterizações não eram erros, e faziam parte do contexto geral da trama: cada personagem tinha justificativas para agir da forma como estava agindo – Spurrier simplesmente preferiu surpreender os leitores dando essas explicações aos poucos, em vez de mostrá-las desde o começo.

Ainda sobre a trama, dois pontos chamam bastante a atenção: nenhuma edição pareceu ser usada apenas para "encher linguiça", e nenhuma pergunta foi deixada sem resposta ou respondida de forma sem sentido. Basta ler edição por edição para perceber que, de certa forma, tudo está conectado: o vírus de Volga, as ações de Cable, a organização Olho Amarelo, a corrupção de Fantomex e a forma como Esperança salvou o mundo. Ver uma narrativa tão coerente, sem arcos descartáveis ou sem a falta de mais arcos, é algo muito difícil de ver hoje em dia.



Heróis quebrados: não é segredo para ninguém que me conhece que a Psylocke é minha personagem favorita dentro do universo Marvel. Isso talvez faça muita gente se perguntar como eu posso gostar de uma história que mostra ela completamente desestabilizada emocionalmente. A verdade é que essa desestabilização já vem de longa data; nessa equipe, não só ela como todos os outros integrantes já vinham passando por crises. O problema é que, em vez de tentar se curar, eles preferiram fugir dos seus problemas e se entregar às suas vontades, achando que fazer parte da X-Force permitiria usar suas crises para um fim útil. Óbvio que isso não deu certo, e todos chegaram – tanto individualmente quanto como equipe – ao fundo do poço. O que nos leva a outro ponto...

Desconstrução dos anti-heróis (ou: o resgate dos valores): ...Nos últimos anos, o super-herói "certinho", com valores éticos, é frequentemente visto como "chato" e perde espaço para o "anti-herói", o "cara fodão", que não tem medo de tomar medidas questionáveis em nome do bem maior. O problema é que, como Spurrier mostrou em X-Force, é muito fácil se perder nessa postura dos "fins que justificam os meios", e chega uma hora em que já não é fácil dizer quem é o herói e quem é o vilão (sagas como Guerra Civil e Vingadores vs. X-Men mostram bem isso).

Isso fica particularmente claro quando Esperança revela os segredos de todos, e percebemos que o grande vilão da história não era Volga, nem Mojo, nem mesmo Fantomex... mas sim o próprio Cable (e/ou seus clones), que não teve qualquer escrúpulo para manipular seus próprios colegas e causar indiretamente inúmeras mortes em nome da proteção dos mutantes (e vocês achando que o Ciclope era radical...). Felizmente, o contato da equipe com MeMe (a verdadeira) e com Longedosolhos/Esquecível/Homem-Nulo/sei-lá ajudou-os a perceber como chegaram ao fundo do poço e salvar não só o mundo, mas também salvar a si mesmos de seus hábitos destrutivos.



Fugindo do padrão: X-Force também me marcou por seguir caminhos que não são muito comuns nas revistas "mainstream" da Marvel. Quem esperaria, por exemplo, que Pete Wisdom e o MI-13 fossem dar as caras novamente? Que o Mojo poderia se tornar uma ameaça séria para toda a população mutante? Que as maiores ameaças enfrentadas partiriam dos próprios heróis? Que os maiores heróis fossem um cara calvo com sobrepeso (eu ainda pretendo fazer cosplay do Longedosolhos em alguma convenção de HQs. É sério.) e uma adolescente sem qualquer esperança de acordar? Que o suposto protagonista da história seria substituído por clones e só participaria da história pra valer na última edição?

Vale destacar que Rob Liefeld chegou a dizer que originalmente teve a ideia de colocar o Cable nos anos 90 como vários clones de si mesmo, mas foi vetado pela Marvel. Bom, considerando que estamos falando de Rob Liefeld, tenho minhas dúvidas de que ele faria isso de uma forma aceitável, mas enfim...

Vozes dissonantes: não sei se vocês concordariam comigo nessa, mas algo de que gostei muito em X-Force foi ver como cada personagem falava como uma pessoa distinta, tinha sua própria "voz". Isso fica mais claro quando um personagem narra a história, mas mesmo nos diálogos, é possível perceber a personalidade de cada um - eles não são "intercambiáveis" (vide algumas equipes de super-heróis onde você pode trocar o personagem debaixo de cada balão e não faz diferença nenhuma).



Enfim, para quem está pensando: "Pô, mas você não foi nada imparcial na sua resenha", só posso dizer que você tem toda razão. A demora nas minhas resenhas da X-Force (a propósito, desculpem mesmo por esses atrasos enormes entre uma resenha e outra) podem parecer falta de interesse, mas é exatamente o contrário: demorava para escrever justamente porque, em meio a tantas atividades e problemas, eu sabia que um texto feito às pressas não ajudaria a expressar o quanto eu gostei dessa série.

Sei que alguns de vocês detestaram, e que a maioria nem leu. Mas, para quem gostou (ou pelo menos para quem queria saber o que estava acontecendo nessas histórias sem precisar lê-las), espero que vocês tenham gostado de ler esses textos tanto quanto eu gostei de escrevê-los! Muito obrigado ao Coveiro por ter me dado a oportunidade de escrever sobre essa série, e muito obrigado a todos vocês que leram e comentaram esses textos (mesmo que pra dizer que eles são uma droga)! Nos vemos em breve por aqui nas próximas semanas; afinal, X-Force pode ter acabado, mas as histórias do universo X continuam...