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terça-feira, 14 de abril de 2015

Arena de Vingadores: Game Over



Com a morte da atlante Nala, tivemos a gota d’água. Corações foram desmoronados e almas terminaram quebradas. Ensandecido, a primeira coisa que o Anacronismo fez foi tentar matar o seu melhor amigo Bloodstone. A intrépida Cammi tentou por ordem nas coisas ainda, mas Nico e Chase a impediram de tentar qualquer coisa. Fora isso tudo, a perseguição entre X-23 e a Radiação continua. Enfim, se o Arcade queria um massacre em seu ato final, ele acaba de se formar nas últimas edições da Arena de Vingadores.

Mas ainda não é o fim para os jovens heróis. Enquanto estava completamente envolvido na sua “novela”, Arcade mal percebeu que estava sendo observado. Durante dias, havia duas intrusas no seu subterrâneo apenas observando suas ações – Deathlocket e Katy/Tim Bashir. Até ali, a dupla já sabia o que tinha que fazer. Era necessário tirar o Arcade da sala para os gêmeos Bashir invadir o sistema e derrubar aquele Mundo da Morte.

Coube então a Deathlocket criar uma confusão para atrair o Arcade. Inicialmente, ela tentou soltar os animais presos para experimentos, mas não adiantou nada. Era preciso algo maior. Então, foi ao invadir a sala onde estavam os corpos dos seus amigos mortos que ela descobriu que o Chris Powell, ex-Falcão de Aço, estava ainda vivo na sua câmara de extase. Com o susto que tomou, Deathlocket reagiu apenas gritando e somente isso tirou Arcade da sua sala.

No tempo certo, Bashir chegou a sala e começou a tentar derrubar a rede da ilha, mas não demorou muito para o Arcade voltar com a Deathlocket presa. E enquanto ele se gabava de ver no monitor os jovens Vingadores se matando como ele planejou, mal percebeu a chegada de Chris Powell por trás com um pedaço de ferro. Caído no chão, agora o jogo parecia ter mudado e sem os poderes do Mundo da Morte ali, a derrota do Arcade era certa.


Todavia, Chris ainda estava bem convalescido e mal podia suportar ficar de pé. Foi a deixa pra Arcade por a mão no monitor e se teleportar para longe dali. Restara a Katy/Tim apenas aprenderem a se infiltrar no sistema e acabar de vez com todo aquele terror enquanto mais mortes não ocorriam na superfície. Porém, quando Deathlocket saiu para tratar o Powell em outra sala, o Arcade entrou em contato por vídeo com Bashir e tentou convencer a versão malvada dos gêmeos a continuar seu plano. Em troca, ele editaria o vídeo final para parecer que Katy não era tão má assim. Ela seria a única sobrevivente a contar a história que quisesse.


E assim, Bashir aceitou a tentação. Controlou de novo a Deathlocket para alvejar Powell e apenas sentou-se na cadeira para ver os jovens ex-colegas se matarem. Porém, o que viu foi apenas mais um ato de heroísmo. Quando a Radiação já estava perdendo o controle, o Réptil se transformou num crocodilo gigante e a levou para o fundo do mar onde os dois explodiram num raio que não pudesse afetar os outros. E esse ato foi o suficiente para todos os demais pararem e cair na real mais uma vez.

Mas esse não era o fim que Katy Bashir queria. Ela então acionou todos os dispositivos de desafio da ilha contra os demais – Enxames de super-abelhas, Homens de Areia, Ondas Vivas e todas as sortes de ameaças. Os últimos sobreviventes não resistiriam por muito tempo e foi vendo aquele massacre que Deathlocket reagiu a sua programação e atacou Bashir. Ainda que isso significasse também matar o Tim, a Deathlocket desta vez matou os gêmeos Bashir se livrando de vez do controle deles.



Na superfície, a programação de ameaças cessou. Deathlocket ressurge e diz que o jogo terminou. E eles sãos os sobreviventes, mas não vencedores. Chase, Nico, Deathlocket, Anacronismo e Cammi. Também estavam em algum lugar da mata o Bloodstone e a X-23. E para surpresa de muitos, a Radiação aparece viva sendo trazida pelas ondas do mar. O resgate chega no trigésimo dia e revela que o Chris Powell também está vivo e, provavelmente, o Réptil. Os diretores das respectivas escolas estão lá para tomar seus alunos.

E longe dali, o Arcade vê na TV a repercussão de seus atos. E começa a colocar online os vídeos editados de seu grande jogo.

É a conclusão das 18 edições de Arena dos Vingadores aqui. Algo que me surpreendeu bastante, dado inicialmente todo o preconceito que tinha com a temática. Também foi o momento de descoberta de um escritor potencialmente magnifico, Denis Hopeless, que conseguiu trabalhar o caráter de personagens de universos tão dispares muito bem. Colocando ação, criatividade e humor na medida certa, Hopeless provou que pode pegar uma ideia qualquer e dar um caminho totalmente diferente e bom. O final, que deixa no ar uma suposta vitória do vilão, marca ainda mais essa série e me fez gostar de um personagem que até então eu desprezava, o Arcade. Mas a continuação disto tudo ainda há por vir em Avengers Undercover. Espero que a Panini não demore em publicá-la. Por muito tempo, Arena foi o melhor título da mensal Avante, Vingadores e nada justificaria não continuar com essa série.


Coveiro

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Arena dos Vingadores: Monstro Interior



Depois de um longo tempo sumido das páginas nacionais, é a vez de retomarmos a história dos personagens na Arena de Vingadores. E a partir de agora a coisa tende a piorar muito, já que começa a fase do Chefão final! E você acompanha isso já nas páginas de Avante, Vingadores 15.

Os meninos estão agora unidos agora, não há mais separações ou divisões. Mas nem por isso o Arcade pode dar um jeitinho pra o jogo continuar. AS Tensões já estão altas. Rola um certo ciumes entre os personagens Bloodstone, Anacronico e Nara. E obviamente a sempre perpicaz Cammi é a primeira a notar e até dar uma esfriada nos animos quando surge uma briga entre os meninos.

Longe dali, é a vez do vilão mexer os paozinhos e fazer com que Radiação veja uma imagem do Vigoroso ao longe e corra desesperadamente atras. X-23 corre atrás, mas quando se persegue que era tudo uma armadilha, é tarde demais. O falso Vigoroso, nada mais que um robo, dispara um gás contendo o gatilho ao redor e é o suficiente pra clone do Wolverine enlouquecer.

Depois de supostamente matar a radiação, a mutante parte pra cima dos outros. E mesmo sozinha, X-23 é demais pra o grupinho. É aí que Cullen Bloodstone faz seu grande sacrificio e revela quem verdadeiramente é. Ao retirar seu anel com uma das joias da familia, o menino se transforma num gigantesco e horrendo demonio e parte com tudo pra cima de Laura. Ela tomba e a atenção dele se volta pros outros. Agora, ele é a ameaça.


Enquanto boa parte do grupo tenta conter o menino-monstro, Cammi, Anacronico e Nara tenta recuperar o anel. Primeiro, o acham na areia. Mas o perdem. Nala vai recuperá-lo no mar logo em seguida e ela mesmo é quem toma a frente pra colocar o anel no garoto. O custo disso é sua própria vida. A atlante está fora do jogo.

No meio dessa história, vale destacar também duas origens que são contadas sobre esses dois personagens da Academia Braddock. Em conversa com Cammi, Cullen revela ser filho de Ulisses Bloodstone, o caçador de Monstros. Junto ao pai, ele foi treinado em varias tecnicas pelo pai. Em um de seus treinamentos, ele deveria passar uma semana na dimensão do reino negro de Klimtor e sobreviver. Mas antes de voltar para buscá-lo, foi Ulisses que acabou morrendo e a criança cresceu o resto de sua vida ali. Isso até ser salvo anos depois pela sua irmã mais velha, Elsa Bloodstone. Cullen, no entanto, nunca mais seria o mesmo.


A história de Nara é mais simples. Treinada por seus pais atlantes na arte crua da guerra. Foi criada perto da realeza, filha de guardas reais. Todavia, seus pais mais tarde se revelaram traidores, aliados de Attuma. Namor chamou a menina para ver os pais mortos e dar uma lição - Confiar em si mesma e mais ninguém. Então, foi exilada por seu rei e assim foi parar na Academia Braddock.

E a partir de agora faltam apenas 3 edições para essa fabulosa historia acabar. Mais uma vez, só tenho elogios aqui ao trabalho de Denis Hopeless, que só me surpreende em seus dois títulos atuais. Atualmente, ele é um dos caras de sua geração que tem melhor storytelling e espero que ganhe mais e mais espaço na Marvel. E vamos aguardar alguns meses pra ver como ele conclui tudo isso.

Coveiro

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Arena de Vingadores: Magia contra Tecnologia


Com os últimos desdobramentos do arco anterior de Arena de Vingadores, dá pra perceber que a coisa começou a ficar feia. Num rompante de ira, Anacronismo decapitou o Kid Bretão e a verdadeira assassina misteriosa do jogo se revelou como sendo a manipuladora Ápice, uma tecnopata de altíssimo nível. Todavia, os misteriosos envolvendo a garota mal vieram a tona e muito mais está por vir nos planos dessa inglesinha. Mas quem poderia deter alguém capaz de manipular até mesmo as armas que os demais portam?

Os times estão em frangalhos. De um lado, Anacronismo parece absorto pelo que acabou de fazer, mas mal teve tempo de respirar já que a atlante Nara se empolgou com a macheza do rapaz e tascou-lhe um beijo digno de um campeão O jovem Bloodstone sentiu que estava sobrando ali e já tratou de dar um jeito de conquistar novos aliados. Foi assim que se uniram a Nico, Cammi e Chase. Do outro lado daquela área, X-23 acaba encontrando Juston ainda vivo, mas paralitico. O Sentinela do menino o salvou no ultimo instante e agora ele o estava modificando para servir como suas novas “pernas”. Já a Deathlocket não tinha para onde ir senão seguir Ápice. Todavia, para sua surpresa a tecnopata após sofrer um espasmo transformou-se num menino.


Se você esta confuso sobre o que aconteceu com a tecnopata, imagine a menina androide. Mas as explicações já estavam por vir. Após sobreviver a um ataque vingativo de Juston, que também não entendia porque a inglesinha agora parecia ser um menino, foi contada a história. O jovem se chama Tim Bashir, irmão gêmeo da Katy, que além de ser também um tecnopata divide o MESMO corpo que a menina. Foi assim durante toda a infância, um verdadeiro transtorno na vida dos pais que tiveram que esconder a situação por muito tempo. Contudo, Katy, que parecia ter um temperamento mais resoluto, começou a prevalecer mais que Tim e assim acabou o “expurgando” por muito tempo.  E assim Katy prevaleceu até aquele momento.  Tim acabou retornando até os demais para se redimir por tudo que sua irmã fez.

De fato, é uma história difícil de engolir, o que acabou dividindo o novo grupo formado ali. Chase, Juston  e Nara votaram para eliminar Tim ali mesmo antes que virasse um problema.  Anacronismo, Nico, Bloodstone, Cammi e Deathlocket optaram por dar uma chance ao rapaz e mante-lo por perto de olhos bem abertos. Essa decisão acabou gerando a primeira grande cisão no recente grupo, onde Chase acabou saindo de lá e brigando com a Nico, que já estava fula da vida por ele ter escondido dela o segredo do Falcão de Aço.



Tim parecia ser de fato um bom rapaz, mais compreensivo e até ajudando a Deathlocket a controlar melhor seus poderes. Todavia, o pior realmente aconteceu. Num piscar de olhos, Ápice retomou posse do corpo e usou tanto a Deathlocket como o retalho de Sentinela contra os garotos. Nico foi a primeira a ser ferida e Juston acabou morto e de verdade desta vez. Aos demais, restava fugir já que não tinham muita chance. X-23 retornou para arriscar uma chance contra Ápice e seus robôs, mas sem muito sucesso. Já Chase, mais uma vez transformado no Falcão de Aço, estava disposto a tentar sua chance contra a vilã também.

Então, foi a vez do contra-ataque de Ápice, que partiu para ofensiva logo após arremessar triunfante o corpo derrotado de X-23 para seus ex-colegas. Dali, a única que poderia combate-la com alguma chance era a recém recuperada Nico. Usando magia contra tecnologia, a bruxa da California conseguiu retardar o suficiente as máquinas de Ápice para os demais correrem. Utilizando de forma aleatória o seu bastão, conseguiu abrir um portal para que o grupo desaparecesse dali. Ela, no entanto, não teve tempo para se safar e ainda foi surpreendida ao ser atacada por um Falcão de Aço completamente dominado. Seu braço foi cortado fora pelas lâminas das asas do Rapinante e foi chutada de um abismo. Deixada pra morrer na neve, Nico se arrastava sangrando até seu bastão mágico – sua última esperança.


Os demais foram levados em segurança para outra parte da Ilha da Morte. Lá, numa praia, encontraram outros dois sobreviventes  - Reptil e Radioativa. Os dois estavam isolados e meio que decididos a se afastar do esquema do jogo. Com a chegada do pessoal, Reptil meio que se sentiu forçado a repensar se não estaria errado em continuar fugindo apenas. Já Radioativa estava meio estranha, dissociada da realidade. Os dois ex-estudantes da Academia de Vingadores acabaram discutindo sobre essa questão e estavam a um passo de tomar caminhos opostos. Após um bate boca que levou Radiação a relembrar com amargura a morte de Vigoroso, a moça acordou no dia seguinte disposta a partir pra luta mais uma vez.

Agora, voltemos para o drama principal. O grande embate entre Ápice e Nico parecia decidido, mas acabou ganhando um segundo round. Com todo o sangue derramado pela perda do braço, o cajado do Absoluto acabou restaurando-a  e elevando-a a um novo patamar. Seu braço foi reconstruído por inteiro e a bruxinha parecia emanar pura energia. De cara, ela detonou Deathlocket e o Sentinela reconstruído. Em seguida, teve um combate feio com o Falcão de Aço, quase acabando com a vida dos dois. Mas após segurar as pontas, Nico fez literalmente a terra tragar Ápice e a Deathlocket. Assim, saiu plenamente vitoriosa desse torneio. Livre da influencia da vilã, Chase voltou ao normal e assim também sua parceria com Minoru. Já a Deathlocket despertou numa área subterrânea da ilha e lá encontrou as baixas de guerra – alguns corpos (e cabeça decapitada) e um Chris Powell se recuperando numa câmera de extase. Sim, o Falcão de Aço original ainda está vivo!


E logo após esse arco em cinco partes, temos uma curta história que se segue e ocorre fora do Mundo da Morte. Para quem se perguntava porque é que os demais heróis ainda não perceberam que seus alunos e ex-alunos sumiram, aqui vai a explicação. Arcade aparentemente articulou tudo e criou muitos álibis para justificar esses sumiços. Vigoroso e Radiação supostamente deixaram uma carta de despedida na Academia dos Vingadores, já a trupe da Grã-Bretanha parecia ter simplesmente abandonado a rigorosa Escola Braddock. Em alguns casos, até MVAs foram criados para substituir os originais como é o caso de Juston. Ainda assim, a resoluta pequenina Molly estava achando muito esquisito o sumiço dos amigos ex-fugitivos e foi reclamar com o Diretor Pym. Hank chegou a investigar e estranhar muita coisa, mas no final Arcade ainda deu um jeito de o enrolar ao enviar um falso Vigoroso para uma visita.

E assim temos mais um capitulo dessa bela obra que Denis Hopeless vem nos presentando. Nessas seis histórias que você encontra aqui no Brasil nas páginas da revista “Avante, Vingadores” 9 a 11, teve tantas reviravoltas e surpresas que até te tira o folego, ficando difícil esperar o próximo mês. O feito de trabalhar personagens tão pouco conhecidos e alguns até recém-criados de tal maneira a você torcer ou odiar eles como o roteirista faz é pra poucos. Quem apostou no mais do mesmo quando esse titulo foi lançado acabou caindo do cavalo e esse arco é a prova disso. É aquela história que você sabe que foi feita para um dia acabar, mas você não tem a mínima ideia de como vai ser... e se assusta a cada nova guinada da trama. Arena dos Vingadores acabou dando um tempo nesses últimos meses pra priorizar o material ligado a Infinito, mas deve voltar em breve! E que não demore, pois a ansiedade só aumenta pra saber o resultado no fim deste jogo.

Coveiro

Veja as outras fases do jogo clicando aqui, aqui e aqui!

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Vingadores: Arena - Como tudo mudou na vida do Arcade



Para um vilaozinho sempre considerado meia boca, o Arcade parece que deu a volta por cima nesta sua nova fase como grande vilão de Vingadores: Arena. Ele está tão aterrorizador, quem anda até dificil acreditar que ele já foi aquele perdedor patético de antes. Mas o que aconteceu para ele ficar assim? A resposta está justamente na edição 8 de Avante Vingadores, de Junho.

Era pra ser mais um aniversário daqueles na Mansão Arcade. O nanico ruivo tinha muitas surpresas preparadas com sua nova serviçal, Srta Coriander (que tinha uma ordem maluca do mesmo de tentar matá-lo de surpresa). Tudo do bom e do melhor, mas ele estava ciente que aquela reuniao de supervilões era um ponto onde a fofoca rolava solta. Por isso, a novidade era ele ter escuta para todos os lados afim de saber o que andava na boca miuda dos malfeitores. Ele só não esperava que ele fosse o assunto. E fosse tão mal quisto.

A reação do mesmo depois de escutar tanta difamação a sua pessoa foi agir sem pensar. Atacou o Constrictor. Expulsou todo mundo da festa. E ainda foi pego de surpresa por uma ataque da sua ajudante. Acabou no hospital local, remoendo sua vida desgraçada e lembrando os piores momentos com seus pais e um amor passado. Foi o pior aniversário de sua vida. E assim, doou a sua ilha em Barbados para Coriander e desistiu de tudo.

Anos depois estava na pior em Bagalia Central. Dono de um bar sem clientela. Só ele consumia sua bebida. Foi quando do nada surgiu o Constrictor querendo vingança. Depois de apanhar até não aguentar mais, conseguiu ainda passar a perna no rival. O ludibriou fazendo apertar um botão e ser acertado por um martelo gigante. Ali, Arcade viu que ainda tinha um pouco de truques na manga e que só precisava de uma nova dinamica, um novo ponto de vista.



Nas paginas que seguem, ele vai até a sua ilha encontrar a Srta Coriander com novos planos. A moça o ajudou a recriar um novo mundo da morte ainda mais temivel. Agora, Arcade e sua ilha estao ainda mais vinculados. O local é uma extensão sua, capaz de manipular qualquer coisa ali, são seus "poderes".  Ele só não pode ferir sua ajudante.

E assim começou as pesquisas dos jogadores. O jogo teve o pontapé inicial. E tudo na vida do vilão mudou...

Denis Hopeless tem feito algo fabuloso com esse titulo e muita coisa se deve a essa mudança no status quo do Arcade. Sua primeira aparição na edição 1 foi arrasadora, mas muita gente estava curiosa pra saber como do nada ele tomou essa postura. E esta aí a história muito bem conduzida. Como falam... as vezes até o rato mais acuado reage... E agora o Arcade está mordendo.

Coveiro

segunda-feira, 31 de março de 2014

Arena de Vingadores: Desconfianças e mais eliminações


Agora não é mais brincadeira. Arcade deixou de vez aquele jogos patéticos em seu Mundo do Crime e resolveu criar uma mortífera versão de reality show no estilo “survivor” com jovens heróis menos experientes e desesperados ao ponto de fazer de tudo para sobreviver. Na última edição, já vimos os primeiros a cair – mais que literalmente – fora do jogo e pequenas parcerias sendo formadas. Mas nem tudo parece o que é a principio e novos eventos pode colocar até mesmo o melhor amigo contra o outro.

Dentre os Fugitivos, apenas a bruxinha Nico Minoru e o filho de gênios Chase Stein foram parar no Mundo da Morte. Sozinhos, ficaram afastados por longo tempo, sobrevivendo graças a um feitiço de Nico que criou uma arvore encantada capaz de gerar frutos altamente nutritivos. Mas não era ainda o bastante, não para Minoru. Assim, ela decide fazer sua árvore encantada ganhar pés e rumar até encontrar novos aliados. Não era lá a estratégia que Chase gostaria, mas quem poderia contrariar sua teimosa amiga?

A dupla de fugitivos então topou com os que sobraram da Academia de Vingadores. Um tanto que receosos de se juntar aos novatos, demorou um pouco para finalmente ambos os lados se darem um voto de confiança e se unir. Assim, X-23, Radiação e Reptil ganharam comida boa e de graça, enquanto que Nico e Chase puderam descansar pela primeira vez tranquilos. Parecia que as coisas iam terminar muito bem com essa aliança.

Foi quando durante a vigília noturna, algo saindo da mata jogou uma bola de fogo contra o Réptil. Com o rapaz desacordado por conta das queimaduras, todas as suspeitas caíram sobre Chase e sua luva incendiária. A inusitada parceria imediatamente se encerrou ali. Radiação queimou a árvore mágica de Nico e expulsou os Fugitivos do grupo. Infelizmente, estavam perdidos e – agora – sem sua fonte de nutrição diária.


Chase assegurou a Nico que não foi responsável pelo ataque, mas para a bruxa nada mais importava. Revoltado, Stein se afasta temporariamente da amiga aos resmungos. Por ele, nunca teria saído em busca de aliados e agora não sabia como fazer para proteger sua amiga que sequer confiava nele. Foi quando topou com a joia do Falcão de Aço numa árvore. Tomou-a nas mãos e ele imediatamente foi vinculado a ela. Stein agora teria o poder de um rapinante.

Enquanto isso, em outro canto do Mundo da Morte, o grupo formado essencialmente por membros da Academia Braddock tentava se entender.
Flashbacks do passado revelam que a relação entre eles nunca fora lá muito amigável. Kid Bretão, uma versão alternativa de Brian Braddock mais nova e bem pedante, sempre teve problemas com a autoridade do seu diretor. Destratava os companheiros Aiden e Cullen só porque eram nerdões. E ao mesmo tempo que namorava com Ápice, ficava secretamente com a atlante Nara. Não é lá nenhum grande exemplo de moral para um herói.

Pra piorar, Arcade decidiu movimentar mais as coisas pelo Mundo da Morte. Criou alguns efeitos climáticos e colocou alguns participantes em risco e deixou em determinado ponto do seu “parque de diversões” o que ele chamou de zonas de segurança, com alimentos e suprimentos. A briga então ficou mais acirrada.

Atravessando uma montanha de neve que surgiu logo após uma grande nevasca, Nico e Chase finalmente topam com a menina Cammi. Por pouco a salvam de uma avalanche e daí forma-se finalmente uma nova aliança. Enquanto Cammi os ajudará com técnicas de sobrevivência, a dupla de fugitivos a protegerá com seus poderes.

X-23 e Radiação seguem seu caminho carregando Réptil numa maca até que o mesmo desperta. Quando questiona-se onde estão os demais fugitivos, o garoto revela as amigas que não foi Chase que o atacou, mas sim a garota Deathlok. Mas a coisa só tende a piorar quando andando pela trilha, Radiação pisa numa mina terrestre. Todavia, ao invés de tudo explodir algo pior acontece. A armadilha liberou um gás, o gatilho, levando a X-23 a fúria assassina e obrigando seus dois amigos a fugirem desesperadamente. Parece que finalmente o desenho das páginas iniciais começa a ser alinhado cronologicamente aqui.


Já no grupo da Academia Braddock, Anacronismo e Cullen Bloodstone acabam caindo num movimentado rio. E aproveitando-se do desastre, Ápice revela que sempre esteve manipulando a menina Deathlok desde o começo. Ela faz com que a garota atire em Nara, que também cai no rio e se livra assim da sua concorrente de namorado. Cullen, Aiden e Nara sobrevivem a queda e agora estão unidos para promover uma vingança pessoal contra o “fortão” e a “garota do baile” de sua escola.

Finalmente, os grupos estão mais próximos da zona de segurança armada por Arcade, mas se engana quem pensa que eles sequer estão pensando em colocar de lado as diferenças e dividir os suprimentos. Cammi e os Fugitivos são mais ressabiados e preferem esperar de longe até tudo acontecer. Já os dois segmentos da escola Braddock chegam ao mesmo tempo e se estranham. A briga não poderia se encerrar de um jeito mais dramático. Bretão estava a ponto de matar Nara por ter ferido Ápice, quando o Anacronismo chega primeiro e decepa a cabeça do garoto. Os jogos estão realmente cada vez mais vorazes.



A última edição com essas histórias foi lançada em Avante Vingadores #05 por aqui, cobrindo até a sexta edição da original americana. Sinceramente, eu não poderia deixar de dizer que estou alegremente surpreso com o destino dessa revista. Apesar de aparentemente dançar num tema de “modinha” e não ter nenhum apelo com personagens de renome, Arena de Vingadores vence pelas boas caracterizações, intrigas pra lá de curiosas e tramas simples, porém instigantes.

Aqui, personagens já um tanto conhecidos mostram facetas que pouco se percebiam anteriomente, mas fazem sentido de estar lá pela aridez do cenário onde se encontram. São as sombras dos mesmos finalmente dando ares mais vivos. Já  as figuras mais novas conseguiram se inserir de uma forma rápida e eficiente ao interesse do leitor. De certa forma, tendo algum vinculo com outro personagem mais firme no universo Marvel, não é difícil criar uma costura para justificar a presença de todos ali.  Dennis Hopeless pode ser um nome novo no mercado, mas realmente ele não ficou nem um pouco intimidado. E o desenhista Kev Walker acompanhou de forma competente o trabalho.

Coveiro

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Arena de Vingadores: Que os jogos comecem...

Arena

Parece apenas um sonho, mas não é. Tá mais pra pesadelo e bem real. A jovem Jennifer Takeda, também conhecida como radiação, está sendo caçada pela X-23. Ambas já foram colegas na Academia dos Vingadores (em histórias inéditas no Brasil), mas agora são oponentes num jogo terrível. E elas são apenas duas num seleto grupo de outros 16, nesse novo título assinado por Denis Hopeless e Kev Walker. Qualquer semelhança com Jogos Vorazes, não é coincidência. Os jogos do Arcade começaram...

A premissa é obviamente algo que pega carona no sucesso da atual modinha adolescente, a franquia dos Jogos Vorazes. Mas bebe também de outros títulos similares como “Battle Royale” e “Lord of the Flies”. A homenagem inclusive está nas capas e nada encaixaria mais do que o Arcade sendo o vilão da vez. Por sinal, turbinado como nunca antes, ele se refere agora como um Deus do seu novo Mundo da Morte (antes, era apenas Mundo do Crime) e resume a sua nova partida a mesma premissa de Jogos do Trono. Ali, “ou você ganha ou morre”.

Arena

Supostamente capturados ao acaso (ou porque eram vítimas mais fáceis), lá estão Réptil, X-23, Vigoroso, Juston e Radiação (da Academia dos Vingadores), Nico Minoru e Chase Stein (dos Fugitivos), Cammi e Falcão de Aço (que estavam até então perdidos no espaço) e uma série de novatos desconhecidos, alguns da Academia Braddock – Kid Bretão, Corvo Vermelho, Anacronismo, Nara, Ápice, Bloodstone e uma menina-deathlock chamada Ryker. Recém despertados e apresentados ao seu captor, os meninos até tentam lutar contra o vilão, mas ele parece indestrutível. Resta a eles apenas sobreviver, mas para isso Arcade os obriga a escolher a primeira vítima do jogo. O mais fraco deles.

Ali, o grupo parece quietamente desconfortável. E a única a parecer saber o que fazer é Radiação. Ela tenta a todo custo derrotar o inimigo, e acaba sendo ela escolhida para o sacrifício. Seria o fim de Takeda se o seu amado Vigoroso não tivesse ofertado para morrer no lugar da menina. E assim, com uma cena drástica – somos apresentados a uma das mais inusitadas HQs da Nova Marvel.

Arena

A edição 2 segue com um novo ritmo, com foco em personagens bem desconhecidos. Atordoados com o que acabou de acontecer, os jovens se dispersam, fogem. E nesse momento, mais uma vítima morre gratuitamente. Corvo Vermelho, ao tentar escapar voando daquele lugar, choca-se com um teto invisível, quebra os ossos e morre com a queda.

Sozinha, Rebbeca Ryker, a menina-ciborgue, tenta se aproximar de alguém, fazer companheiros. Inicialmente, ela não é bem recebida pelos jovens da Academia dos Vingadores. E até acaba reagindo instintivamente contra Radiação após sentir-se ameaçada. Na floresta, encontra brevemente Cammi. A jovem salva-a de uma mina terrestre, mas não está muito afim de parcerias. Então, Ryker começa a lembrar vagamente do seu passado. Relembra como sua família foi vítima de um Deathlock do futuro e como seu pai,Harlan Ryker, pioneiro da cibernética moderna, a salvou transformando-a no que é hoje.

Arena

Mais tarde, Ryker encontra finalmente alguns para se juntar – A Academia Braddock. Katy Bashir faz as honras do grupo e faz as apresentações. Ela é uma espécie de voadora com certos limites. Kid Bretão é uma versão adolescente do Capitão Bretanha numa realidade alternativa. Nara é uma Atlante desgarrada de seu povo. Cullen Bloodstone é realmente da famosa família de caçadores de monstros e Aiden, o Anacronismo, herdou o corpo de um guerreiro celta imortal. E mal chegou a equipe, Ryker já ganha um codinome – Deathlocket. Mas será que ela está mesmo segura entre aqueles estranho? Ou na verdade, o grupo é quem corre perigo agora?

Por fim, já chegando as bancas no final de Dezembro, a terceira parte dessa história tem foco nos demais Jogadores. Alguém ou alguma coisa parece estar caçando silenciosamente os jovens a noite, e isso deixa-os ouriçados para saber quem pode estar se aproveitando da escuridão para acabar o jogo mais rápido. São cerca de quatro acampamentos entre eles, e a regra é não confiar em ninguém.

Juston, um jovem que conseguiu controlar um Sentinela como se fosse um brinquedinho de estimação é a primeira vítima. Muitos suspeitam que seja Cammi, a mais isolada entre todos ali, a autora do atentado. Primeiro, ela topa com o Falcão de Aço e após uma breve conversa consegue convencê-lo de que não foi ela quem atacou o jovem e destruiu o robozão. Depois, surge X-23, que pelo cheiro, descarta a moça.

Arena

 E, enquanto essa história se desenrola, vemos um flashback de como Cammi chegou até ali após as suas aventuras na Aniquilação. Curiosamente, ela acaba topando com a agente Brandt, da E.S.P.A.D.A. e mostra-se muito mais arredia que antes. De alguma maneira, Cammi não quer voltar para a Terra. Lá, em sua casa, ela é apenas uma humana comum. Então, agora, uma vez nesse jogo, ela se exercita ainda mais para se destacar em meio a outros tão mais fortes.

Por fim, antes de se encerrar essa parte da história, o caçador misterioso ataca mais uma vez. A vítima desta vez é Chris Powell, o Falcão de Aço. Colocando todas as suas armas em jogo, Powell se mostra páreo contra a criatura misteriosa. Todavia, para sua surpresa, sua armadura enlouquece e se volta contra ele. Após atacado, o seu amuleto é arrancado de seu corpo e assim tomba mais um no jogo, um dos mais fantásticos personagens da Casa das Idéias.

Um minuto de silêncio.

Vou confessar a vocês que quando ouvi falar pela primeira vez de Arena dos Vingadores, achei que seria apenas um caça-níquel sem jeito. Mas surpreendeu. A temática é realmente requentada de um sucesso atual, mas o ritmo e o roteiro trabalhado por Hopeless é algo surpreedente e inusitado. Em meio a personagens conhecidos e completamente inéditos, o roteirista consegue dar um bom balanço a trama e conquistar o leitor página a página. Do mix que compõe Avante, Vingadores, de longe é a melhor história.

E o mais legal é saber que a trama irá fechar redonda, pois o arco já acabou lá nos EUA num total de 18 edições. Vai ser um programa de TV interessante de se ver!

Coveiro

domingo, 19 de maio de 2013

Enxurrada de novidades para Agosto

Atenção! Informações Inéditas no Brasil e EUA!


A Marvel divulgou esta semana as solicitações de suas revistas para o mês de agosto. Temos novidades para os Vingadores, X-Men, Homem-Aranha e até o universo ultimate. Muita coisa estará rolando nos próximos meses. 


Começamos com Avengers Arena 13, a revista será co-escrita por Chris Gage. O roteirista da finada Academia dos Vingadores, se juntará ao escritor regular da mensal para mostrar Hank Pym indo atrás dos seus ex-alunos. A revista que vem recebendo muitos elogios por parte dos leitores, sempre foi criticada pelo fato dos adultos ignorarem o sequestro de tantos jovens. Então, a Marvel vai resolver isto.


Em Vingadores 17, de Jonathan Hickman e Stefano Caselli, o super-grupo receberá novos membros. Desde o lançamento deste novo volume da HQ que Jonathan promete que teríamos mais heróis na equipe, e com Infinity chegando, ele viu a oportunidade. E na edição 18, com arte de Leinil Francis Yu, será mostrado o renascimento do império Skrull.


Em Capitã Marvel 15, de Kelly Sue DeConnick, também tie-in de Infinity, teremos o retorno da Binária.


Avengers + X-Men 11 trará interessantes encontros. O Homem-Aranha Superior vai topar com o Ciclope e  Thor encontrará a Magia.


Hunger, será uma mini em 4 partes escrita por Joshua Fialkov (Supremos) e arte de Leonard Kirk (X-Factor). Não foi revelado exatamente do que se trata esta mini. "Hunger" pode ser traduzido como "Fome", e como estamos em meio a uma saga cósmica, Infinity, e a palavra fome em tons de roxo lembra Galactus, especula-se que seja um projeto com o Devorador de Mundos. Mas uma coisa é certa, a mini é consequência direta de Age of Ultron. A saga vai abrir uma brecha perigosa no universo.


Quem anda lendo o Aranha Ultimate, deve saber que devido ao ataque de Venom, a mãe de Miles faleceu e seu pai ficou gravemente ferido. O herói abandonou a vida heróica e 1 anos após o ocorrido, com seu pai ainda tendo sequelas do incidente com o vilão, o jovem Morales topou com novos jovens super poderosos: Manto e Adaga. E em Homem-Aranha Ultimate 26 descobriremos que existe alguma coisa misteriosa com a namorada de Miles e ele terá de voltar a vestir o manto para enfrentar a Roxxon. O roteiro da revista é de Brian Bendis e a arte de David Marquez.


Ainda na linha ultimate, em Supremos 29, teremos o retorno do Mercúrio, que estava sumido desde que Nick Spencer saiu de Ultimate X-Men. E finalmente descobriremos quem é o Kang Ultimate. Joshua Fialkov assina os roteiros e Carmine Di Giandomenico a arte.


Em Superior Homem-Aranha Team-Up 2 e Aranha Escarlate 20 e 21, teremos a vingança de Kaine com Otto Octavius. Chris Yost roteiriza as duas HQs e Marco Checcetto e Carlo Barbieri as desenham.


Ainda envolvendo o Aranha, ele estará em Nova 7, de Zeb Wells e Paco Medina, enfrentando o jovem herói.


Neil Gaiman e Angela estreiam em Guardiões da Galáxia na quinta edição da mensal. Juntam-se a Bendis e Sara Pichelli.


A oitava edição de Defensoras, mostrará as garotas ganhando novos visuais e Elsa Bloodstone entrando pro grupo. Cullen Bunn escreve e Willian Sliney ilustra.


A 30° edição de Demolidor, de Mark Waid e Chris Samnee, apresentará uma dobradinha um quanto peculiar: Demolidor e o Surfista Prateado.


Uma das mais polêmicas capas do mês é a de All New X-Men 15, de Brian Michael Bendis e David Lafuente. Será que o jovem Fera e a jovem Jean Grey ficarão juntos? E como Scott lidará com isto?


Uncanny X-Men 10, também de Bendis e com arte de Frazer Irving, revela que a mutante Cristal será a nova agente da SHIELD. E ainda na sinopse da revista, o Ciclope adulto perderá o controle de seus poderes no meio das ruas de Los Angeles.


Em Wolverine 8, de Paul Cornell e Alan Davis, o triangulo amoroso Pantera Negra x Tempestade x Wolverine novamente estará cara-a-cara..

Ufa, quanta coisa né? E essas são apenas alguns dos acontecimentos do mês que eu considerei os mais impactantes. Muito mais estará acontecendo. Mas e você leitor, gostou do que vos espera no futuro?


Kinhu Heck

segunda-feira, 29 de abril de 2013

C2E2: Jogadores, Mercenários e Deuses

* ATENÇÃO! INFORMAÇÕES INÉDITAS NO BRASIL E EUA!

 
A Marvel Now já completou um semestre desde seu começo lá nos EUA e suas sagas que estão a pleno vapor começam a se concluir. Novos planos se desenham pro segundo semestre e temos até a troca de um roteirista. Saibam mais do futuro da Arena de Vingadores, Thunderbolts e Thor que foi revelado na C2E2 lendo a seguir:

Uma das revelações da Convenção de Chicago é a declaração de Dennis Hopeless de que sua história em Avengers Arena estará se encaminhando para um climax a partir da edição 14. Ao comparar com um videogame, o roteirista diz que os personagens sobreviventes estaráo chegando ao "Boss Level", ou numa tradução típica de Gamers, "Estágio do Chefão de fase"! OU seja, encararão o próprio Arcade. Contudo, o roteirista ainda afirma que eles ainda estarão competindo pela própria sobrevivência e que o mais importante na revista são as marcas deixadas pelas atitudes que cada um tomou numa situação desesperadora como essa. Algumas pessoas não sairão lá do mesmo jeito.


Capa por Mike Deodato Jr

Capa por Matthew Waite

Outra notícia da convenção são os planos de Charles Soule, roteirista que toma o lugar de Daniel Way nos Thunderbolts, a partir da edição 14 do grupo, já no segundo semestre. E de cara, apesar de adorar os atuais membros, o novo escritor anuncia que se interessa bastante pelas formações anteriores do grupo. Ou seja, fãs de membros clássicos podem já supor eles não mais serão esquecidos. Contudo, ele alerta que o time não deve mudar e que continuará a partir dos planos que o seu antecessor começou. Ou seja, um quinteto de mercenários fazendo o que for preciso de um jeito lá não muito certo para dar fim ao submundo do crime.

Capa por Julian Totino Tedesco

Já na revista do Thor: God of Thunder, após a conclucsão da saga Godbomb, teremos uma trama com o vilão do próximo filme, Malekith, o escritor Jason Aaron voltará a se reunir com seu parceiro de muitas histórias, Jason Aaron, no arco "The Accursed". O nome é mais que justificado. Nele, além do vilão, veremos uma épica reunião do Deus do Trovão com seus estimados amigos, os Três Guerreiros. Malekith voltará (como de praxe quando algum personagem está próximo de aparecer nos filmes da Marvel), mas isso não significa que será uma história similar a do filme. Aaron aponta que ele não será tão bem aceito agora pelos demais Elfos Negros, ao mesmo tempo em que o próprio vilão desgosta da maneira como seu povo ficou fraco e submisso aos Asgardianos. Ele estará contra seu próprio povo. E no meio entre eles, nossos heróis.

Capa de Ron Garney

Jason Aaron levantou uma questão interessante numa das entrevistas sobre o próximo arco e disse que para uma história "medieval" e "épica", faltava a Thor um mapa. Toda história nesse estilo deve ter um bom mapa pros leitores acompanharem e prometeu que ao final deste arco, todo leitor estará muito bem situado sobre as "posições" dos Nove Reinos - Asgard, Midgard, Jotunheim, Muspelheim, Alfheim, Vanaheim, Nidavellir, Svartalfheim e Hel. A idéia é de fato fantástica. E Aaron está deixando Thor cada vez mais com ares de Game of Thrones.

Nada de espetacular nessas notícias, principalmente quando comparado ao que tivemos aí em X-Men e no Homem-Aranha. Mas acho que valeu estar atualizado sobre os seguimentos de alguns roteiristas... e do novo que assume Tbolts.

Coveiro

domingo, 21 de abril de 2013

Hopeless comenta seus dois títulos mensais

Informações Inéditas no Brasil e nos EUA!!


O roteirista foi o último entrevistado do X-Position e falou sobre seus dois títulos na Marvel NowCable & X-Force e Avengers Arena. Confira os melhores momentos da entrevista!

Dennis Hopeless começou a entrevista falando sobre essa nova encarnação da X-Force.

Comentando a dinâmica entre o Doutor Nêmesis e Forge na X-Force, ele lembrou que pretendeu estabelecer alguns núcleos menores de interação, como a relação entre Cable e Esperança e entre Colossus e Dominó. Sobre Nêmesis e Forge, Hopeless vê que ambos têm uma natureza competitiva, quase como antagonistas. Daí a batalha entre um robô e um escorpião gigante.


Sobre Colossus, Hopeless disse que adorou tudo o que aconteceu com ele desde que Gillen assumiu Uncanny X-Men, como sua ligação com Cyttorak. Ao mesmo tempo em que o escritor quer trabalhar essa depressão que abateu o personagem, deseja mostrar um caminho de redenção. O que aconteceu nas edições de #5 e #6 é apenas uma amostra de um grande arco que está por vir.

Hopeless contou que Dinamite esteve perfeita em Nova Onda e está tentando fazê-la pelo menos um pouco tão legal na X-Force quanto ela foi naquela série. Ele contou que ela é a última personagem na lista inicial do elenco. Ela estaria no primeiro arco, mas, com tanta coisa acontecendo, ele esperou até a edição #6 para incluí-la. Haverá dois personagens de apoio nos próximos, fora as participações de outros X-Men.


Falando sobre o novo braço de Cable, o roteirista afirmou que ele é muito versátil, e não nos surpreenderíamos se até um frigobar gelando cerveja estivesse nele. Essa dinâmica de tecnologia, ainda mais com a presença de Cable e Forge, continuará.

Quanto aos inimigos, há um vilão importante do Universo Marvel que dará as caras, mas Hopeless não quis revelar spoilers.

Por fim, falando sobre Avengers Arena, o escritor comentou que adora personagens com asas, como Corvo Vermelho (Dania), e que não a pode desenvolver mais. Ela morre na edição #2 da revista, e sua morte já estava planejada há algum tempo. Sobre os alunos da Academia Braddock, não há planos para edições que mostrem flashbacks sobre suas vidas. 

Nos próximos dias, traremos a entrevista com Brian Wood. Até lá!