A história começa com uma descrição do que é uma bala e do que ela faz. Não só ao corpo humano mas à sociedade humana. Aí são citados cinco contextos diferentes do século XX nos quais uma bala (o uso de uma arma, na verdade) deu uma guinada nos acontecimentos. O assassinato do herdeiro austríaco Francisco Ferdinando em Sarajevo (1914), de Ghandi (1948), John F. Kennedy (1963), Martin Luther King (1968) e, o que é mais importante para a série, do Dr. Abraham Erskine (1940), pouco depois de aplicar a única dose funcional do soro do Super-soldado em Steve Rogers, que se tornaria o Capitão América.
Deixando um pouco o fatalismo do Straczynski (assim como meu lado historiador) um pouco de lado, o bater de asas da borboleta que dá início à série é colocado em questão: O que aconteceria se o Dr. Erskine tivesse morrido um dia antes de aplicar a dose do soro no franzino Rogers? Pior. Se em seu assassinato um soldado da Polícia do Exército chamado Benjamin Parker também tivesse morrido?


Em 1941 os EUA entram na Segunda Guerra, após o ataque japonês a Pearl Harbor, pouco antes dela se tornar realmente mundial. Derrotas sucessivas dos exércitos aliados faz com que o Projeto Homem de Ferro seja colocado em prática. Com muita coragem, Rogers encara o doloroso processo, colocando seu “grande coração” em sintonia com a armadura. Não era a ausência do soro do Supersoldado que faria com que Steve Rogers deixasse de ser um herói.


Após roubar um jipe, ele e seus amigos acabam sem gasolina no meio do deserto. Ele acaba forçado pelos amigos a procurar um lugar que vendesse gasolina. Andando pela estrada, Peter acaba chegando em uma zona de testes da bomba gama – não preciso explicar, certo? –, o que lhe passa desapercebido. O problema é que, logo depois, ele vislumbra uma explosão esverdeada ao fundo, com o mesmo formato de nuvem de cogumelo que ele vira horas antes no filme passado em sala de aula.

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