
Podemos começar a destacar seu confronto com o Samurai de Prata, cuja conexão com o passado de Logan não surpreende, na verdade. A informação adquirida com Kenuichio Harada – após a chocante cena em que Wolverine se deixa atravessar por sua espada para, em seguida, amputar sua mão direita – o leva direto ao Departamento K (ou é "H"? A Panini já se decidiu?). Enquanto isso, em conversa com Dum Dum Dugan, Steve Rogers dá indício de que há mais relação do Capitão América com esse passado descoberto de Logan do que imaginávamos. O que se confirma posteriormente.

Já na edição do mês de fevereiro, na terceira parte do arco, temos poucos diálogos e muitas imagens até certo ponto de conhecimento comum daqueles que já acompanharam qualquer história que tentou explicar o passado de Wolverine. Muitos flashbacks do doloroso processo que recobriu os ossos de Logan com adamantium são mostrados pela ducentésima vez. Sua reação inesperada pelos cientistas, de se desvencilhar e assassinar todos à sua frente até escapar do complexo no qual se processava a experiência, também é mostrada. Mas aí está o "algo a mais".
Com a mente mais clareada, apesar desse fato de sua vida realmente ser nebuloso, mesmo sem implantes de memória, Logan se dá conta (por suas lembranças e por indícios físicos no local onde tudo aconteceu) de que não escapou sozinho. E essa ajuda parece ter vindo de alguém que até pouco tempo atrás quase ninguém (nem mesmo os leitores) sabia que existia: o Soldado Invernal, Bucky Barnes. Mais uma peça entra no quebra-cabeça.

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Leia o artigo de abertura do arco Origens e Destinos aqui.



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