Foi preciso apenas quatro páginas para termos idéia de sua verdadeira origem. Aconteceu sete anos atrás, mas não nessa realidade, numa loja de mágicas. Um William mais jovem vai em busca de um artefato místico chamado “Olho de Watoomb”. Numa atitude de pleno sacrifício, William, arranca um de seus olhos e o substituí por essa peça mágica. Assim, nasce o maior mago... daquele tempo e realidade.
Durante a imediata gravação do programa realizada em sua sala de estar, Carol é surpreendida com a presença de um gato bem familiar. Suas lembranças rapidamente ligam os fatos e a moça afasta o pessoal do estúdio bem em cima da hora em que William Traveller chega até aquele tempo... e espaço.
E que idéia melhor para tentar entender as loucuras que se passam na cabeça de um mago do que levar para um médico que se tornou o Mago Supremo de nosso Universo?
Na casa do Doutor Estranho, Miss Marvel e Stephen tentam juntar os fatos que lembram da Dinastia M e chegam a conclusão de que William certamente sofreu algo tipo de choque ao ser transportado repentinamente pra a realidade 616 onde ele nunca de fato teve contato com o que lhe rendeu os poderosos dotes mágicos que possui. Segundo o diagnostico de Stephen, Traveller perdeu a sincronia com as forças mágicas antes vinculadas a ele e seu controle sobre os poderes estará se tornando cada vez mais errático.
A discussão entre Stephen e Carol é interrompida por Wong (de cabelo?) trazendo consigo uma encomenda para heroína – um novo celular preseteado pela publicitária Sarah Day, que lhe avisa que um quarto no Ritz está disponível até que o apartamento destruído por Traveller seja reformado.
Com o bastão de Watoomb – que originou o Olho de Watoomb na Dinastia M – dentro da mesma sala, Traveller pode sentir-se mais focado em seu poder e assim se fortalecer. Tomando o bastão em suas mãos, o mago louco põe Estranho no chão e torna-se mais uma vez uma grande ameaça.
Coveiro







0 comentários:
Postar um comentário