A primeira parte fala de um episódio que, em geral, muitos americanos não gostam de comentar. Durante a Segunda Guerra Mundial, quando ainda não havia, para o governo dos EUA, motivos suficientes para se envolver com o conflito, o próprio conflito passou a ameaçar o quintal americano. E ele não vinha nem da Itália de Mussolini, ou da Alemanha de Hitler, mas sim da política expansiva do terceiro país que compunha o Eixo: o Japão. As conquistas japonesas no Pacífico, especialmente na Coréia e China, começavam a, cada vez mais, projetarem-se para a costa Oeste dos EUA. A preocupação com isso fez com que o governo colocasse todos os descendentes de japoneses, mesmo os nascidos já na América do Norte, em campos de concentração. Sim, campos de concentração. Apesar de não passarem perto do que o Holocausto nazista promoveu na Europa, o governo dos EUA privou todos cidadãos que tivessem ligações culturais ou étnicas com o inimigo em potencial.

A segunda história usa como pano de fundo a travessia do Rubicão (um pequeno rio no norte da atual Itália) por Júlio César, que viria a se tornar imperador romano, desafiando os desmandos do corrupto senado da agonizante Roma Republicana, marchando sobre a cidade eterna. Fez isso porque tinha apoio de maioria da população romana, que via no conquistador militar da Gália a única saída para a grave crise que a região vivia. Ressaltando que não houve batalha às margens do Rubicão (os desenhos podem dar a entender que houve), mas que o rio, na verdade na verdade, a demonstração final de que Júlio César iria adiante com suas pretensões. E aí está o tema dessa segunda parte. Não é uma comparação entre Júlio César e Tony Stark, mas a questão de até onde foi o general romano para demonstrar que ele tinha convicção do que era o certo. Até onde foi o Prodígio para dizer que não concordava com o registro? Até onde foi o Homem de Ferro para afirmar e demonstrar que o registro é o correto a se fazer?



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